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Prefeitura entrega nova ponte na zona rural e amplia acesso à Comunidade Santa Tereza

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A Prefeitura de Cuiabá concluiu, na semana passada, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, a construção de uma ponte de madeira sobre o Rio Aricá, na Comunidade Santa Tereza, localizada na zona rural, a cerca de 70 quilômetros da capital. A execução contou com a parceria dos moradores, o que garantiu maior agilidade, considerando que a travessia é essencial para a população local e havia sido comprometida após a passagem de um caminhão de grande porte.

Em 2024, uma ponte com estrutura de concreto chegou a ter as obras iniciadas, mas não foi concluída. O projeto passou por readequações e, atualmente, aguarda aprovação da Caixa Econômica Federal para que os trabalhos sejam retomados e finalizados. Enquanto isso, um desvio foi disponibilizado para manter o acesso à comunidade.

No ano passado, a Prefeitura de Cuiabá também executou intervenções em outras regiões rurais e urbanas. Foram concluídas a recuperação de uma ponte de madeira na zona rural do Taquarassu, na área de cabeceira, a recuperação de uma ponte de concreto no bairro Canjica e a construção de uma ponte de concreto na zona rural do Taquaral.

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Está em fase de finalização a recuperação da cabeceira da ponte do Moinho, que liga os bairros Planalto e Altos da Serra. Permanecem paralisadas a construção da ponte de concreto sobre o Rio Machado, na zona rural do Aguaçu, e a ponte de concreto sobre o Rio Aricá, que aguarda aprovação da readequação do projeto.

O planejamento da administração municipal também prevê a elaboração do projeto para a construção da ponte do Moinho, no córrego Gumita Santa Cruz. A obra deverá ser executada em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística.

O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, destacou que a gestão mantém o acompanhamento das obras em andamento e trabalha para viabilizar a retomada dos empreendimentos que dependem de ajustes técnicos e autorizações, com foco na melhoria da mobilidade e da infraestrutura do município.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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