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Produção de Grãos na China Registra Crescimento em 2024

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A produção total de grãos na China atingiu 706,5 milhões de toneladas em 2024, registrando um crescimento de 1,6% em comparação ao ano anterior, de acordo com os dados divulgados pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país. A pesquisa englobou as 31 províncias, regiões autônomas e municípios chineses, oferecendo uma análise abrangente sobre a área plantada, produtividade por hectare e produção total.

Expansão da Área Plantada

A área total destinada ao cultivo de grãos alcançou 119,319 milhões de hectares, um aumento de 351 mil hectares (0,3%) em relação a 2023. Dentre essa área, as plantações de grãos cereais — como arroz, trigo, milho, milheto, sorgo, cevada, aveia e trigo sarraceno — ocuparam 100,458 milhões de hectares, registrando uma expansão de 532 mil hectares, equivalente a um crescimento de 0,5%.

Incremento na Produtividade

A produtividade média dos grãos foi de 5.921 kg por hectare, representando um aumento de 75,8 kg/hectare (1,3%) em relação ao ano anterior. No caso dos cereais, a produção por hectare atingiu 6.493 kg, com um incremento de 74,1 kg/hectare (1,2%) em comparação a 2023.

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Produção Total e Relevância dos Cereais

O volume total de produção de grãos cresceu 11,09 milhões de toneladas em relação ao ano anterior. Desse total, os cereais somaram 652,29 milhões de toneladas, com um aumento de 10,86 milhões de toneladas, equivalente a um avanço de 1,7%. A produção desses grãos essenciais reforça a segurança alimentar da China, consolidando a importância estratégica do setor agrícola no país.

O desempenho positivo reflete os esforços contínuos para aumentar a eficiência na produção e expandir a área plantada, fortalecendo a autossuficiência alimentar e o papel da China como um dos maiores produtores globais de grãos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Circuito das Águas Paulista conquista Indicação Geográfica do café e reforça posição da Serra da Mantiqueira na produção de cafés especiais

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O café produzido no Circuito das Águas Paulista, na Serra da Mantiqueira, em São Paulo, passou a contar com Indicação Geográfica (IG), reconhecimento oficial concedido pelo INPI. O registro foi publicado na última terça-feira (26) e consolida a reputação da região como uma das áreas de destaque na produção de cafés especiais no país.

A certificação foi resultado de um trabalho de articulação e acompanhamento conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, fortalecendo a valorização dos produtos ligados à origem geográfica.

Com a nova concessão, esta é a 15ª Indicação Geográfica do estado de São Paulo e a sétima relacionada diretamente ao café, ampliando a relevância paulista no mercado de produtos diferenciados.

Tradição cafeeira da Serra da Mantiqueira fortalece identidade produtiva

A produção de café na região do Circuito das Águas Paulista tem raízes históricas que remontam à segunda metade do século XIX. O desenvolvimento da atividade foi impulsionado pelo processo de colonização europeia, com forte presença de imigrantes italianos e portugueses, que contribuíram para a expansão do cultivo no território.

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Atualmente, o café da região é reconhecido pela alta qualidade, resultado de fatores naturais como altitude, clima e características do solo da Serra da Mantiqueira, que favorecem o cultivo de grãos especiais com perfil sensorial diferenciado.

IG abrange nove municípios produtores

A Indicação Geográfica tem como entidade representativa a Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Circuito das Águas Paulista (Acecap), responsável pela gestão do selo de origem e pela organização dos produtores locais.

O reconhecimento abrange os municípios de Águas de Lindóia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro, que compõem o território produtivo da IG.

Indicação Geográfica agrega valor e fortalece competitividade do café brasileiro

As Indicações Geográficas são instrumentos de propriedade intelectual que identificam produtos ou serviços com características diretamente ligadas ao território de origem. No caso do café, o selo reforça atributos como qualidade, rastreabilidade e identidade regional, ampliando o valor agregado do produto no mercado nacional e internacional.

Para o setor produtivo, o reconhecimento contribui para a diferenciação dos cafés especiais brasileiros, estimulando o turismo rural, a organização dos produtores e o fortalecimento das cadeias locais.

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Com a nova certificação, o Circuito das Águas Paulista se consolida como uma das referências da cafeicultura de qualidade no estado de São Paulo e no cenário nacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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