AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá realiza mutirão de limpeza em 12 pontos da capital nesta semana

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realiza, ao longo desta semana, um grande mutirão de limpeza em 12 pontos estratégicos da capital. A ação segue até sexta-feira (23) e contempla praças, avenidas, áreas centrais e espaços públicos de grande circulação, reforçando o compromisso da gestão municipal com a manutenção da cidade e a qualidade de vida da população.

Entre os locais atendidos estão a Praça do Jardim Fortaleza, Parque da Nascente, Praça do Jardim Novo Milênio, Avenida das Torres, Córrego Oito de Abril, Praça do Alice Novack, Praça da Pascoal Ramos, Área Central, Praça do São Gonçalo Beira Rio e a Avenida Juliano Costa Marques.

Para a execução da força-tarefa, foram mobilizados cerca de 100 colaboradores, distribuídos em 12 equipes, com o apoio de maquinários como roçadeiras, caminhões trucados e minicarregadeiras. Além da limpeza urbana, o mutirão tem como foco a eliminação de bolsões de lixo e a retirada de materiais que acumulam água parada, como pneus, plásticos e latas, contribuindo diretamente para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.

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De acordo com o diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a zeladoria da cidade. “Estamos atuando de forma contínua e planejada para garantir que os espaços públicos estejam sempre limpos e bem cuidados. Esse trabalho, além de melhorar o aspecto urbano, também tem impacto direto na saúde pública, prevenindo a proliferação de doenças”, destacou.

Os serviços realizados incluem varrição, capinagem, poda, roçagem de calçadas e canteiros, pintura de meio-fio e manutenção do sistema de iluminação pública. O mutirão também conta com o apoio de caminhões cata-treco, que recolhem e destinam corretamente os resíduos descartados pela população.

A Prefeitura reforça que a ação não contempla o recolhimento de restos de poda de árvores, materiais perigosos como vidros, baterias e pilhas, nem resíduos destinados aos ecopontos, como pneus e pequenos volumes de entulho. A orientação é que esses materiais sejam descartados nos locais apropriados.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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