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Produção Sustentável de Hortifrúti Aposta na Biotecnologia para Redução de Resíduos Químicos

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A demanda crescente por hortifrúti com baixos níveis de resíduos de defensivos agrícolas tem impulsionado a adoção de tecnologias biológicas no setor agrícola. Especialistas apontam que além de garantir produtos com boa aparência, qualidade e sabor, a utilização de produtos biológicos contribui para o manejo eficaz de doenças e para a sustentabilidade ambiental.

“É fundamental manter o equilíbrio natural no ambiente produtivo para fortalecer os cultivos de forma resistente e sustentável, combinando produtos biológicos com um manejo racional de defensivos químicos”, destaca Leonardo Porpino, engenheiro agrônomo e gerente técnico Brasil da Alltech Crop Science.

Porpino enfatiza que um solo com microbioma equilibrado favorece o desenvolvimento de microrganismos benéficos, essenciais para a saúde das plantas. “Quando o solo está saudável, as raízes das plantas se fortalecem, resultando em crescimento uniforme e outros benefícios”, explica.

O gerente comercial Brasil da Alltech Crop Science, Nelson Belém, complementa que o equilíbrio do solo não só influencia na qualidade das frutas e hortaliças, mas também aumenta a produtividade. “Produtores estão cada vez mais interessados em soluções biotecnológicas que promovam a saúde das plantas e reduzam a presença de resíduos químicos nos alimentos”, destaca Belém.

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A linha de produtos da Alltech Crop Science, como o SOIL-PLEX ACTIVE da Linha Solo, utiliza compostos orgânicos para melhorar a atividade benéfica do microbioma do solo. Além disso, soluções específicas como SOIL-PLEX TRUST e SOIL-PLEX READY facilitam o desenvolvimento de microrganismos benéficos, conforme demonstram estudos realizados em parceria com a UNESP de Jaboticabal (SP).

Produtores interessados em conhecer mais sobre essas inovações poderão visitar o estande da empresa na Hortitec, evento destacado do setor que ocorre de 19 a 21 de junho em Holambra (SP). A expectativa é que a feira movimente aproximadamente R$ 450 milhões em negócios, reafirmando seu papel central na disseminação de tecnologias sustentáveis para a agricultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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