AGRONEGÓCIO

Kynetec Revela Estudo Inovador sobre Bioinsumos no Agronegócio

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A Kynetec, renomada líder em pesquisas para o agronegócio, anuncia o lançamento de um estudo pioneiro no Brasil: o “Panorama de Bioinsumos”. Este levantamento inédito tem como objetivo principal compreender as percepções de produtores e influenciadores em relação aos bioinsumos, além de fornecer uma análise detalhada do mercado desses produtos.

Detalhes e Objetivos do Estudo

Conforme explica Luciana Neves, especialista da Kynetec, o estudo abordará inicialmente o sistema de cultivo de grãos em 2024, com uma expansão planejada para hortaliças e frutas em 2025. O foco estará nos principais tipos de bioinsumos presentes no mercado nacional: biodefensivos, bioestimulantes e inoculantes.

Antecipando Tendências e Desafios

Luciana ressalta que o mercado de bioinsumos tem experimentado um crescimento significativo, com mudanças impactantes no manejo das culturas. O estudo visa entender, de forma abrangente, as percepções e demandas desses produtos por diferentes grupos, incluindo produtores usuários e não-usuários, consultores, especialistas e o canal de distribuição.

Benefícios Estratégicos para o Setor

Para as empresas do setor, os dados fornecidos pelo “Panorama de Bioinsumos” serão cruciais na formulação de estratégias de negócios e investimentos. O estudo analisará os desafios enfrentados pelo mercado de bioinsumos, bem como suas tendências passadas e futuras, fornecendo insights valiosos para tomadas de decisão.

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Conclusão e Perspectivas Futuras

Previsto para ser concluído em outubro deste ano, o estudo promete oferecer uma visão abrangente e detalhada do mercado de bioinsumos no Brasil, contribuindo para o avanço e a inovação no agronegócio.

Crescimento Significativo no Setor

Além disso, dados do estudo anterior da Kynetec, o ‘FarmTrak Biológicos’, revelaram um crescimento expressivo nos defensivos agrícolas de matriz biológica, que movimentaram US$ 827 milhões na safra 2022-23, representando um aumento de 52% em relação ao ciclo anterior. Este crescimento reflete a crescente importância e adoção dos bioinsumos no mercado agrícola brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil: soja mantém exportações fortes em 2026 mesmo com pressão de preços e clima irregular no milho safrinha

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O mercado agrícola brasileiro segue em 2026 marcado por um cenário de contrastes: enquanto os preços no campo da soja e do milho recuam de forma moderada em meio à valorização do real e aumento dos custos logísticos, as exportações de soja avançam em ritmo recorde, sustentadas pela forte competitividade do Brasil no mercado global.

De acordo com o relatório mensal “Brazilian G&O Monthly – May 2026”, da Rabobank, o país mantém posição de destaque no comércio internacional de grãos, com a soja liderando o desempenho externo, enquanto o milho apresenta maior volatilidade e sinais de desaceleração nas exportações.

Preços da soja e do milho recuam no campo brasileiro em maio

Segundo o levantamento, os preços da soja na porteira registraram leve queda em maio, acumulando recuo de cerca de 6% na comparação anual. O movimento reflete uma combinação de fatores, incluindo a valorização do real frente ao dólar, aumento dos custos internos de frete e bases mais fracas no mercado doméstico, mesmo com cotações firmes na Bolsa de Chicago (CBOT).

O milho também apresentou queda no campo, com recuo aproximado de 2% no mês, influenciado pela maior oferta global, especialmente vinda dos Estados Unidos e da Argentina durante o primeiro trimestre de 2026.

Apesar da pressão sobre os preços internos, o cenário de demanda externa segue como principal fator de sustentação para o agronegócio brasileiro.

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Exportações de soja crescem e atingem 16,7 milhões de toneladas em abril

O destaque do relatório é o forte desempenho das exportações brasileiras de soja. Em abril de 2026, o país embarcou 16,7 milhões de toneladas, alta de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

O avanço foi impulsionado por uma safra recorde e pela competitividade do Brasil no mercado internacional, consolidando o país como principal fornecedor global da oleaginosa.

No acumulado do ano, o desempenho exportador mantém trajetória positiva, reforçando o papel estratégico do complexo soja na balança comercial brasileira.

Exportações de milho caem em abril, mas projeções seguem no radar

Diferentemente da soja, o milho apresentou retração nos embarques. Em abril, as exportações somaram 0,47 milhão de toneladas, queda de 52% em relação ao mês anterior, embora ainda com crescimento anual expressivo.

O relatório indica que a concorrência internacional mais forte, especialmente dos Estados Unidos e da Argentina, tem limitado o espaço do milho brasileiro no curto prazo.

A expectativa da Rabobank é de que o volume exportado de milho em 2026 fique abaixo do registrado em 2025, refletindo maior competitividade global e ajustes na oferta interna.

Safrinha de milho: clima irregular gera atenção em regiões-chave

O desenvolvimento da segunda safra de milho (“safrinha”) é outro ponto de atenção do mercado. De acordo com o relatório, as condições das lavouras são, em geral, consideradas boas em Mato Grosso, principal estado produtor.

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No entanto, regiões como Goiás, Minas Gerais e Tocantins enfrentam condições mais secas do que o esperado, o que pode impactar o potencial produtivo em algumas áreas.

A estimativa da Rabobank para a produção total de milho no Brasil na safra 2025/26 é de 137 milhões de toneladas, com atenção redobrada ao comportamento climático nas próximas semanas.

Mercado agrícola brasileiro segue sustentado por exportações e clima no radar

O cenário para os grãos no Brasil em 2026 combina fundamentos positivos no comércio exterior com desafios no ambiente doméstico de preços e produção.

Enquanto a soja sustenta o desempenho do agronegócio com exportações robustas e demanda global firme, o milho segue mais sensível à concorrência internacional e às variações climáticas da safrinha.

Para analistas do setor, o equilíbrio entre oferta, clima e demanda externa será determinante para a formação de preços nos próximos meses, especialmente diante de um cenário global ainda volátil para commodities agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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