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Preocupação entre citricultores: Calor e seca comprometem produção de laranjas

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O tempo quente e a ausência de chuvas nas regiões citrícolas do estado de São Paulo têm causado preocupação entre os produtores de laranjas. Conforme pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), relatos de queda prematura dos frutos estão aumentando, especialmente em áreas afetadas pelo HLB, ou greening, uma doença que compromete a saúde das árvores.

Além disso, o calor excessivo e a seca prolongada prejudicam a qualidade das laranjas, deixando-as murchas e com queimaduras nas cascas, o que reduz a sua aceitação no mercado. Segundo os pesquisadores do Cepea, esse cenário adverso reflete diretamente na safra atual e pode ter consequências significativas para a produção em 2024/25.

A preocupação com a qualidade das laranjas e o impacto no volume de colheita para a próxima temporada é compreensível, uma vez que as condições climáticas registradas desde o segundo semestre do ano passado têm sido marcadas por temperaturas mais altas e chuvas abaixo da média.

O Fundecitrus (Fundo de Defesa da Citricultura) deve divulgar hoje o primeiro número oficial para a safra 2024/25. A expectativa é que esses dados confirmem as previsões dos especialistas, reforçando a necessidade de medidas para mitigar os efeitos do calor extremo e da falta de chuvas nas áreas de cultivo.

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Os citricultores de São Paulo estão em alerta, buscando soluções para proteger suas plantações e minimizar as perdas causadas por essas condições climáticas adversas. A atenção agora se volta para as estratégias que permitam uma adaptação eficaz ao novo cenário, garantindo a sustentabilidade da produção de laranjas no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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