AGRONEGÓCIO

Produtor comemora taxa de concepção de 43% com mais de 40 mil embriões transferidos

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Os embriões aceleram o melhoramento genético bovino e diminuem o intervalo entre gerações. Ao selecionar a melhor genética materna (doadoras) e paterna (touros) para produzir os embriões, é possível obter o melhoramento genético completo, com as melhores características passadas adiante. Cada vez mais utilizada pelos produtores brasileiros, a linha NEO de embriões da ABS está revolucionando a forma de se fazer melhoramento genético nas propriedades de corte e leite, garantindo mais precisão e velocidade ao processo.

“Com resultados consistentes em termos de concepção nas propriedades, o embrião é comprovadamente a forma mais rápida de obter ganho genético. Através da linha NEO, disponibilizamos embriões produzidos com genética exclusiva do núcleo ABS, genética de fornecedores renomados, e genética própria do cliente”, destaca o Gerente de Mercado Embriões da ABS, Raphael Guimarães.

É o caso da Minerembryo, maior central de receptoras do Brasil, com mais de 200 mil embriões transferidos. A empresa utiliza, em grande parte das transferências, embriões IVB NEO, produzidos com genética própria do cliente e comercializados de três maneiras: embriões a Fresco, Vitrificados (congelados pela técnica de vitrificação) e DT (congelados pela técnica Direct Transfer).

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Com a tecnologia da ABS, a Minerembryo comemora os resultados. Em 2023, a média de taxa de prenhez foi de 46,5%, incluindo resultados de Vitrificados e DT. “Foram 613 embriões e 285 prenhezes. É um resultado excepcional. E na média histórica, em 23 anos de Minerembryo, já realizamos 40.182 transferências de embriões ABS, com 17.354 prenhezes, uma média de 43,5% de taxa de prenhez. São os melhores números entre os laboratórios acima de 10 mil transferências de embriões na Minerembryo”, ressalta Eduardo Muniz de Lima, veterinário e fundador da Minerembryo.

Com relação às perdas embrionárias (abortos), a tecnologia também surpreende, confirma Eduardo. “Em 2022, a média de perdas com a ABS foi de 8,2%. Já em 2023, ainda não terminamos todas as sexagens, mas até aqui, esta média é de apenas 6,5%”, completa.

“Com pioneirismo e inovação, que estão no DNA da ABS, a linha NEO de embriões cresce a passos largos desde a sua criação. Os produtores veem os embriões como uma ferramenta indispensável para aumentar produtividade, e sabem que podem contar com a ABS para obterem os melhores resultados possíveis”, enfatiza Raphael Guimarães.

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Fonte: Assessoria de Comunicação ABS

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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