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Prefeitura transforma infraestrutura esportiva e supera marca de 100 espaços contemplados

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, ultrapassou a marca de 50 quadras revitalizadas na capital. A 50ª entrega ocorreu no bairro Areão, e a 51ª quadra, localizada no Tijucal, está em fase final de preparação para ser entregue à comunidade.

As revitalizações fazem parte de um conjunto de ações voltadas à recuperação da infraestrutura esportiva da cidade. Além das quadras, a secretaria também realiza intervenções em miniestádios, ginásios e outros equipamentos públicos destinados à prática esportiva e ao lazer.

Segundo o secretário-adjunto de Esporte e Lazer, Pablo Queiroz, a pasta mantém uma rotina permanente de manutenção e conservação dos espaços esportivos municipais. “Atualmente, realizamos mais de 80 atendimentos por mês, que incluem corte de grama e serviços de zeladoria nos 36 miniestádios sob responsabilidade da secretaria”, afirmou.

De acordo com ele, os atendimentos mensais não se confundem com as ações de revitalização. Somando quadras, miniestádios, ginásios e demais estruturas que receberam algum tipo de intervenção, a secretaria já ultrapassou a marca de 100 espaços esportivos contemplados.

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“Temos 36 miniestádios, 51 quadras revitalizadas, além de ginásios, quadras cobertas e outros espaços que receberam melhorias, alguns deles em parceria com outras instituições. Considerando todas essas ações, já superamos 100 locais beneficiados”, explicou.

A quadra do Areão recebeu novo piso de polipropileno e melhorias estruturais para ampliar as condições de uso pelos moradores. A revitalização integra uma série de intervenções realizadas em diferentes regiões da capital.

A vereadora Michelly Alencar, que acompanhou a revitalização do espaço no Areão, destacou os impactos da recuperação dos equipamentos públicos para a comunidade. “Quando recuperamos um espaço como esse, estamos criando oportunidades para que crianças, jovens e famílias tenham acesso a um ambiente adequado para a prática esportiva e para a convivência comunitária. São investimentos que refletem diretamente na qualidade de vida da população”, afirmou.

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, ressaltou que o trabalho vai além da recuperação física dos espaços. “Mais do que números, cada espaço revitalizado representa uma oportunidade para a comunidade ocupar áreas públicas de forma positiva, por meio do esporte, do lazer e da integração social. Seguimos trabalhando para ampliar esse alcance, garantindo estruturas mais adequadas para atender moradores de todas as regiões da cidade”, declarou.

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Desde o início do atual cronograma de obras, bairros como Pedregal, Pascoal Ramos, CPA I, Jardim Imperial, Pedra 90, Boa Esperança, Nova Canaã, Três Barras, Parque Cuiabá, Dom Aquino, Quilombo, Lixeira, Cidade Verde e Areão foram contemplados com melhorias em equipamentos esportivos. Clique e veja a lista completa de quadras revitalizadas desde 2025.

Conforme a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, os trabalhos continuam em diferentes regiões da capital, com foco na manutenção, recuperação e adequação de espaços públicos destinados à prática esportiva e às atividades de lazer da população. A próxima entrega prevista é a quadra do Ginásio do Tijucal, que está recebendo piso de polipropileno, material que representa um avanço significativo na qualidade dos espaços esportivos da capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Área de cevada no Rio Grande do Sul deve encolher mais de 30% em 2026 com temor do El Niño

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A área cultivada com cevada no Rio Grande do Sul deverá registrar forte retração na safra de 2026. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a redução pode superar 30% em relação ao ciclo anterior, refletindo a preocupação dos produtores com os riscos climáticos associados à possível atuação do fenômeno El Niño durante o período de desenvolvimento da cultura.

A implantação das lavouras está em fase inicial no Estado, mas muitos agricultores já demonstram cautela diante das previsões meteorológicas para o inverno e a primavera, fatores decisivos para o desempenho produtivo da cevada.

El Niño aumenta percepção de risco no campo

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a expectativa de um cenário climático mais instável tem sido o principal motivo para a diminuição da área destinada à cultura.

Mesmo com a oferta de contratos de integração e comercialização por parte da indústria cervejeira, tradicional compradora da produção gaúcha, muitos produtores optaram por reduzir os investimentos na cevada ou direcionar áreas para outras culturas de inverno consideradas menos suscetíveis aos riscos previstos.

A possibilidade de excesso de chuvas durante fases importantes do ciclo produtivo preocupa o setor, uma vez que pode comprometer a qualidade dos grãos e reduzir o potencial de rendimento das lavouras.

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Lavouras implantadas apresentam bom desenvolvimento

Apesar das incertezas para o restante da temporada, as áreas já semeadas apresentam condições satisfatórias de desenvolvimento.

Segundo os técnicos da Emater/RS-Ascar, a emergência das plantas ocorreu de forma adequada e o crescimento vegetativo está dentro do padrão esperado para esta fase da cultura. As condições iniciais de cultivo são consideradas favoráveis, contribuindo para um bom estabelecimento das lavouras.

O desempenho final da safra, entretanto, dependerá do comportamento climático nos próximos meses.

Erechim lidera retração da área cultivada

A região administrativa de Erechim, principal polo produtor de cevada do Rio Grande do Sul, deverá registrar uma das maiores reduções de área no Estado.

As projeções apontam que a área cultivada ficará abaixo de 6 mil hectares em 2026, representando queda superior a 35% em comparação com a safra anterior.

O movimento reforça a tendência observada em todo o território gaúcho, onde produtores avaliam com cautela os custos de produção e os riscos associados ao clima.

Safra anterior alcançou mais de 32 mil hectares

Os números finais da área plantada para a safra 2026 ainda estão sendo levantados pela Emater/RS-Ascar. Na temporada passada, o Rio Grande do Sul cultivou 32.010 hectares de cevada, com produtividade média de 3.622 quilos por hectare.

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O Estado responde pela maior parte da produção nacional da cultura, sendo peça fundamental para o abastecimento da indústria de malte e cerveja no Brasil.

Preço da cevada permanece estável

No mercado, a cevada destinada à indústria de malte segue sendo negociada a preços considerados estáveis.

Levantamento da Emater/RS-Ascar indica que, na região de Erechim, a saca de 60 quilos está cotada, em média, a R$ 80,00.

O comportamento dos preços ao longo da temporada dependerá da evolução da área efetivamente cultivada, das condições climáticas e da qualidade dos grãos colhidos, fatores que poderão influenciar diretamente a oferta disponível para a indústria.

Clima será decisivo para a safra 2026

As atenções do setor permanecem voltadas para as previsões meteorológicas dos próximos meses. Caso o El Niño se confirme com maior intensidade, os impactos poderão ir além da redução de área, afetando também produtividade e qualidade da produção.

Diante desse cenário, produtores, cooperativas e indústrias acompanham de perto a evolução das condições climáticas, que deverão definir os rumos da safra de cevada no principal estado produtor do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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