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BASF Revoluciona Agricultura com Nova Linha de Bioadjuvantes

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A BASF, líder global em soluções químicas, dá um passo significativo em direção à agricultura sustentável com o lançamento da linha de bioadjuvantes Agnique® BioHance. Estes produtos inovadores promovem a eficácia dos defensivos biológicos, reforçando o arsenal da agricultura moderna com soluções que impulsionam tanto a produtividade das culturas quanto a preservação ambiental.

A Aliança da Tecnologia com a Natureza

Desenvolvidos a partir de ingredientes ativos naturais, os biodefensivos têm como missão combater pragas e doenças agrícolas por meio de extratos vegetais, inimigos naturais e microrganismos como fungos e bactérias. Os bioadjuvantes Agnique® BioHance, por sua vez, são compostos químicos seguros que potencializam a ação desses defensivos, promovendo uma agricultura mais sustentável e produtiva.

André Karadi, responsável pelos adjuvantes da BASF para a América do Sul, destaca: “Os bioadjuvantes são essenciais para aprimorar o desempenho dos organismos biológicos como protetores das culturas, fortalecendo a agricultura de forma responsável e eficaz”.

A Ciência a Serviço da Eficiência

Os adjuvantes para biológicos desempenham um papel fundamental ao aumentar a eficiência e modificar propriedades das soluções, facilitando sua aplicação e minimizando fatores externos que podem prejudicar o desempenho dos defensivos. São soluções de origem biológica ou vegetal, biodegradáveis e que contribuem efetivamente para a sustentabilidade agrícola.

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Resultados Promissores

Os bioadjuvantes Agnique® BioHance foram testados com sucesso em uma variedade de patógenos, como míldio, oídio, crosta, mofo branco, molde cinza, manchas das folhas, ferrugem, mancha bacteriana e requeima tardia. Em ensaios, a utilização destes bioadjuvantes mostrou resultados comparáveis e, em alguns casos, superiores aos obtidos com defensivos químicos tradicionais.

Compromisso com o Futuro

A BASF, com um portfólio de mais de 60 produtos biológicos disponíveis, continua comprometida em impulsionar a agricultura sustentável. Os bioadjuvantes Agnique® BioHance representam mais um avanço nesse caminho, oferecendo soluções eficazes e ecologicamente responsáveis para os desafios da produção agrícola contemporânea.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Desmama mal conduzida pode comprometer ganho de peso e rentabilidade na pecuária de corte

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A fase de desmama continua sendo um dos momentos mais sensíveis dentro da pecuária de corte, exigindo atenção redobrada dos produtores para evitar perdas de desempenho, queda de peso e impactos negativos ao longo de todo o ciclo produtivo.

O estresse provocado pela separação da vaca, aliado às mudanças bruscas de ambiente e alimentação, pode comprometer a imunidade dos bezerros e reduzir significativamente a eficiência na recria e na engorda.

Especialistas do setor alertam que a adoção de manejo estratégico e suplementação adequada é fundamental para minimizar os efeitos negativos desse período e preservar o potencial produtivo dos animais.

O estresse da desmama impacta desempenho do rebanho

O desmame normalmente ocorre entre os 6 e 8 meses de idade, fase em que o bezerro perde o contato direto com a mãe e precisa se adaptar rapidamente a uma nova rotina alimentar e de manejo.

Segundo Bruno Marson, esse processo pode gerar forte impacto no desempenho dos animais.

“Antes o bezerro estava junto da mãe, em ambiente confortável e adaptado. Quando ocorre a separação abrupta, é comum haver queda expressiva de peso nos primeiros 30 a 40 dias pós-desmame. Um manejo inadequado nessa fase pode comprometer toda a eficiência futura do animal na recria e terminação”, explica.

Separação abrupta e manejo inadequado elevam riscos

Entre os principais fatores que aumentam o estresse durante a desmama estão:

  • Separação repentina da vaca
  • Mudança brusca na alimentação
  • Transporte para novas propriedades
  • Troca de pastagem
  • Vacinação e vermifugação simultâneas
  • Excesso de manejo no mesmo período
  • Alta lotação e aglomeração
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De acordo com especialistas, o desmame abrupto provoca forte reação comportamental, incluindo vocalização excessiva, ansiedade e redução do consumo alimentar.

Além disso, a interrupção do fornecimento de leite materno exige rápida adaptação metabólica e nutricional dos bezerros.

Perda de peso reduz eficiência econômica da produção

A queda de desempenho registrada após a desmama impacta diretamente a rentabilidade da atividade pecuária.

Animais que sofrem perdas acentuadas de peso nessa fase tendem a apresentar menor eficiência alimentar, pior conversão e maior tempo para atingir o peso ideal de abate.

Em muitos casos, o prejuízo acompanha o animal durante toda a fase de recria e engorda.

Por isso, o manejo correto passou a ser visto como ferramenta estratégica para preservar desempenho zootécnico e melhorar os resultados econômicos das propriedades.

Suplementação nutricional ganha espaço no pós-desmama

Além do manejo gradual, a suplementação adequada tem sido utilizada para reduzir os efeitos do estresse e melhorar a adaptação dos animais após a separação.

A Connan anunciou a reformulação do suplemento Connan Master Desmama, desenvolvido especificamente para o período pós-desmame.

O produto recebeu um novo aditivo à base de parede celular de leveduras, tecnologia voltada ao fortalecimento da imunidade e ao equilíbrio da flora intestinal dos bezerros.

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Segundo Bruno Marson, a recomendação é que a suplementação seja utilizada por um período entre 30 e 50 dias após a desmama.

Bem-estar animal e produtividade caminham juntos

De acordo com a empresa, o objetivo é reduzir os impactos fisiológicos da separação e melhorar o desempenho dos animais durante a adaptação ao novo sistema alimentar.

“O suplemento atende às exigências nutricionais dessa fase, melhora a palatabilidade e fortalece a saúde do animal. Quando utilizado corretamente, o ganho adicional pode chegar a até 10 quilos por cabeça no período”, afirma Marson.

O avanço de estratégias nutricionais e de manejo reforça uma tendência crescente na pecuária brasileira: integrar bem-estar animal, sanidade e eficiência produtiva como pilares centrais para aumentar competitividade e rentabilidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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