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Prefeitura testa robô que desentope bueiros na região da Prainha

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Durante as comemorações dos 306 anos de Cuiabá, nesta terça-feira (8), o prefeito Abilio Brunini apresentou uma nova tecnologia que pode ajudar a combater alagamentos na capital. Trata-se de um robô de inspeção e limpeza de redes pluviais, que está sendo testado pela prefeitura por uma semana.

A demonstração foi feita dentro do mutirão de limpeza promovido no aniversário da cidade. Um novo teste será feito na região da Prainha, no centro de Cuiabá, hoje às 14h, área que historicamente apresenta uma série de alagamentos.

A empresa responsável está apresentando a tecnologia sem custos durante esse período de testes. Caso os resultados sejam satisfatórios, a gestão municipal deve aderir a uma ata de registro de preços já utilizada por outras cidades para contratar os serviços.

“A empresa veio apresentar o trabalho dela. Estamos testando por sete dias e, se os resultados forem bons e o preço continuar sendo o menor, a gente pode fazer a adesão da ata. Não queremos contratar no escuro. Antes, precisamos saber a qualidade do serviço”, afirmou o prefeito.

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A tecnologia permite identificar com precisão obstruções, rachaduras e ligações clandestinas na tubulação, com auxílio de robôs, drones e caminhões de alta pressão. Segundo Thiago Simmonds, técnico da Goldman, o procedimento começa com a limpeza das redes, para só então o robô realizar a inspeção detalhada.

“É uma inspeção robotizada. Conseguimos detectar entupimentos e anomalias com exatidão de metros. Depois disso, entregamos o relatório para que a prefeitura realize os reparos”, explicou Simmonds.

Abilio destacou que a tecnologia já é usada há mais de um ano em outras cidades e pode ser essencial para Cuiabá: “Quando chove, a cidade alaga. Esse robô vai ajudar a resolver o problema, limpando bocas de lobo e desentupindo os tubos com precisão e eficiência”.

#PraCegoVer

A imagem mostra o prefeito ao lado do novo diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, apresentando o robô para a imprensa, durante coletiva realizada na manhã desta terça-feira (8).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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