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Prefeitura de Cuiabá qualifica servidores visando eficiência nas políticas públicas

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Servidores públicos da Prefeitura de Cuiabá que atuam em diversas secretarias participaram nde um curso de capacitação do novo Sistema de Gerenciamento (GPE) na Escola de Contas do TCE (Tribunal de Contas do Estado).

Foi abordado numa palestra o Sistema GPE como ferramenta gerencial e realizada duas oficinas de inserção dos dados no sistema GPE.

O Sistema GPE insere o Município no radar de avaliação das prefeituras do Estado, possibilitando maior transparência, eficiência administrativa e comparabilidade de resultados. Esse ranking evidencia o desempenho das gestões municipais, aumentando assim a transparência do mandato do prefeito Abilio Brunini.

Com aulas ministradas por técnicos do TCE e professores da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), foi transmitido conhecimento de planejamento estratégico da administração pública, pautando-se pela ideia central de como a equipe técnica deve agir para organizar políticas públicas pautadas pela legalidade, eficiência, transparência e moralidade.

Nós precisamos melhorar a prestação de serviços em Cuiabá porque sabemos que a demanda é crescente. Aquilo que foi elaborado no plano de governo, e aceito pela maioria da população, é convertido em políticas públicas. A atual gestão representa a esperança do povo. A confiança está depositada no prefeito e sua equipe administrativa. Por isso, queremos aplicar bons modelos e estamos nesta parceria com o TCE visando a evolução”, observa o secretário de Planejamento Estratégico, Murilo Bianchini.

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A secretária adjunta de Planejamento Estratégico, Patricia Alonço dos Reis, destaca a participação dos servidores, o que mostra o empenho e compromisso com bons resultados diários na administração pública.

“Cada secretaria trouxe seus representantes de planejamento para melhor atuar na formulação dos indicadores das políticas públicas. Agradeço a participação de cada servidor neste dia que se pautou na busca pelo conhecimento”, disse.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Consumo de diesel no Brasil deve bater recorde em 2026 com 70,8 milhões de m³, impulsionado pelo agronegócio

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Demanda por diesel deve atingir novo recorde histórico em 2026

O consumo de diesel no Brasil deve alcançar um novo patamar histórico em 2026, refletindo o dinamismo do agronegócio, da indústria e da logística. Segundo relatório da StoneX, a demanda por diesel B está projetada em 70,8 milhões de metros cúbicos, crescimento de 1,9% na comparação anual.

O avanço é sustentado principalmente pelo ritmo da colheita agrícola, aumento das exportações e intensificação do transporte rodoviário de cargas.

“A recuperação do consumo está diretamente ligada à dinâmica econômica do país, especialmente ao agro e à logística”, destaca o especialista de Inteligência de Mercado, Bruno Cordeiro.

Início de ano mais fraco, mas tendência é de recuperação

Apesar da projeção positiva, o início de 2026 apresentou desempenho mais moderado. As vendas de diesel registraram queda de 1,7% no primeiro bimestre, impactadas por fatores pontuais:

  • Atraso na colheita da soja
  • Antecipação de compras no fim de 2025
  • Ajustes tributários, como aumento do ICMS

No entanto, indicadores recentes já sinalizam retomada. Em março, o fluxo de veículos pesados em rodovias pedagiadas cresceu 7,5%, refletindo o aquecimento do transporte de cargas no país.

Regiões Sul e Sudeste lideram crescimento da demanda

No recorte regional, o relatório aponta que as regiões Sudeste e Sul devem concentrar a maior expansão do consumo de diesel, impulsionadas por:

  • Recuperação da produção agrícola
  • Desempenho da atividade industrial
  • Intensificação do fluxo logístico rumo aos portos
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Já o Centro-Oeste deve apresentar crescimento mais moderado, influenciado pela expectativa de menor produção de grãos, embora haja avanço no transporte de etanol de milho.

Produção nacional cresce e reduz necessidade de importações

Do lado da oferta, a produção nacional de diesel A ganhou força no primeiro trimestre, com alta de 4,5%, impulsionada principalmente em março.

Esse movimento reflete esforços das refinarias para ampliar a oferta interna diante das incertezas globais no mercado de energia.

Com isso, a expectativa é de redução nas importações, que devem somar 17,2 milhões de m³ em 2026, queda de 0,6% na comparação anual.

Biodiesel avança acima do diesel e reforça papel estratégico

No segmento de biocombustíveis, o crescimento será ainda mais expressivo. A demanda por biodiesel deve avançar 7,2%, atingindo 10,4 milhões de m³ em 2026.

O desempenho é impulsionado por:

  • Aumento da mistura obrigatória para B15
  • Crescimento da demanda por diesel
  • Busca por alternativas para reduzir dependência externa

“O crescimento do biodiesel reflete tanto o aumento da mistura quanto o dinamismo da demanda por diesel no país”, explica a analista Isabela Garcia.

Óleo de soja segue como principal matéria-prima

O relatório aponta que o óleo de soja continuará como principal insumo para a produção de biodiesel, com participação estimada em 84,7%.

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O avanço é favorecido pela ampla oferta interna e pela expectativa de esmagamento recorde de soja no país.

Em um cenário alternativo com adoção da mistura B16, a demanda por biodiesel pode chegar a 10,76 milhões de m³.

Cenário internacional ainda traz incertezas

Mesmo com o ambiente externo marcado por volatilidade — incluindo tensões geopolíticas no Oriente Médio e seus impactos sobre os preços de energia —, a avaliação é de que a demanda por diesel no Brasil deve se manter resiliente.

Isso porque o consumo do combustível está diretamente ligado à atividade econômica, especialmente:

  • Transporte de cargas
  • Produção agroindustrial
  • Cadeias logísticas

Por outro lado, um cenário de deterioração econômica global pode impactar negativamente o consumo no curto prazo.

A expectativa de recorde no consumo de diesel em 2026 reforça o papel central do agronegócio e da logística na demanda por energia no Brasil, enquanto o avanço do biodiesel consolida a transição para uma matriz mais diversificada e estratégica no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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