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Prefeitura firma convênio com Hospital Geral e lança projeto S.O.S. Infarto

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A Prefeitura de Cuiabá deu mais um importante passo na qualificação da saúde pública da capital com a assinatura de um novo convênio em parceria com o Hospital Geral de Cuiabá. Trata-se do projeto S.O.S. Infarto, uma iniciativa estratégica que visa garantir atendimento rápido e eficaz aos pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), com ênfase na assistência nas primeiras três horas após o início dos sintomas, período considerado crítico para a sobrevida e o prognóstico do paciente.

O Hospital Geral de Cuiabá, referência em cardiologia no estado de Mato Grosso, será a unidade central de acolhimento dos pacientes infartados, garantindo um fluxo rápido e direto do diagnóstico ao tratamento, sem a necessidade de aguardar por regulação. Essa mudança representa um avanço significativo na resposta de emergência cardiovascular do município.

O projeto é uma resposta efetiva à demanda por um sistema mais ágil e resolutivo no cuidado ao paciente com infarto, reduzindo o tempo entre os primeiros sintomas e o início do tratamento especializado.

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De acordo com a secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Lucia Helena Barboza, o atendimento tem início já na porta de entrada de qualquer unidade de pronto atendimento da capital. “O paciente chega à unidade de pronto atendimento com qualquer um dos sintomas sugestivos de infarto e, imediatamente, é encaminhado para realizar o eletro. Se o exame evidenciar um tipo específico de infarto, esse paciente se enquadra no protocolo do projeto. Ele já recebe a medicação de urgência, que está previamente definida, e é acionada a central para que receba atendimento em menos de duas horas”, explicou a gestora.

A secretária também reforçou que todas as unidades de saúde de urgência de Cuiabá estão equipadas com eletrocardiógrafos para viabilizar o diagnóstico precoce.

“Todas as unidades têm eletro. E como o atendimento é feito precocemente, a alta do paciente também acontece de forma mais rápida. Não é mais aquele paciente que fica 10, 12 dias aguardando um cateterismo. Agora, é um atendimento com mais rotatividade”, afirmou.

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O cardiologista Dr. Marcos Vinícius, que integra o corpo clínico do Hospital Geral de Cuiabá, também destacou os avanços promovidos pela iniciativa. “O projeto S.O.S. Infarto vai agilizar o atendimento ao paciente com suspeita de infarto, trazendo celeridade no diagnóstico e viabilizando a chegada rápida à unidade de referência. Quem realiza o primeiro atendimento entra em contato direto com a equipe de ponta, para que a transferência ocorra de forma direta, sem necessidade de passar por sistema ou regulação”, explicou o médico.

#PraCegoVer

A foto mostra a fachada do prédio da Secretaria Municipal de Saúde. O prédio tem janelas amplas nas cores branca e cinza.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Tecnologia no campo permite ao produtor reduzir impactos do clima e aumentar a previsibilidade da produção agrícola

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A agricultura brasileira vive um cenário de contrastes. Ao mesmo tempo em que registra recordes de produção e reforça sua importância econômica, o setor enfrenta desafios crescentes relacionados à irregularidade climática, custos elevados e à necessidade constante de ganho de produtividade.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o país atingiu uma safra histórica de 346,1 milhões de toneladas em 2025. No entanto, as projeções para 2026 indicam leve retração, influenciada principalmente por condições climáticas adversas e margens mais pressionadas no campo. O contexto reforça uma mudança estrutural no setor: o aumento da produção depende cada vez mais de eficiência, e não apenas de expansão de área.

Produção agrícola no Espírito Santo e Minas Gerais enfrenta desafios climáticos

Esse movimento já é perceptível em polos produtivos estratégicos do país. Na Região Serrana do Espírito Santo, culturas como hortifrúti e gengibre ganham relevância econômica, mas enfrentam desafios ligados à retenção de água no solo e à manutenção do vigor das plantas em períodos de estresse hídrico.

O gengibre, inclusive, se destaca como uma das culturas relevantes da agricultura capixaba, integrando uma cadeia produtiva em expansão no estado.

Já no Alto Paranaíba, em Minas Gerais, a cafeicultura segue como principal atividade. A produção nacional de café deve alcançar cerca de 66,2 milhões de sacas em 2026, um crescimento de 17,1%, impulsionado por condições climáticas mais favoráveis e pela adoção de tecnologias no campo. Ainda assim, o desempenho da cultura permanece altamente dependente da regularidade das chuvas e de um manejo eficiente ao longo do ciclo produtivo.

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Tecnologias agrícolas ampliam eficiência no uso da água e no desenvolvimento das plantas

Diante desse cenário, tecnologias voltadas à gestão hídrica e ao desenvolvimento fisiológico das plantas têm ganhado espaço no campo. Soluções como géis agrícolas e compostos naturais vêm sendo utilizadas para melhorar a disponibilidade de água no solo, reduzir perdas e aumentar o aproveitamento de insumos.

Na prática, produtos como o HyB Plus atuam na retenção e liberação gradual de água na zona radicular, favorecendo o desenvolvimento inicial das culturas e reduzindo os impactos de períodos de estiagem. Já soluções aplicadas à irrigação, como a linha HB 10, têm como foco aumentar a eficiência da água aplicada, reduzindo perdas por percolação e melhorando sua distribuição no solo.

Além disso, produtos naturais como Hapan e Valko atuam no estímulo fisiológico das plantas, contribuindo para maior equilíbrio e melhor resposta produtiva ao longo do ciclo.

Tecnologia deixa de ser diferencial e passa a ser estratégia de produção

Segundo o gerente comercial da Hydroplan-EB, Francisco Carvalho, empresa referência na aplicação de gel na agricultura e no uso de produtos de origem natural, como óleos essenciais e fertilizantes especiais, o avanço dessas tecnologias reflete uma mudança na forma como o produtor rural gerencia a lavoura.

“O produtor rural hoje precisa produzir mais com menos margem para erro. A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser parte da estratégia. Quando falamos de água e desenvolvimento de planta, estamos falando diretamente de produtividade e previsibilidade de resultado”, afirma.

Agricultura mais técnica busca estabilidade e eficiência produtiva

No campo, essa transformação já é perceptível. O foco do produtor deixa de estar apenas no volume produzido e passa a incluir fatores como estabilidade de resultados, qualidade da produção e melhor uso dos recursos disponíveis.

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Em um ambiente cada vez mais técnico e exigente, a capacidade de adaptar o manejo às condições climáticas e do solo pode ser determinante não apenas para o aumento da produtividade, mas também para a viabilidade econômica da atividade.

A tendência indica que essa mudança não é pontual, mas estrutural, consolidando um novo modelo de gestão agrícola baseado em eficiência e previsibilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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