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Prefeitura faz Réveillon no Parque das Águas com shows nacionais

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, está organizando uma grande festa para celebrar a chegada de 2026, no Parque das Águas. Denominado “Réveillon da Família Parque das Águas”, o evento promete reunir milhares de pessoas em uma noite especial marcada por música, entretenimento e celebração.

A programação terá início às 18h do dia 31 de dezembro, com uma série de apresentações musicais pensadas para todos os públicos. Entre as atrações principais estão nomes consagrados do cenário musical, como Rosa de Saron, Samuel Eleotério e Fernanda Brum, além de diversos artistas regionais: Banda Os Bençãos, Bruno Cerqueira e banda e Banda Gaudium.

O ponto alto da noite será a contagem regressiva para 2026, acompanhada de um espetáculo de queima de fogos, preparado para encantar o público sem abrir mão da segurança e da organização. Toda a estrutura do Parque das Águas será mobilizada para receber o evento, com atenção especial à mobilidade, acessibilidade e aos serviços de apoio ao cidadão.

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De acordo com o secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, o objetivo é promover um Réveillon acolhedor, gratuito e de qualidade, reforçando o Parque das Águas como um dos principais espaços de convivência da capital. “A festa de virada já se consolidou como um dos momentos mais aguardados do calendário cuiabano, fortalecendo o turismo local e oferecendo à população uma alternativa segura para celebrar o início de um novo ano.”, frisou.

A expectativa é de que o evento agregue movimento à economia criativa, valorização dos artistas locais e proporcione uma noite inesquecível aos participantes. “Com isso, Cuiabá se prepara para dar as boas-vindas a 2026 em grande estilo, unindo fé, música e alegria às margens do Parque das Águas.”, concluiu o secretário.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Rastreabilidade muda controle do gado e exigirá adaptação até 2032

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A pecuária brasileira entrou em uma transição que deverá mudar a forma como produtores, frigoríficos e órgãos de defesa sanitária acompanham a movimentação do rebanho. O Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB) prevê que, até o fim de 2032, bovinos e búfalos que circularem pelo País estejam identificados individualmente, permitindo acompanhar o histórico de cada animal ao longo da cadeia.

A mudança não significa, porém, que o pecuarista tenha de identificar imediatamente todos os animais da propriedade. Em 2026, o programa está em sua segunda etapa, destinada principalmente à adequação dos sistemas de informação dos Estados e à integração das bases estaduais com a estrutura nacional. A identificação dos animais será ampliada gradualmente nos próximos anos.

Hoje, grande parte do controle sanitário brasileiro é feita a partir da propriedade e dos lotes de animais, com registros de rebanho e documentos como a Guia de Trânsito Animal (GTA). Com o novo modelo, cada bovino ou búfalo passará a ter uma identificação única associada a informações sobre sua movimentação.

Na prática, o sistema permitirá saber com maior precisão por quais propriedades determinado animal passou. Em caso de ocorrência de uma doença, por exemplo, o serviço de defesa agropecuária poderá localizar os animais relacionados ao foco e as propriedades pelas quais circularam, reduzindo a necessidade de medidas generalizadas sobre regiões ou rebanhos inteiros.

O PNIB também cria condições para atender uma exigência crescente dos compradores de carne brasileira. Mercados importadores vêm ampliando cobranças relacionadas à origem dos animais, segurança sanitária e comprovação da cadeia produtiva. A rastreabilidade individual aproxima o Brasil do modelo adotado por outros grandes fornecedores internacionais de carne bovina e pode facilitar o atendimento a protocolos comerciais mais rigorosos.

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Para o produtor, a identificação também poderá ser utilizada como ferramenta de gestão. Associado a sistemas próprios da fazenda, o código individual permite acompanhar ganho de peso, reprodução, tratamentos sanitários e desempenho de cada animal. O benefício, no entanto, dependerá da organização dos dados da propriedade e da integração dessas informações aos sistemas oficiais.

O cronograma estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) começou em 2025, com a estruturação da base nacional de dados. Durante 2026, os órgãos estaduais de defesa sanitária devem adaptar seus sistemas para permitir a comunicação com a plataforma federal.

A mudança começa a chegar diretamente ao curral entre 2027 e 2029. Nessa etapa, a identificação individual deverá avançar entre animais submetidos a determinados manejos sanitários, especialmente fêmeas vacinadas contra brucelose, além daqueles participantes de protocolos privados de rastreabilidade.

A etapa final está prevista para ocorrer entre 2030 e 2032. Nesse período, a identificação será ampliada aos bovinos e búfalos antes da primeira movimentação, independentemente da finalidade do trânsito. A previsão oficial é concluir o processo em 31 de dezembro de 2032.

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Os animais receberão códigos individuais vinculados aos sistemas oficiais. Os meios de identificação poderão incluir dispositivos visuais e eletrônicos, conforme as normas técnicas aplicáveis e a evolução da regulamentação durante a implantação do programa.

Para o pecuarista, portanto, a principal providência neste momento não é sair identificando todo o rebanho por conta própria, mas acompanhar as regras adotadas pelo serviço de defesa agropecuária de seu Estado e começar a organizar os registros da propriedade. Cadastro do rebanho, movimentações, origem e destino dos animais e informações sanitárias ganharão importância crescente à medida que o PNIB avançar.

A implantação do sistema será uma das maiores operações de rastreabilidade pecuária do mundo. O Brasil possui um rebanho superior a 238 milhões de bovinos e búfalos e pretende fazer a transição sem interromper a movimentação comercial dos animais ou criar uma exigência imediata para todas as propriedades.

Mais do que colocar um número em cada boi, o novo sistema muda a lógica do controle da pecuária brasileira. A identificação deixa de acompanhar apenas o lote e passa, progressivamente, a acompanhar o próprio animal. Para quem produz, isso significa mais informação para administrar, mas também pode significar maior segurança sanitária, acesso a mercados e capacidade de comprovar a origem do produto.

Fonte: Pensar Agro

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