AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá recolhe duas mil toneladas de lixo doméstico em três dias de coleta

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Assegurando o compromisso de regularizar a coleta de lixo doméstico, a Prefeitura de Cuiabá recolheu cerca de duas mil toneladas de detritos oriundos do descarte comum em apenas três dias de atividade. O número contempla a operação realizada na sexta-feira (3), com a coleta de 700 toneladas, no domingo (5), durante um mutirão excepcional solicitado pelo prefeito Abilio Brunini, que recolheu 300 toneladas, e na segunda-feira (6), com o atendimento de 400 toneladas de resíduos domiciliares, totalizando 62 viagens ao longo desses dias.

Em reunião com a empresa Locar Saneamento Ambiental, responsável pela coleta na capital, o secretário de Obras Públicas e Serviços Urbanos, Reginaldo Teixeira, acertou o aumento da frota de caminhões coletores, passando de 23 para 27 veículos ativos. Além disso, o número de trabalhadores foi ampliado, totalizando 32 colaboradores dedicados à execução do serviço.

“Estamos empenhados em garantir que a coleta de lixo seja regularizada o mais rápido possível, pois sabemos o quanto esse serviço é essencial para a população cuiabana. O aumento da frota e do número de trabalhadores reforça nosso compromisso em atender a cidade de forma eficiente e organizada. Com essas medidas, esperamos normalizar o serviço e melhorar a qualidade de vida em todas as regiões de Cuiabá”, afirmou o secretário.

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Mensalmente, a Prefeitura recolhe cerca de 15 mil toneladas de lixo doméstico, sendo que a região central da cidade sozinha gera aproximadamente 5 toneladas de resíduos por dia.

A coleta é organizada conforme um cadastro que define os dias de atendimento para cada localidade. Os bairros cadastrados para os dias pares recebem o serviço às segundas, quartas e sextas-feiras. Já as regiões atendidas nos dias ímpares contam com a coleta às terças, quintas e sábados.

O serviço é realizado em quatro turnos ao longo do dia, garantindo a cobertura das diferentes regiões da cidade. O primeiro turno começa às 5h da manhã, atendendo bairros das regiões norte, como Jardim Florianópolis, Jardim Vitória, Jardim União, Altos do Boa Vista, Recanto da Siriema e Serra Dourada.

O segundo turno inicia às 11h, abrangendo a região central, o Distrito Industrial e parte da região sul, como Jockey Club, Condomínio Sávio Brandão, Cohab São Gonçalo, Jardim Nossa Senhora Aparecida e Jardim Comodoro.

Às 17h, as equipes do terceiro turno começam as atividades, atendendo bairros como Alvorada (às quartas-feiras), Canjica, Terra Nova, Morada do Ouro I e II, Consil, Verdão, Santa Rosa I e II, Santa Marta, Flamboyant, Osmar Cabral, Brasil 21 e Quilombo. O quarto e último turno ocorre no período noturno, às 22h, abrangendo cerca de 26 localidades da cidade.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja disparam em 2026 e ANEC projeta embarques acima de 108 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026 e caminham para um dos maiores desempenhos da história do agronegócio nacional. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais apontam que os embarques da oleaginosa devem superar 108 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo o Brasil como principal fornecedor global do grão.

O levantamento “Shipment Flow Week 18/2026”, elaborado com base em informações da Cargonave, mostra avanço consistente das exportações de soja, farelo de soja, milho e derivados ao longo dos primeiros meses do ano.

Soja brasileira deve ultrapassar 108 milhões de toneladas exportadas

Segundo a ANEC, as exportações brasileiras de soja devem atingir 108,68 milhões de toneladas em 2026, considerando a programação atual de embarques.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa foram estimados em aproximadamente 15,99 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Os números reforçam o forte ritmo das exportações brasileiras mesmo diante das oscilações do mercado internacional e da maior concorrência global.

Entre janeiro e abril, os volumes embarcados já demonstraram crescimento expressivo em relação ao ano anterior, especialmente nos meses de abril e maio.

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China concentra 70% das compras de soja do Brasil

A China segue como principal destino da soja brasileira em 2026.

De acordo com a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da oleaginosa brasileira entre janeiro e abril deste ano.

Na sequência aparecem mercados como:

  • Espanha (4%);
  • Turquia (4%);
  • Tailândia (3%);
  • Paquistão (2%);
  • Argélia (2%).

O domínio chinês reforça a importância da demanda asiática para o agronegócio brasileiro e para o equilíbrio das exportações nacionais.

Farelo de soja registra crescimento nos embarques

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026.

A ANEC projeta exportações de 10,66 milhões de toneladas do derivado no acumulado do ano até maio, acima do registrado em igual período de 2025.

Entre os principais compradores do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia (20%);
  • Tailândia (10%);
  • Irã (10%);
  • Holanda (9%);
  • Polônia (7%).

O avanço nas vendas externas reforça a competitividade da indústria brasileira de processamento de soja.

Exportações de milho também avançam em 2026

O milho brasileiro mantém crescimento nas exportações, mesmo com volumes ainda abaixo do pico histórico recente.

Segundo a ANEC, os embarques do cereal somaram 5,78 milhões de toneladas até maio de 2026.

Os principais destinos do milho brasileiro no período foram:

  • Egito (27%);
  • Vietnã (22%);
  • Irã (19%);
  • Argélia (9%);
  • Malásia (5%).
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A demanda internacional segue sustentada principalmente por países do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

Portos do Arco Norte ampliam participação nos embarques

Os dados da ANEC também mostram a crescente relevância dos portos do Arco Norte nas exportações brasileiras.

Portos como Barcarena, Santarém, Itaqui e Itacoatiara registraram volumes expressivos de embarques de soja e milho durante a semana analisada.

O Porto de Santos continua liderando a movimentação nacional, seguido por Paranaguá e os terminais do Norte do país.

A expansão logística nessas regiões vem contribuindo para reduzir custos de escoamento e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Mercado acompanha demanda global e logística brasileira

O cenário das exportações brasileiras segue sendo acompanhado de perto por tradings, produtores e agentes do mercado internacional.

A combinação entre demanda aquecida da China, recuperação da logística portuária e grande oferta brasileira mantém o país em posição estratégica no comércio global de grãos.

Ao mesmo tempo, o mercado monitora fatores como câmbio, custos logísticos, clima e demanda internacional, que continuarão influenciando o ritmo dos embarques ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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