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Evolução das doenças exige uso de novas vacinas na suinocultura

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O uso de vacinas na suinocultura é determinante para o bem-estar animal, para a produtividade e rentabilidade das granjas. os vírus estão em constante evolução, exigindo uma avaliação precisa de novas vacinas e tecnologias disponíveis no mercado.

Essa avaliação é essencial para o suinocultor, pois por meio dela será possível identificar quais os principais desafios de campo que o plantel é exposto. Com estas informações o produtor pode escolher as opções mais efetivas de prevenir algumas doenças, aumentar a eficiência produtiva e minimizar os danos financeiros.

De acordo com o Assistente Técnico de Suínos da Zoetis, Kairon Franz, as avaliações de performance de vacinas e todo o protocolo vacinal devem ser realizadas periodicamente. “A sanidade é dinâmica e os desafios do plantel mudam constantemente, novas tecnologias de prevenção são determinantes para o sucesso profilático de um plantel,”, destaca o especialista.

Não basta apenas vacinar, é preciso verificar periodicamente através de avaliações de performance vacinal, se o imunizante está garantindo o melhor desempenho zootécnico no campo. “Nesse caso, é preciso fazer um delineamento experimental. Formar dois grupos, sendo um grupo teste e outro controle. E assim garantir a mínima interferência de vieses de produção, como, ordem de parto das matrizes, padronização da idade ao desmame dos manejos e ambiência”, explica o especialista.

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Com esse processo, é possível analisar os indicadores zootécnicos como mortalidade, conversão alimentar, ganho de peso, custo com medicamentos, condenações ao abate e finalizando com o retorno econômico sobre o investimento.

Novas tecnologias

A tecnologia pode e deve ser um aliado do produtor que busca excelência no processo de produção. “Quando o produtor consegue investir em novas tecnologias, ele minimiza o risco de perdas de produtividade e consequentemente aumenta a rentabilidade”, finaliza o especialista da Zoetis.

Fonte: Zoetis

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Atvos anuncia primeira usina de etanol de milho em Mato Grosso do Sul e acelera estratégia de transição energética

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A Atvos anunciou a implantação de sua primeira unidade dedicada à produção de etanol de milho, em um movimento estratégico que reforça sua atuação no setor de energia renovável e amplia sua contribuição para a segurança energética do país.

O projeto será desenvolvido na Unidade Santa Luzia, localizada em Mato Grosso do Sul, e prevê a integração entre o processamento de cana-de-açúcar e milho. A iniciativa permitirá operação contínua ao longo do ano, com ganho de eficiência produtiva, melhor aproveitamento de ativos industriais e aumento de competitividade.

Capacidade industrial e produção integrada

Com a nova estrutura, a unidade terá capacidade para processar 642 mil toneladas de milho por ano. A produção estimada inclui:

  • 273 mil metros cúbicos de etanol por ano
  • 183 mil toneladas de DDG (coproduto utilizado na nutrição animal)
  • 13 mil toneladas de óleo de milho

A estratégia também reforça a diversificação do portfólio da companhia, que passa a consolidar o milho como vetor complementar à cana-de-açúcar, além de integrar outras rotas tecnológicas como o biometano.

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Economia circular e uso eficiente de recursos

O projeto está inserido em um modelo de produção baseado na economia circular e no uso múltiplo da terra. A estrutura prevê o reaproveitamento de subprodutos, como o uso do bagaço da cana, para geração de energia utilizada no próprio processo produtivo do etanol de milho.

Esse modelo contribui para maior eficiência energética e redução de desperdícios, além de fortalecer o conceito de produção integrada entre energia e alimentos.

Impacto econômico e geração de empregos

Durante a fase de implantação, o empreendimento deve gerar aproximadamente 2.000 empregos, impulsionando a economia local e fortalecendo o desenvolvimento regional em Mato Grosso do Sul.

O estado, segundo a companhia, se consolida como um dos principais polos estratégicos para projetos ligados à transição energética, apoiado por políticas de incentivo à bioenergia.

Transição energética e visão de longo prazo

De acordo com o CEO da Atvos, Bruno Serapião, o investimento está alinhado à estratégia de crescimento sustentável da empresa e à ampliação da oferta de biocombustíveis em escala global.

“Este investimento está alinhado à nossa visão de longo prazo e à estratégia de crescimento sustentável da Atvos. O etanol de milho amplia nossa capacidade produtiva e fortalece nossa atuação como plataforma integrada de biocombustíveis”, afirma o executivo.

Ele destaca ainda que a solidez operacional e financeira da companhia permite avançar em projetos estruturantes mesmo em cenários globais desafiadores.

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Etanol e descarbonização do transporte

O etanol segue como uma das principais soluções tecnológicas para a mobilidade sustentável, com produção escalável e menor intensidade de carbono. O combustível é apontado como alternativa relevante para a descarbonização de setores como transporte marítimo e aviação.

Com a entrada no etanol de milho, a Atvos reforça sua posição no avanço da transição energética brasileira, combinando diversificação de matérias-primas, ganho de escala e eficiência operacional para ampliar a oferta de energia renovável no Brasil e no mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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