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Probióticos seguros: A necessidade de testes rigorosos para garantir a saúde animal

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A segurança é a principal preocupação de veterinários e nutricionistas ao selecionar probióticos para uso em animais. A introdução de qualquer suplemento na dieta de animais deve ser precedida por extensivos testes de segurança que comprovem a inocuidade a longo prazo. Um probiótico deve passar por rigorosas avaliações antes de ser considerado seguro para uso contínuo.

Com esse compromisso, a Kemin lançou recentemente no mercado sul-americano o Enterosure™, um produto inovador que é resultado de extensas pesquisas científicas. A Dra. Susanne Kirwan, Gerente Global de Serviços Técnicos de Saúde Intestinal da Kemin, explica que o desenvolvimento do Enterosure™ levou anos de estudos minuciosos. “Este probiótico não só confronta os patógenos, como também os combate ativamente, ajudando a manter um equilíbrio saudável na flora intestinal dos animais”, disse ela.

O produto é uma formulação patenteada com três cepas específicas de Bacillus spp., que demonstraram eficácia em atacar bactérias nocivas, enquanto promovem um ambiente intestinal saudável para os animais. O Dr. Ricardo Rauber, CEO da Vetinova e especialista em saúde animal, reforça a importância dos testes de segurança. “A segurança dos probióticos como o Enterosure™ é examinada minuciosamente para proteger não apenas a saúde dos animais, mas também a integridade dos alimentos que eles ajudam a produzir”, afirmou Rauber.

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Optar por um probiótico eficaz significa muito mais do que apenas escolher um suplemento qualquer. Implica um compromisso com a ciência, a saúde dos animais e o progresso contínuo. A Kemin, com sua longa trajetória em pesquisa e desenvolvimento, demonstra como empresas podem liderar a inovação na saúde animal, contribuindo para a produtividade e a sustentabilidade da indústria agropecuária.

Assim, é crucial escolher probióticos que sejam comprovadamente seguros, com pesquisas confiáveis e aprovação de órgãos reguladores competentes. Ao fazer isso, veterinários e produtores podem garantir uma cadeia de produção segura e sustentável, beneficiando não apenas os animais, mas também toda a indústria alimentícia.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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