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Prefeitura de Cuiabá retoma serviços gratuitos de próteses dentárias

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, retomou os serviços de próteses dentárias para a população usuária do Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa, que integra a política municipal de saúde bucal, visa promover mais qualidade de vida, autoestima e cidadania aos cuiabanos.

O serviço, que estava temporariamente suspenso, volta a funcionar de forma descentralizada, garantindo mais agilidade e acesso. Agora, os atendimentos são realizados em seis Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs), Pascoal Ramos, Dom Aquino, Jardim Vitória, Osmar Cabral, Verdão e Tijucal, e em uma Clínica Odontológica, localizada no bairro Leblon.

Cerca de 14 cirurgiões-dentistas estão mobilizados para atender a população com acolhimento e qualidade. As próteses oferecidas são totalmente gratuitas e incluem dois tipos:

– Prótese Total Removível (PT) – indicada para substituição de toda a arcada dentária;

– Prótese Parcial Removível (PPR) – utilizada para preenchimento de falhas parciais na dentição.

Mais do que um tratamento estético, a reabilitação oral representa a reconstrução da autoestima e o resgate da dignidade de milhares de pessoas. “Um sorriso saudável influencia diretamente a saúde geral, a comunicação e a confiança. Com a retomada dos serviços de prótese, estamos garantindo mais que saúde bucal, estamos cuidando do ser humano em sua totalidade”, destaca a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona.

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Como ter acesso ao serviço

Qualquer cidadão cuiabano pode participar. O primeiro passo é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) onde está cadastrado ou a Clínica Odontológica do Leblon e agendar uma consulta com o cirurgião-dentista.

Após a avaliação, caso seja indicada a necessidade de prótese, o paciente será encaminhado para o serviço especializado (CEO ou CO). O processo inclui etapas como moldagem, prova e ajustes da peça, até a instalação final.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE

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O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.

A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.

Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.

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O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.

Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.

Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.

O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.

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Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.

Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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