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Prefeitura projeta retirar 30 toneladas de lixo do Morro da Luz

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O Morro da Luz, local histórico da capital, está sendo revitalizado por um grande mutirão de limpeza. A ação, iniciada nesta segunda-feira (17), é realizada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). No primeiro dia de trabalho, foram retiradas 10 toneladas de resíduos do local, encaminhados para o aterro sanitário. A expectativa é que, ao longo dos próximos dias, aproximadamente 30 toneladas de materiais sejam removidas, incluindo entulhos, vegetação e lixo descartado de forma irregular.

Além da limpeza, a operação contempla uma série de melhorias na área, como pintura de meio-fio, capinação, roçagem, varrição e manutenção da iluminação pública. Para garantir maior eficiência nos serviços, 30 funcionários estão mobilizados exclusivamente para a revitalização do espaço.

Outro foco do mutirão é a eliminação de bolsões de lixo e a remoção de materiais que possam acumular água parada, como pneus, plásticos e latas. Essa iniciativa contribui diretamente para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.

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“A gestão municipal tem trabalhado continuamente para manter a cidade limpa e organizada, e o Morro da Luz é um local histórico que merece atenção especial. Com essa ação, além de melhorar a estética do espaço, estamos garantindo mais segurança e qualidade de vida para a população”, destacou o diretor-geral da Limpurb, Reginaldo Teixeira

A operação conta ainda com o apoio de caminhões cata-treco, utilizados para recolher e destinar corretamente os resíduos descartados pela população.

#PraCegoVer
Na imagem, profissionais da Limpurb realizam a capinagem da vegetação no Morro da Luz. No canto esquerdo, uma placa marrom sinaliza que o local é um ponto turístico de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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