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Prefeitura realiza operação tapa-buraco no Jardim das Palmeiras neste sábado (3)

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras (SMOP), realizou neste sábado (3) mais uma ação de tapa-buraco no bairro Jardim das Palmeiras, na Avenida das Seringueiras. Mais de 80 mil buracos já foram tapados em Cuiabá, com atendimento em todos os bairros, por determinação do prefeito Abilio Brunini.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, o reaparecimento de buracos neste período é consequência direta das chuvas intensas, somadas ao desgaste natural de uma malha asfáltica antiga. Ele explica que, apesar de o bairro ter recebido serviços de tapa-buraco nos meses de junho e julho, o período chuvoso provoca novamente a abertura de buracos, situação que se repete em diversas regiões da cidade.

“Nós já estivemos aqui fazendo o levantamento e, neste sábado, estamos atendendo. Continuaremos na semana que vem. É importante destacar que o período chuvoso exige manutenção constante. Isso vai acontecer em toda a cidade, porque temos uma malha asfáltica antiga. Vamos atender a população”, destacou o secretário.

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Reginaldo Teixeira reforça a importância da participação da população no envio de demandas, conforme cronograma contínuo de manutenção viária em toda a capital. Para facilitar o contato, a secretaria disponibiliza uma plataforma digital na qual o cidadão pode registrar solicitações, informar o endereço, anexar fotos e acompanhar o andamento do serviço, com opção de retorno por e-mail ou WhatsApp. As solicitações também podem ser feitas pelo ZapObras, no número (65) 9 9216-0484, que gera protocolo e permite o acompanhamento em tempo real. “Encaminhem as demandas, que vamos incluí-las em um planejamento para atendimento”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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