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Contratos futuros de açúcar encerram com variações em Nova York e Londres, influenciados pela valorização do dólar

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Os contratos futuros do açúcar encerraram de maneira mista nas bolsas internacionais nesta segunda-feira (22), em um cenário influenciado pela valorização do dólar em relação ao real, fator que impulsiona as exportações e exerce pressão sobre os preços.

Na ICE Futures de Nova York, o contrato de março/24 registrou uma redução de 7 pontos, fechando a 23,50 centavos de dólar por libra-peso. Em contrapartida, o contrato de julho/24 apresentou um acréscimo de 4 pontos, sendo negociado a 22,25 centavos de dólar por libra-peso.

Na ICE Europe, em Londres, o contrato de março/24 teve uma queda de 0,60 centavos, atingindo o valor de US$ 663,00. Enquanto isso, o contrato de agosto/24 registrou um aumento de 0,40 centavos, sendo negociado a US$ 632,40.

No mercado interno, o açúcar cristal encerrou em baixa no Indicador do Cepea/Esalq da USP, com uma redução de 0,41% em comparação com o dia anterior, sendo a saca de 50 quilos negociada por R$ 145,06.

Em relação ao etanol hidratado, houve um pequeno aumento, conforme o Indicador Diário de Paulínia. As usinas negociaram o biocombustível a R$ 2.077,00/m³, representando um acréscimo de 0,75% em relação ao dia anterior.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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