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Incotec Brasil celebra 25 anos de avanços em tecnologia de sementes na América Latina

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A Incotec Brasil comemora em 2025 seus 25 anos de atuação dedicados à inovação, crescimento e atendimento ao setor agrícola latino-americano. A empresa está sediada em Holambra, São Paulo, onde iniciou suas operações em 2000, com foco inicial em sementes de alface e tabaco.

Expansão para culturas de campo e nova unidade tecnológica

Em 2003, a empresa ampliou seus negócios para o segmento de culturas de campo, um mercado muito maior e com maior potencial de crescimento. Em 2023, a Incotec inaugurou uma nova instalação em Holambra, equipada com tecnologia de ponta, que triplicou a capacidade produtiva da companhia.

Atuação em toda a América Latina e destaque no mercado

Atualmente, a Incotec atende à maioria dos países latino-americanos, oferecendo serviços que envolvem todas as tecnologias relacionadas a sementes. Um dos seus principais produtos é o Disco, um filme protetor que se tornou o mais utilizado na região.

Redução do uso de defensivos por meio da tecnologia de tratamento de sementes

O sucesso da Incotec está ligado à busca constante dos agricultores por métodos mais eficientes e sustentáveis de cultivo. A aplicação de defensivos diretamente nas sementes, por meio de tecnologias como revestimento em filme ou peletização, reduz significativamente o uso de agrotóxicos em pulverizações no campo.

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Os pesquisadores da empresa trabalham continuamente para aprimorar as formas de aplicação, combinando tratamentos com outras tecnologias de melhoria de sementes, como upgrading, priming e desinfecção.

Sustentabilidade e crescimento tecnológico: fala do diretor global

Bruno Hoeltgebaum, Diretor Global de Negócios, destacou a importância dessa trajetória:

“Os 25 anos da Incotec Brasil são marcados por avanços tecnológicos contínuos, culminando na inauguração da unidade Aquarela em 2023. Essa instalação, com tecnologia de última geração, triplicou nossa capacidade de produção. Pensada para a sustentabilidade, a expansão nos permite atender à crescente demanda do mercado com menor impacto ambiental. Estamos orgulhosos do que conquistamos e entusiasmados com o futuro.”

Conexão com os 100 anos da empresa-mãe Croda

A celebração dos 25 anos da Incotec Brasil coincide com o centenário da Croda, empresa global líder em produtos químicos sustentáveis e matriz da Incotec. A Croda é reconhecida por seu legado de inovação pioneira em diversos setores industriais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Híbridos de braquiária avançam no mercado forrageiro e ganham espaço na pecuária brasileira

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Os híbridos de braquiária vêm ampliando participação no mercado forrageiro brasileiro e consolidando espaço na pecuária nacional, impulsionados pela busca crescente dos produtores por maior estabilidade produtiva, eficiência técnica e segurança no manejo das pastagens.

Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), por meio do SIGEF — Módulo de Controle da Produção de Sementes e Mudas — referentes à safra 2025/2026, apontam que os híbridos apresentaram maior resiliência no mercado em comparação às braquiárias convencionais, mesmo em um cenário de retração das áreas inscritas para produção de sementes tropicais.

O movimento reforça uma tendência de amadurecimento do setor forrageiro, especialmente entre pecuaristas que priorizam desempenho consistente, previsibilidade e melhor adaptação das pastagens em sistemas mais intensivos de produção.

Híbridos ganham força com foco em produtividade e segurança

Entre os materiais que vêm ampliando presença no mercado está o Mavuno, híbrido desenvolvido pela Wolf Seeds, que registrou crescimento de 15% na área de produção em relação à safra anterior.

Segundo os dados do SIGEF, a área inscrita do híbrido passou de 1.796 hectares para 2.067 hectares, colocando o material como a braquiária híbrida com maior área registrada entre os híbridos na atual safra.

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De acordo com Alexander Wolf, CEO da empresa, o avanço reflete uma mudança gradual no perfil de decisão do produtor rural brasileiro.

“O produtor busca hoje materiais que entreguem previsibilidade, segurança produtiva e maior estabilidade de desempenho, mesmo diante de diferentes condições de manejo e ambiente”, afirma.

Mercado forrageiro passa por seleção mais técnica

O cenário também evidencia uma maior seletividade técnica no mercado de sementes forrageiras. Enquanto os híbridos ampliam participação, parte das braquiárias convencionais perdeu espaço na safra 2025/2026.

Um dos principais exemplos foi a B. ruziziensis, que registrou retração de 59% nas áreas inscritas em comparação com a temporada anterior.

Segundo especialistas do setor, o movimento está diretamente ligado à busca por materiais mais adaptados às exigências atuais da pecuária moderna, que demanda maior produtividade por área, eficiência alimentar e estabilidade das pastagens ao longo do ano.

Além da uniformidade de desenvolvimento, os híbridos vêm sendo associados a melhor resposta agronômica em sistemas intensivos, principalmente em propriedades que trabalham com integração lavoura-pecuária, recuperação de pastagens e aumento da lotação animal.

Pecuária intensiva impulsiona demanda por híbridos

A evolução dos híbridos ocorre em um momento de transformação da pecuária brasileira, com avanço de tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva e sustentabilidade dos sistemas de produção.

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Nesse contexto, materiais mais consistentes e adaptáveis ganham relevância estratégica para produtores que buscam reduzir riscos produtivos e melhorar o desempenho das áreas de pastagem.

Para Alexander Wolf, o mercado brasileiro de forrageiras passa por um processo natural de evolução técnica.

“O mercado está amadurecendo e existe uma preocupação cada vez maior com eficiência, adaptação, estabilidade e capacidade de entrega dos materiais ao longo das safras. Isso favorece híbridos mais consistentes tecnicamente e com maior previsibilidade produtiva”, destaca.

Tendência aponta fortalecimento dos híbridos no Brasil

Com a crescente demanda por produtividade e maior eficiência na pecuária, a expectativa do setor é de continuidade da expansão dos híbridos forrageiros nos próximos ciclos agrícolas.

O avanço da tecnologia genética aplicada às pastagens e a necessidade de sistemas produtivos mais resilientes devem continuar impulsionando investimentos em materiais híbridos no mercado brasileiro de sementes forrageiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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