AGRONEGÓCIO

Primeira-dama de Cuiabá e TJMT visitam Igreja Lagoinha para capacitação sobre autismo

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A primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris, e a vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, visitaram nesta quarta-feira (15) a Igreja Lagoinha, parceira na realização da próxima Capacitação e Conscientização em Autismo do projeto TJMT Inclusivo.

A iniciativa, promovida pela Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJMT, acontecerá no dia 5 de dezembro, com o apoio da Prefeitura de Cuiabá.

Durante a visita, a desembargadora Nilza Pôssas conheceu toda a estrutura da igreja, que será cedida para o evento, e elogiou a disponibilidade da comunidade em contribuir com uma causa tão relevante quanto a das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Samantha Iris agradeceu a parceria com a igreja por contribuir com o evento, previsto para reunir cerca de 2 mil participantes, entre servidores públicos, profissionais das áreas de saúde e educação, familiares e pessoas autistas. “A Igreja Lagoinha vai colaborar conosco cedendo o espaço para a capacitação sobre o autismo que o TJMT vai realizar aqui em Cuiabá no dia 5 de dezembro. Essa ação é muito importante e vai impactar a vida de muitas crianças e famílias. Agradeço pelo cuidado, pela disponibilidade e pelo apoio. Nós estamos honrados em poder realizar esse evento junto com o Tribunal de Justiça”, afirmou Samantha.

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Ela também destacou o papel fundamental do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, na articulação da parceria. O chefe do Poder Executivo conversou com o pastor Hugo, Presidente da igreja Lagoinha, solicitando o apoio para a realização do evento, que prontamente atendeu ao pedido.

“Nós agradecemos o apoio do pastor Hugo, da pastora Bianca e de toda a equipe da Igreja Lagoinha, que, além de ceder o espaço, tem buscado qualificar seus membros para lidar com crianças autistas, reforçando o compromisso com a inclusão e o cuidado com as famílias cuiabanas”, completou.

Acompanhando a visita, o pastor Maik Aquino, da Igreja Lagoinha em Cuiabá, expressou gratidão pela oportunidade de contribuir com o projeto e ressaltou o compromisso da igreja com ações que beneficiam a cidade.

“Para nós é um privilégio muito grande, uma honra mesmo. Estamos muito felizes com essa parceria, porque acreditamos que a igreja deve ser um braço que abençoa e apoia a cidade. É um privilégio enorme estar também abraçando essas crianças, as famílias, e essa área é uma área que toca muito o nosso coração”, declarou o pastor.

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#PraCegoVer

Na foto, a primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris, veste conjunto rosa. Ao lado, o pastor Maik Aquino usa camisa branca e jeans claro, e a desembargadora Nilza Pôssas está de vestido verde com estampa de folhas brancas. Também aparecem Adriana Escarpino, da equipe da igreja, de calça amarela e blazer preto, e o Dr. Antônio Veloso Peleja Junior, com blazer azul-marinho, camisa azul e calça cinza escura. Todos posam para a foto em um dos ambientes da Igreja Lagoinha.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Cachaça mineira movimenta mais de R$ 624 milhões e consolida Minas Gerais como líder nacional do setor

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Minas Gerais segue ampliando sua liderança na produção de cachaça no Brasil e reforçando a importância econômica e cultural da bebida para o agronegócio estadual. No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou um panorama atualizado do setor, revelando que a cadeia produtiva movimentou R$ 624,7 milhões em 2025.

Os números consolidam a força da cachaça mineira dentro e fora do país, além de evidenciar o crescimento da atividade em geração de renda, arrecadação e empregos formais.

De acordo com a Seapa, o estudo apresenta informações estratégicas sobre produção, mercado, exportações e desempenho econômico da cadeia produtiva. O material também reforça o papel da bebida como patrimônio cultural e ativo relevante para a expansão do agronegócio mineiro no mercado internacional.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, um dos principais destaques do levantamento é o avanço das vendas para fora de Minas Gerais. Atualmente, 54% do faturamento da cachaça mineira já vem do mercado interestadual e das exportações, demonstrando a crescente inserção do produto em novos mercados consumidores.

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Além do faturamento expressivo, o setor também tem forte impacto na arrecadação estadual. Em 2025, a cadeia produtiva gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, fortalecendo a contribuição da atividade para a economia mineira.

Minas concentra 40% dos produtores de cachaça do Brasil

O levantamento confirma que Minas Gerais permanece como o principal polo produtor de cachaça do país. O estado reúne 501 estabelecimentos formais registrados, número que representa cerca de 40% de todas as unidades produtoras do Brasil.

A ampla presença da atividade em diferentes regiões mineiras evidencia a tradição histórica da produção artesanal e industrial da bebida, além da importância da cadeia para pequenos produtores, agroindústrias familiares e empreendimentos rurais.

A distribuição da produção também fortalece economias regionais, impulsionando o turismo rural, a gastronomia típica e a valorização de produtos de origem mineira.

Exportações avançam e ampliam presença internacional

O mercado externo também vem ganhando relevância para o setor. Segundo a Seapa, a cachaça produzida em Minas Gerais ampliou sua presença internacional em 2025, com destaque para exportações destinadas ao Uruguai, Estados Unidos e Itália.

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Os três países concentram parcela significativa das vendas externas da bebida e reforçam o potencial da cachaça como produto estratégico para a internacionalização do agro mineiro.

A expansão internacional acompanha o aumento da valorização da cachaça premium e artesanal no exterior, especialmente em mercados que buscam bebidas destiladas com identidade regional, tradição e produção diferenciada.

Setor amplia geração de empregos e fortalece produção artesanal

Outro ponto destacado no levantamento é o crescimento dos empregos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. O setor mantém trajetória positiva nos últimos anos, refletindo o aumento da produção, da formalização e da demanda por produtos de maior valor agregado.

Com dados consolidados e análise detalhada, o panorama divulgado pela Seapa reforça a importância da cadeia produtiva da cachaça para Minas Gerais, tanto na geração de renda quanto na valorização da cultura regional e no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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