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Primeira-dama e Secretária de Saúde estruturam serviços para a Casa do Autista

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A primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris, se reuniu nesta quarta-feira (12) com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, para iniciar a estruturação e a participação da pasta da Saúde no projeto da Casa do Autista, que será implantada no antigo prédio do Colégio Estadual Nilo Póvoas. A reunião teve como foco definir quais serviços e estruturas serão ofertados sob responsabilidade da Secretaria de Saúde e avaliar a possibilidade de habilitar o espaço como um Centro de Reabilitação, o que permitirá o recebimento de recursos de custeio do Ministério da Saúde.

O encontro também contou com a presença das diretoras Rosane Auxiliadora, de Atenção Especializada, e Ranaia Luma Vitalino da Silva, de Saúde Mental. Na ocasião, foram discutidos os aspectos técnicos, arquitetônicos e operacionais necessários para o funcionamento da unidade.

“Precisamos compreender, junto à área da saúde, como será desenvolvido o trabalho da Pasta dentro da Casa do Autista e quais serviços serão incorporados. A habilitação como Centro de Reabilitação é fundamental, pois permitirá receber recursos do Ministério da Saúde para o custeio das atividades e manutenção do espaço. Também precisamos viabilizar as equipes técnicas, estimar custos e organizar toda a estrutura operacional necessária”, destacou Samantha.

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A secretária Danielle Carmona informou que sua equipe técnica realizará uma vistoria no local para avaliar as condições estruturais e as adequações necessárias. O projeto transformará o prédio cedido pelo Governo do Estado em um complexo neurossensorial de referência para o atendimento de crianças autistas e outras pessoas neurodivergentes.

Antes da reunião com a Saúde, Samantha já havia promovido encontros de alinhamento com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão e com a Secretaria Municipal de Educação, fortalecendo a articulação intersetorial necessária para a implantação do projeto.

Idealizada por Samantha, a proposta ganhou força após a visita técnica a Balneário Camboriú (SC), onde foi conhecido o formato de atendimento. A iniciativa mobilizou empresários, parlamentares e mães cuiabanas em torno do sonho de oferecer um espaço completo para o cuidado das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do milho recua no Brasil com avanço da safrinha e demanda fraca; exportações seguem em ritmo positivo em junho

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O mercado brasileiro de milho encerrou a semana com viés de baixa nas cotações, refletindo um ambiente de demanda mais cautelosa e expectativas de aumento da oferta com o avanço da colheita da segunda safra (safrinha). Segundo a consultoria Safras & Mercado, os compradores seguem atuando de forma pontual, priorizando aquisições imediatas e aguardando maior disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

O cenário combina pressão de preços no mercado interno com fundamentos externos relativamente mais estáveis, ainda que sem força suficiente para sustentar altas no curto prazo.

Demanda interna segue lenta e compradores aguardam safra avançar

A movimentação no mercado físico do milho segue limitada, com consumidores adotando postura mais defensiva. As negociações são pontuais e o foco está na expectativa de entrada mais expressiva da safrinha no mercado ao longo das próximas semanas.

Apesar da colheita ainda estar em fase inicial em grande parte das regiões produtoras, produtores já começam a aumentar a oferta disponível, ajustando preços diante da necessidade de escoamento da produção.

Esse movimento de maior flexibilidade nas pedidas reforça o viés de baixa no curto prazo, em um ambiente de liquidez reduzida e compradores aguardando melhores oportunidades.

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Paridade de exportação perde força com Chicago fraca e dólar estável

No mercado externo, a paridade de exportação teve pouca variação ao longo da semana. O dólar apresentou movimentos moderados, enquanto a Bolsa de Chicago permaneceu próxima das mínimas recentes, pressionada pelo bom desenvolvimento das lavouras de milho nos Estados Unidos.

Esse cenário reduziu o suporte para os preços internos, limitando qualquer reação mais consistente no mercado físico brasileiro.

Milho recua no Brasil e preços variam entre regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 60,08 no dia 18 de junho, queda de 1,71% frente aos R$ 61,12 registrados na semana anterior.

Entre as principais praças acompanhadas, os preços foram os seguintes:

  • Cascavel (PR): R$ 58,00/saca (-3,33%)
  • Campinas (SP – CIF): R$ 65,00/saca (estável)
  • Mogiana (SP): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00/saca (estável)
  • Erechim (RS): R$ 68,00/saca (-1,45%)
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rio Verde (GO): R$ 56,00/saca (-3,45%)

O comportamento regional reforça um mercado heterogêneo, com pressão mais intensa em áreas próximas à colheita e maior estabilidade em polos consumidores.

Exportações de milho crescem em volume e receita em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações brasileiras de milho seguem em crescimento no início de junho.

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Até o momento (9 dias úteis), os dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam:

  • Receita total: US$ 61,626 milhões
  • Média diária: US$ 6,847 milhões
  • Volume exportado: 265,162 mil toneladas
  • Média diária: 29,462 mil toneladas
  • Preço médio: US$ 232,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 46,9% na receita média diária
  • Crescimento de 59,5% no volume exportado
  • Queda de 7,9% no preço médio por tonelada

O desempenho indica maior competitividade do milho brasileiro no mercado internacional, ainda que com preços médios mais pressionados.

Mercado do milho entra em fase decisiva com avanço da safrinha

Com a colheita da safrinha ganhando ritmo nas próximas semanas, o mercado de milho no Brasil tende a permanecer sob pressão no curto prazo. A combinação entre maior oferta, demanda interna contida e fundamentos externos mais fracos sustenta o viés de baixa, enquanto o desempenho das exportações segue como principal fator de equilíbrio para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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