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Produção de café na Colômbia aumenta 31% em abril

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A produção de café na Colômbia, o maior produtor mundial de arábica lavado, apresentou um aumento significativo de 31% em abril em comparação com o mesmo mês do ano anterior. A Federação Nacional dos Cafeicultores informou nesta quarta-feira que a produção atingiu 742.000 sacas de 60 kg, um aumento expressivo em relação às 566.000 sacas colhidas em abril de 2023. A federação, no entanto, não detalhou as razões para esse crescimento.

Apesar do aumento em relação ao ano anterior, a produção de café em abril sofreu uma retração de 14,3% em comparação com março de 2024. Essa variação pode refletir oscilações sazonais na colheita ou outros fatores climáticos e logísticos que influenciam a produção.

Nas exportações, o cenário também foi positivo. O volume exportado de café colombiano em abril aumentou 8% em relação ao mesmo período de 2023, alcançando 780.000 sacas de 60 kg. Esse crescimento reflete o aumento da produção e a crescente demanda por café colombiano no mercado internacional.

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No acumulado do ano, entre janeiro e abril, a produção total de café na Colômbia subiu 8%, chegando a 3,52 milhões de sacas, enquanto as exportações aumentaram 11%, totalizando 3,76 milhões de sacas. Esses números sugerem uma recuperação robusta do setor cafeeiro colombiano após um período de declínio.

Ao analisar o período de 12 meses, a produção de café na Colômbia também mostrou uma tendência de crescimento. Entre abril de 2023 e março de 2024, a produção aumentou 7%, atingindo 11,6 milhões de sacas, enquanto as exportações subiram 1%, para 10,95 milhões de sacas.

A Colômbia, terceiro maior produtor mundial de café, atrás do Brasil e do Vietnã, tem uma capacidade de produção anual de cerca de 14 milhões de sacas. O país é conhecido por seus cafés suaves e de alta qualidade, produzidos em 840.000 hectares de terras cultivadas com café. Cerca de 540.000 famílias dependem da cafeicultura para sua subsistência.

O aumento de 2% na produção de café colombiano em 2023, que atingiu 11,3 milhões de sacas, marcou o fim de três anos consecutivos de declínio na produção, sinalizando uma retomada positiva para o setor cafeeiro do país.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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