AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá oferece 183 vagas de emprego nesta sexta-feira

Publicado em

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, disponibiliza nesta sexta-feira (24) um total de 183 vagas de emprego em diversas áreas de atuação. O destaque do dia é a grande oferta para a função de auxiliar de cozinha, com 50 postos de trabalho abertos que não exigem experiência prévia, exigindo apenas o ensino fundamental completo.

Além das oportunidades no setor gastronômico, o painel de vagas contempla funções como consultor de vendas, técnico de edificações, motorista entregador e vagas exclusivas para Pessoas com Deficiência (PcD), como as de auxiliar de limpeza. Os salários oferecidos na lista atual variam entre R$ 1.621,00 e podem chegar a R$ 5.429,78 para cargos técnicos, acompanhados de benefícios que incluem vale-transporte, alimentação e assistência médica, dependendo da contratante.

RESUMO GERAL DAS VAGAS

O levantamento aponta um mercado aquecido em Cuiabá, com oportunidades para diferentes níveis de escolaridade e perfis profissionais:

Destaque em Serviços e Vendas
A vaga de Auxiliar de Cozinha é a maior oferta individual (50 vagas), seguida por Vendedor Interno (25 vagas somadas em diferentes códigos) e Consultor de Vendas (11 vagas).
Maiores Salários
O cargo de Técnico de Edificações apresenta a maior remuneração da planilha, com R$ 5.429,78, seguido pelas funções de Mecânico de Manutenção de Máquina Industrial e Montador de Móveis, ambos com R$ 3.000,00.
Inclusão (PcD)
Há 2 vagas específicas para Auxiliar de Limpeza destinadas exclusivamente a Pessoas com Deficiência.
Experiência
Diversas funções não exigem experiência comprovada em carteira, como as vagas de Atendente de Mesa, Assistente de Vendas e Preparador de Rações.
Escolaridade
As vagas atendem desde o nível fundamental incompleto (como Carpinteiro e Jardineiro) até o nível superior completo (como Analista de Recursos Humanos).

Leia Também:  MT coloca portos em destaque e envios de soja superam Santos

ATENDIMENTO

Os interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Trabalho, localizada na Praça Rachid Jaudy, Av. Isaac Póvoas – Centro Norte, Cuiabá-MT.

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Atendimento ao Trabalhador (SINE – busca de vagas)
Telefone: (65) 3324-9480.
WhatsApp: (65) 99251-7480.
E-mail: [email protected]

Atendimento ao Empregador (Anunciar vagas)
Telefone: (65) 3324-9477.
WhatsApp: (65) 99255-2450.
E-mail: [email protected]

Atendimento MEI (Microempreendedor Individual)
Telefone: (65) 3324-9470.
WhatsApp: (65) 99217-2903.
E-mail: [email protected]

Programa Jovem Aprendiz Cuiabano e Estágio
Telefone: (65) 3324-9481.
WhatsApp: (65) 99241-0935.
E-mail: [email protected]

Atendimento Externo (Caravana do Trabalho)
Telefone: (65) 3324-9479.
WhatsApp: (65) 99294-8484.
E-mail: [email protected]
Responsável: Renildo Soares de França – Secretário Adjunto Municipal de Trabalho.

CONFIRA AS OPORTUNIDADES

• Administrativo, Vendas e Atendimento
Analista de Recursos Humanos: 2 vagas – R$ 3.500,00.
Assistente de Vendas: 1 vaga – R$ 2.000,00.
Atendente de Lojas: 1 vaga – R$ 1.676,00.
Atendente de Mesa: 1 vaga – R$ 1.621,40.
Auxiliar Administrativo: 2 vagas (1 vaga de R$ 2.000,00 e 1 vaga de R$ 2.500,00).
Auxiliar de Pessoal: 2 vagas (1 vaga de R$ 2.312,70 e 1 vaga de R$ 2.050,63).
Consultor de Vendas: 11 vagas (10 vagas de R$ 1.621,00 e 1 vaga de R$ 1.740,00).
Promotor de Vendas: 1 vaga – R$ 2.215,00.
Vendedor Interno: 25 vagas (15 vagas de R$ 1.740,00; 6 vagas de R$ 1.685,00; 3 vagas de R$ 1.621,00 e 1 vaga de R$ 1.685,00).
Vendedor Pracista: 1 vaga – R$ 2.026,40.

• Setor de Alimentação e Serviços Gerais
Atendente de Padaria: 2 vagas – R$ 1.789,00.
Auxiliar de Cozinha: 50 vagas – R$ 2.060,00.
Auxiliar de Limpeza: 5 vagas (1 vaga de R$ 1.824,00; 1 vaga de R$ 1.693,87; 2 vagas exclusivas PCD de R$ 1.621,00 e 1 vaga de R$ 1.700,00).
Caseiro: 3 vagas (1 vaga de R$ 1.621,00 e 2 vagas de R$ 1.621,00).
Cozinheiro Geral: 11 vagas (10 vagas de R$ 2.637,73 e 1 vaga de R$ 2.000,00).
Cozinheiro Industrial: 2 vagas – R$ 2.596,57.
Cumim: 1 vaga – R$ 837,71.
Empregado Doméstico nos Serviços Gerais: 1 vaga – R$ 2.277,00.

