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Prefeitura e Caixa Econômica iniciam estruturação da PPP da Iluminação Pública

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A Prefeitura de Cuiabá e a Caixa Econômica Federal deram início ao processo de estruturação da Parceria Público-Privada (PPP) que irá modernizar o sistema de iluminação pública da capital. Em uma reunião realizada nesta segunda-feira (2), o prefeito Abilio Brunini liderou o encontro de sensibilização e alinhamento para continuidade do projeto, considerado estratégico para a transformação urbana de Cuiabá.

Durante a reunião, a equipe técnica da Caixa apresentou os profissionais que irão atuar diretamente na condução dos estudos e detalhou as etapas necessárias à estruturação do contrato da PPP. O contrato com a instituição, assinado em 7 de abril de 2025, prevê um investimento de R$ 3,8 milhões para a realização de estudos técnicos, jurídicos e financeiros. O valor será reembolsado à Caixa pela empresa vencedora da futura licitação, não gerando custos diretos à Prefeitura.

A parceria prevê quatro etapas principais: diagnóstico e planejamento; elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA); realização de audiência pública; e, por fim, a licitação da concessão. A proposta ainda poderá incluir recursos de cidades inteligentes, como sistemas de monitoramento urbano, conectividade e infraestrutura sustentável, conforme a nova legislação federal.

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“Estamos construindo um novo momento para Cuiabá. Com a modernização da iluminação pública, não só melhoramos a segurança e a mobilidade urbana, como também criamos oportunidades para tornar nossa cidade mais inteligente e conectada com o futuro. Essa parceria com a Caixa é um passo estratégico para garantirmos serviços públicos de qualidade, com responsabilidade fiscal e foco no cidadão”, afirmou o prefeito Abilio Brunini.

A Caixa Econômica Federal prestará todo o suporte técnico ao município durante o processo. Os estudos serão acompanhados por um comitê a ser instituído por portaria, com servidores das secretarias municipais, garantindo transparência e efetividade na execução do projeto.

Participaram da reunião os secretários José Afonso Portocarrero (Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), Ana Karla Costa (Comunicação), Marcelo Bussiki (Economia), Michelle Dreher (Habitação e Regularização Fundiária), Reginaldo Teixeira (Infraestrutura e Obras), Luiz Antônio Araújo Júnior (Procurador-geral), Nivaldo de Almeida (Planejamento), Felipe Wellaton (diretor-geral da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos – Limpurb), Alexandre Cesar Lucas (diretor regulador presidente do Cuiabá Regula), Willian Campos (chefe de gabinete do prefeito Abilio Brunini), Ivan Rastelli (diretor de Serviços Urbanos), Elson Ferreira (secretário-adjunto de Tecnologia), Matheus Alves (secretário-adjunto de Obras Públicas) e Robson Pereira (secretário-adjunto de Regulação e Fiscalização).

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Pela Caixa Econômica Federal, estiveram presentes Camille Fracasso Gomes (superintendente executiva de Governo), Marcos Cardoso Alves (gerente GIGOV/CB), Lidianne Akerley (coordenadora GIGOV/CB), Maristela Okamura (supervisora GIGOV/CB), Alfredo Pedro (engenheiro GIGOV/CB), Edson Albernaz Rondon Junior (gerente de Carteira PJ), Karine Tasso Ricardi Pavin (gerente de Carteira PJ), Rafael Moreira Messias (supervisor CEVIG), Gustavo Kevilli Busanelli (engenheiro CEVIG), Ramon Silva dos Santos (coordenador CEVIG) e Miqueias Assunção S. Nery Castro (coordenador de Projetos GEDEP).

A estruturação da PPP da Iluminação Pública reafirma o compromisso da atual gestão com a modernização da cidade e a busca por soluções sustentáveis e inovadoras para melhorar a qualidade de vida da população cuiabana.

#PraCegoVer

A imagem mostra o prefeito Abilio Brunini reunido com secretários municipais e representantes da Caixa Econômica Federal, durante a reunião que marca o início da estruturação da Parceria Público-Privada (PPP) da Iluminação Pública no município de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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