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Primeiras doses de sêmen de touros classificados no PNAT 2023 são liberadas para distribuição

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A coleta e o congelamento do material genético dos reprodutores foram feitos pelas centrais de inseminação artificial parceiras do programa. A ABCZ já deu início ao envio gratuito das doses de sêmen para os rebanhos colaboradores participantes do Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ).

“De maneira inédita, as doses de sêmen também serão enviadas para os rebanhos participantes do PMGZ Comercial. Cada touro distribuirá 1.100 doses, sendo 600 doses para os participantes do PMGZ Corte e 500 para os participantes do PMGZ Comercial. A expectativa é que esta ação contribua não apenas para o aprimoramento dos rebanhos, mas também para o aumento da eficiência na produção de carne e leite, impulsionando a pecuária nacional”, destaca o Gerente de Fomento do PMGZ, Ricardo Abreu.

Neste ano, o PNAT classificou 20 touros, sendo 13 da raça Nelore, 2 Nelore Mocho, 2 Sindi e 3 Tabapuã. Para ser um rebanho colaborador do PNAT e receber gratuitamente doses de sêmen dos touros participantes, acesse o site da ABCZ, através do link: https://www.abcz.org.br/pmgz/pnat/rebanho-colaborador

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Pelo portal eletrônico também é possível acessar a lista dos touros aprovados no PNAT. A relação está disponível em: https://www.abcz.org.br/pmgz/pnat/resultados-pnat/resultados

Fonte: ABCZ

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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