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Prefeitura endurece medidas contra donos de terrenos baldios em Cuiabá

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O prefeito Abilio Brunini determinou, nesta terça-feira (25), o endurecimento de medidas contra proprietários de terrenos baldios com acúmulo de sujeira em Cuiabá.

Agora, proprietários serão multados por fiscais da Ordem Pública, sem notificação prévia. A decisão se embasa no decreto de emergência na saúde publicado no dia 23 de janeiro na Gazeta Municipal, por conta do aumento de casos de dengue e chikungunya.

“Tudo que estiver sujo, causando dengue, chikungunya, nós vamos endurecer as regras. Já está valendo o decreto que reconhece a situação de emergência na saúde de Cuiabá. E, a partir de agora, a fiscalização vai multar todos os terrenos baldios que estão sujos”, destacou.

O prefeito também destacou que proprietários dos imóveis deverão ter consciência da necessidade de limpar as calçadas. “Aproveite para regularizar o seu imóvel. Estamos numa situação muito crítica de dengue e chikungunya”, concluiu Abilio.

A secretária de Ordem Pública, Juliana Palhares, ressaltou que os proprietários deverão arcar com a responsabilidade de manter terrenos completamente abandonados e sujos.

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“O entendimento que fizemos de toda a legislação nos permite agora não mais notificar, mas, multar esses proprietários que não cumprem o ônus de ser proprietários de manter os seus terrenos limpos”, disse.,

O procurador-geral do município, Luis Antônio Araújo, ressalta que as dívidas não pagas por violações a lei serão cobradas na Justiça.

“Vamos inscrever na dívida ativa e, em seguida, nós vamos executar a cobrança na Justiça com as penhoras cabíveis a essas pessoas que não cumprem a legislação municipal”.

#PraCegoVer

A imagem mostra um terreno baldio, tomado por mato e lixo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do milho recua no Brasil com avanço da safrinha e demanda fraca; exportações seguem em ritmo positivo em junho

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O mercado brasileiro de milho encerrou a semana com viés de baixa nas cotações, refletindo um ambiente de demanda mais cautelosa e expectativas de aumento da oferta com o avanço da colheita da segunda safra (safrinha). Segundo a consultoria Safras & Mercado, os compradores seguem atuando de forma pontual, priorizando aquisições imediatas e aguardando maior disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

O cenário combina pressão de preços no mercado interno com fundamentos externos relativamente mais estáveis, ainda que sem força suficiente para sustentar altas no curto prazo.

Demanda interna segue lenta e compradores aguardam safra avançar

A movimentação no mercado físico do milho segue limitada, com consumidores adotando postura mais defensiva. As negociações são pontuais e o foco está na expectativa de entrada mais expressiva da safrinha no mercado ao longo das próximas semanas.

Apesar da colheita ainda estar em fase inicial em grande parte das regiões produtoras, produtores já começam a aumentar a oferta disponível, ajustando preços diante da necessidade de escoamento da produção.

Esse movimento de maior flexibilidade nas pedidas reforça o viés de baixa no curto prazo, em um ambiente de liquidez reduzida e compradores aguardando melhores oportunidades.

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Paridade de exportação perde força com Chicago fraca e dólar estável

No mercado externo, a paridade de exportação teve pouca variação ao longo da semana. O dólar apresentou movimentos moderados, enquanto a Bolsa de Chicago permaneceu próxima das mínimas recentes, pressionada pelo bom desenvolvimento das lavouras de milho nos Estados Unidos.

Esse cenário reduziu o suporte para os preços internos, limitando qualquer reação mais consistente no mercado físico brasileiro.

Milho recua no Brasil e preços variam entre regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 60,08 no dia 18 de junho, queda de 1,71% frente aos R$ 61,12 registrados na semana anterior.

Entre as principais praças acompanhadas, os preços foram os seguintes:

  • Cascavel (PR): R$ 58,00/saca (-3,33%)
  • Campinas (SP – CIF): R$ 65,00/saca (estável)
  • Mogiana (SP): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00/saca (estável)
  • Erechim (RS): R$ 68,00/saca (-1,45%)
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rio Verde (GO): R$ 56,00/saca (-3,45%)

O comportamento regional reforça um mercado heterogêneo, com pressão mais intensa em áreas próximas à colheita e maior estabilidade em polos consumidores.

Exportações de milho crescem em volume e receita em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações brasileiras de milho seguem em crescimento no início de junho.

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Até o momento (9 dias úteis), os dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam:

  • Receita total: US$ 61,626 milhões
  • Média diária: US$ 6,847 milhões
  • Volume exportado: 265,162 mil toneladas
  • Média diária: 29,462 mil toneladas
  • Preço médio: US$ 232,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 46,9% na receita média diária
  • Crescimento de 59,5% no volume exportado
  • Queda de 7,9% no preço médio por tonelada

O desempenho indica maior competitividade do milho brasileiro no mercado internacional, ainda que com preços médios mais pressionados.

Mercado do milho entra em fase decisiva com avanço da safrinha

Com a colheita da safrinha ganhando ritmo nas próximas semanas, o mercado de milho no Brasil tende a permanecer sob pressão no curto prazo. A combinação entre maior oferta, demanda interna contida e fundamentos externos mais fracos sustenta o viés de baixa, enquanto o desempenho das exportações segue como principal fator de equilíbrio para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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