AGRONEGÓCIO

Agricultura Digital: Transformação Rumo ao Agronegócio 4.0

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A agricultura brasileira está vivenciando uma revolução: a transição para o Agronegócio 4.0. Esse novo paradigma, impulsionado pela integração de tecnologias digitais em todas as etapas do processo, está redefinindo a forma como os agricultores operam, promovendo eficiência, sustentabilidade e competitividade.

O Papel dos Dados

No centro dessa transformação está a coleta e análise de dados. Sensores, drones e máquinas agrícolas geram uma quantidade massiva de informações sobre solo, clima, saúde das plantas e desempenho das operações. Essa riqueza de dados fornece insights cruciais para os produtores tomarem decisões precisas e eficientes.

Benefícios da Tecnologia

Softwares e plataformas digitais integram esses dados, proporcionando painéis de controle com informações em tempo real sobre a lavoura. Isso possibilita o monitoramento preciso da produção, análise preditiva para prever problemas e conectividade em tempo real para facilitar a tomada de decisões.

Desafios a Serem Superados

Apesar dos avanços, há desafios a serem enfrentados, como a infraestrutura inadequada, que impacta o transporte eficiente dos produtos agrícolas em um país de dimensões continentais. Investimentos em logística são fundamentais para atender à crescente demanda de exportação.

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O Futuro do Agronegócio

A modernização das práticas agrícolas por meio da transformação digital promete impulsionar a eficiência e competitividade do setor no mercado global. A tecnologia desempenhará um papel crucial, aumentando a produtividade, promovendo a sustentabilidade e reduzindo custos.

Perspectivas da NTT DATA

Rodrigo Ribeiro, Sales Director da NTT DATA, destaca: “A adoção de tecnologias no agronegócio traz uma série de benefícios, como aumento da produtividade, sustentabilidade e redução de custos. Investimentos contínuos em infraestrutura e inovação são fundamentais para sustentar o crescimento do setor.”

A revolução digital está moldando o futuro do agronegócio brasileiro, preparando-o para desafios e oportunidades em um mundo cada vez mais conectado e tecnológico.

Fonte: Portal do Agrongócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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