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Premix Inaugura Fábrica no Paraguai: Expansão Internacional e Compromisso com a Pecuária Sustentável

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A Premix, renomada empresa brasileira de nutrição animal com mais de quatro décadas de experiência, anuncia um marco significativo em sua trajetória: a inauguração de sua primeira fábrica no Paraguai, denominada Premix Paraguay. Situada na cidade de Pedro Juan Caballero, Departamento de Amambay, essa nova unidade industrial representa um passo importante na expansão internacional da empresa, reforçando seu compromisso em oferecer soluções nutricionais inovadoras e sustentáveis para toda a América do Sul.

Potencial da Pecuária no Paraguai

O Paraguai desponta como um país com imenso potencial para o desenvolvimento da pecuária, impulsionado pelo crescimento contínuo do rebanho bovino e pela crescente demanda por produtos de carne de alta qualidade. Além disso, o país demonstra uma tendência ascendente na adoção de práticas sustentáveis na produção animal, buscando alternativas naturais para a nutrição bovina, em substituição aos antibióticos.

Tecnologia de Ponta e Compromisso Sustentável

A fábrica da Premix Paraguay está equipada com tecnologia de última geração para a produção de suplementos minerais de alta qualidade. Inicialmente, a unidade irá fornecer produtos inovadores, garantindo aos criadores paraguaios acesso a um portfólio completo de soluções nutricionais de alta qualidade e tecnologia comprovada. A empresa também se destaca pela sua equipe comercial experiente e qualificada, comprometida em oferecer soluções técnicas personalizadas para cada cliente.

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Comprometimento com o Desenvolvimento Sustentável

Fábio Procópio, gestor de Vendas para São Paulo, Paraná e Paraguai, destaca o planejamento meticuloso da empresa para iniciar suas operações no Paraguai. Ele ressalta o interesse da Premix na proximidade e no avanço das tecnologias aplicadas ao setor pecuário do país, além do compromisso em trazer um modelo de negócios sólido, aliado a soluções tecnológicas e sustentáveis.

O CEO da Premix, Marco Guidolin, enfatiza o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável da pecuária no Paraguai. Ele expressa confiança na inauguração da primeira unidade fabril no país e no potencial de se tornar um parceiro importante dos criadores paraguaios, oferecendo soluções nutricionais inovadoras e sustentáveis para impulsionar a produtividade e a qualidade da carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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