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Prefeitura de Cuiabá realiza “Semana da Mulher” com programação especial em março

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher (SMM), prepara o evento “Semana da Mulher” em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. As atividades serão realizadas ao longo do mês, em parceria com outras secretarias municipais e Governo do Estado.

A secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, destacou a realização da “Semana da Mulher”, com serviços voltados para o acolhimento, capacitação, empregabilidade e empreendedorismo feminino, que acontecerá na Praça Alencastro, no dia 12 de março.

“A ação será uma oportunidade para dar visibilidade ao trabalho de mulheres empreendedoras, oferecendo serviços gratuitos e informações sobre direitos. Teremos ofertas de cursos de capacitação disponíveis na Secretaria e um balcão de empregos”, afirmou Hadassah.

Com o objetivo de ajudar as mulheres na inserção no mercado de trabalho e também aquelas que buscam se qualificar, a Secretaria da Mulher, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência (SADHPD), promoverá um curso de panificação na Padaria Comunitária, localizada na Rodovia Manoel Pinheiro, no Jardim Florianópolis.

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O curso será destinado a mulheres do Jardim Florianópolis e região, com duas turmas de 10 participantes cada, e carga horária de 8 horas. Interessadas podem se inscrever pelo telefone (65) 9 9917-7739.

Haverá também uma tarde com duas palestras, sendo uma voltada para inteligência emocional com a psicóloga Djenane Soares e outra sobre posicionamento de comunicação e imagem ministrada pela jornalista e consultora Ana Paula Fortes. A ação, voltada para servidoras municipais, contará com sorteios de brindes para as participantes.

A programação também foi discutida com a secretária-adjunta da Mulher, Stefanya Paiva, e com a primeira-dama e vereadora, Samantha Íris, em reunião com o Núcleo da Primeira-Dama do município. Na ocasião, Samantha sugeriu que, ao longo do ano, a Secretaria da Mulher levasse os eventos para os bairros, permitindo que mais mulheres tivessem acesso aos serviços.

Outras ações

A pedido do prefeito Abilio Brunini, será promovido um “Dia D” no sábado (8 de março), com atendimentos exclusivos para mulheres em unidades de saúde de Cuiabá́. A programação do evento será realizada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

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Ainda em março, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMOB), em conjunto com a primeira-dama e vereadora Samantha Íris, organizará um pedal especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher.

#PraCegoVer

O registro da foto mostra a primeira-dama e vereadora Samantha Íris, a secretária-adjunta da Mulher, Stefanya Paiva e a secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah sentadas discutindo a programação da “Semana da Mulher”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportação recorde de soja pressiona portos e expõe falta de armazéns

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O Brasil deverá exportar o volume recorde de 114 milhões de toneladas de soja em 2026, quase 5% acima da maior marca já registrada, segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O avanço dos embarques aumenta a pressão sobre armazéns, estradas, ferrovias e terminais portuários em um ano de produção elevada.

Entre janeiro e julho, o País exportou 84,8 milhões de toneladas da oleaginosa, cerca de 5 milhões a mais que no mesmo período de 2025. Com as 9,74 milhões de toneladas previstas para agosto, o volume acumulado poderá chegar a 94,5 milhões antes do início do último quadrimestre.

A movimentação já aparece nos portos. Santos encerrou o primeiro semestre com 92,8 milhões de toneladas de cargas, crescimento de 5,05% em relação ao mesmo período do ano passado. A soja liderou as exportações do complexo, com 25,61 milhões de toneladas embarcadas.

O desafio começa antes da chegada aos terminais. A estimativa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta uma produção de 347,4 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2026. A capacidade estática de armazenagem era de 233,8 milhões de toneladas no fim de 2025.

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A diferença chega a 113,6 milhões de toneladas. Isso não significa que todo esse volume ficará sem espaço, porque os armazéns são esvaziados e reutilizados ao longo do ano. O descompasso, porém, obriga produtores e comercializadoras a movimentar rapidamente a safra, principalmente quando a colheita de soja coincide com a retirada do milho armazenado.

Sem estrutura suficiente nas propriedades e nas regiões produtoras, parte dos grãos precisa seguir para os portos mesmo quando o momento de venda não é o mais favorável. O resultado pode ser aumento do frete, formação de filas, ocupação dos pátios e menor poder de escolha para o produtor.

Nos terminais, o crescimento do volume exige controle sobre temperatura, umidade e tempo de permanência dos grãos. Atrasos na chegada dos navios ou interrupções no embarque podem provocar perda de peso, aquecimento da massa armazenada e deterioração da qualidade.

Segundo Franklin Oliveira, responsável pelo setor de indústria e portos da AGI Brasil, os terminais precisam funcionar com maior precisão para evitar que o acúmulo de carga provoque perdas ou paralise a operação. Sistemas de aeração, medição de temperatura e acompanhamento dos estoques permitem identificar problemas antes que o produto seja embarcado.

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Outro ponto crítico é a mistura de lotes, conhecida como blending. O procedimento combina grãos com características diferentes para alcançar o padrão definido no contrato de exportação. Quando a operação é mal executada, o exportador pode entregar soja de qualidade superior sem receber remuneração adicional ou sofrer desconto por enviar um produto abaixo da especificação.

A rastreabilidade também ganhou importância. Terminais e armazéns precisam comprovar a origem, o volume e a qualidade dos estoques, sobretudo quando os grãos servem de garantia para operações de crédito ou investimentos dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros).

O avanço das exportações mostra que os portos brasileiros vêm aumentando sua movimentação. O risco está na falta de crescimento equivalente da armazenagem e dos acessos terrestres. Para o produtor, gargalos nessa cadeia significam frete mais caro, espera para descarga e pressão para vender a produção em momentos de maior oferta.

Fonte: Pensar Agro

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