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Cuiabá avança na renovação do transporte coletivo com 41 novos ônibus

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A Prefeitura de Cuiabá segue avançando na modernização do transporte coletivo urbano com a incorporação de 41 novos ônibus, que começam a circular já na próxima semana. Os veículos substituem ônibus antigos, com mais de dez anos de fabricação, e integram um conjunto de ações que mantém atualmente 373 veículos em operação na Capital, com previsão de chegada de mais 17 novos ônibus nos próximos meses.

A renovação da frota é fruto de uma série de fiscalizações realizadas pela Cuiabá Regula, aliadas ao trabalho contínuo da Prefeitura para aperfeiçoar o sistema de transporte coletivo e garantir melhores condições aos usuários. Como parte desse processo, o município emitiu o documento do Novo PAC – Renovação de Frota (Refrota), do Ministério das Cidades, que autoriza as empresas concessionárias a participarem do programa federal de aquisição de novos ônibus. O documento valida que as propostas de renovação estão em conformidade com o contrato de concessão, as diretrizes de mobilidade urbana e a legislação de acessibilidade.

Os novos veículos foram adquiridos de forma solidária com a Prefeitura, que assegurou investimento de R$ 703 mil para a compra dos ônibus. A medida resulta da atuação firme da Cuiabá Regula, que vem cobrando o cumprimento rigoroso das obrigações contratuais por parte das empresas concessionárias.

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A nova frota vai beneficiar milhares de usuários diariamente, oferecendo mais conforto, segurança e acessibilidade. Todos os ônibus são novos, equipados com ar-condicionado, wi-fi, elevadores para cadeirantes, tecnologia de baixa emissão de carbono e portas com layout diferenciado, que facilitam o fluxo de passageiros e o embarque de pessoas com mobilidade reduzida.

A apresentação oficial da frota ocorre na próxima sexta-feira (6), às 9h, com a presença do diretor regulador de Transporte Coletivo Urbano, Carlos Rafael Carvalho. A meta da gestão municipal é que, até agosto, 100% da frota de ônibus de Cuiabá esteja climatizada, consolidando um novo padrão de qualidade no transporte público da Capital.

Segundo o diretor, a renovação é resultado direto da fiscalização. “A Cuiabá Regula tem atuado de forma firme para garantir a substituição de ônibus defasados, conforme previsto no contrato de concessão. O objetivo é assegurar um transporte mais moderno, acessível e ambientalmente responsável para a população”, afirmou.

Câmeras de reconhecimento facial e proteção às mulheres

Outro avanço importante está na área da segurança. Os novos ônibus contam com câmeras de reconhecimento facial, tecnologia que auxilia no combate ao assédio e a furtos, com garantia de acesso às imagens para mulheres vítimas de violência. Além disso, a frota passa a exibir busdoors com campanhas de enfrentamento à violência contra a mulher, reforçando que o assédio no transporte coletivo é crime.

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Somente neste ano, já foram registradas inúmeras denúncias relacionadas a assédio nos ônibus. Diante desse cenário, a Prefeitura lançará uma campanha educativa em toda a frota por 30 dias, com ações de conscientização voltadas aos usuários.

Serviço

O que: Entrega de novos ônibus

Onde: Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA) – em frente a Fiemt

Quando: Sexta-feira (5)

Hora: 9h30

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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