Leia Também:  Crédito rural em alerta: possível restrição do BB a produtores em recuperação judicial preocupa o agronegócio

• Logística, Indústria e Construção
Auxiliar de Linha de Produção: 4 vagas (1 vaga de R$ 2.000,00 e 3 vagas de R$ 1.932,57).
Auxiliar de Pedreiro: 4 vagas – R$ 1.779,00.
Carpinteiro: 2 vagas – R$ 2.945,80.
Conferente Mercadoria (exceto Carga e Descarga): 1 vaga – R$ 1.700,00.
Estoquista: 2 vagas – R$ 1.685,00.
Montador de Móveis de Madeira: 1 vaga – R$ 3.000,00.
Pedreiro: 3 vagas – R$ 2.424,40.
Pintor de Obras: 3 vagas – R$ 2.424,40.
Preparador de Rações: 12 vagas – R$ 1.911,82.
Servente de Obras: 5 vagas – R$ 2.081,20.
Servente de Pedreiro: 3 vagas – R$ 1.738,00.

• Transporte e Manutenção Especializada
Auxiliar de Manutenção Predial: 1 vaga – R$ 1.965,87.
Eletricista de Instalações: 3 vagas – R$ 2.424,40.
Lavador de Carros: 4 vagas – R$ 2.030,00.
Mecânico de Manutenção de Máquina Industrial: 1 vaga – R$ 3.000,00.
Motofretista: 2 vagas – R$ 1.685,00.
Motorista Entregador: 3 vagas – R$ 2.302,13.
Pintor de Veículos (Reparação): 4 vagas – R$ 2.154,54.

• Outras Especialidades
Jardineiro: 1 vaga – R$ 1.800,00.
Técnico de Edificações: 1 vaga – R$ 5.429,78.
Vigia: 1 vaga – R$ 1.850,00.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Seguro rural mais forte pode evitar nova crise bilionária de dívidas no campo

Published

on

Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) articula mudanças na Medida Provisória 1.376/2026 e a aprovação de um novo marco para o seguro rural como parte de uma estratégia para enfrentar a crise de endividamento no campo. A bancada avalia que a renegociação é necessária, mas precisa ser acompanhada de mecanismos capazes de proteger o produtor contra novas perdas climáticas e impedir a repetição do problema nos próximos anos.

O debate ganhou força após estudo do Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) mostrar que o impacto fiscal anual da renegociação, estimado pelo governo em até R$ 3,6 bilhões, permitiria proteger R$ 112,6 bilhões em produção caso o mesmo valor fosse aplicado no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

A comparação não significa que o seguro possa substituir a renegociação. A conclusão dos pesquisadores é que a medida emergencial deve funcionar como uma ponte para uma política permanente de gestão de riscos. Sem essa mudança, o produtor pode voltar ao crédito com a mesma exposição às perdas climáticas e enfrentar novas dificuldades no próximo choque.

A FPA tem maioria entre os integrantes da comissão mista instalada pelo Congresso para analisar a MP. Dos 26 titulares, 14 pertencem à bancada. Integrantes da frente também apresentaram 126 das 144 emendas protocoladas, demonstrando a intenção de ampliar o alcance e corrigir limitações da medida.

A MP foi construída em uma negociação entre a FPA, o Ministério da Fazenda e a presidência da Câmara. O acordo prevê linhas para liquidação ou amortização de operações de crédito rural e Cédulas de Produto Rural (CPRs), além da participação da União em um fundo garantidor.

A expectativa inicial era de que aproximadamente R$ 100 bilhões pudessem ser renegociados. A portaria de equalização de juros publicada pelo governo, porém, autorizou R$ 25,8 bilhões, equivalentes a apenas 13% dos R$ 197,2 bilhões classificados pelo Banco Central como carteira problemática do setor. O cálculo não inclui dívidas privadas representadas por CPRs emitidas para fornecedores e empresas de comercialização.

Isan Rezende

INDISPENSÁVEL – Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), Isan Rezende, a renegociação é indispensável para preservar produtores que sofreram perdas sucessivas, mas não pode ser tratada como solução definitiva. “O produtor não está pedindo perdão da dívida. Ele precisa de prazo, juros compatíveis e condições para continuar produzindo. Sem esse fôlego imediato, perde capacidade de financiar a safra, reduz investimentos e coloca em risco a própria continuidade da atividade”.

Leia Também:  Com remunerações de até R$ 5 mil, Sine Municipal oferece 380 vagas de emprego nesta segunda-feira (11)

Segundo Rezende, a crise atual evidencia a fragilidade da política brasileira de proteção da produção. “Se renegociarmos o passivo e devolvermos o produtor ao campo sem seguro adequado, o próximo evento climático poderá criar exatamente o mesmo problema. A renegociação resolve a urgência; o seguro, a assistência técnica e uma política consistente de gestão de risco diminuem a possibilidade de uma nova crise”.

Rezende defende que os recursos para o seguro rural tenham estabilidade e não sejam submetidos a cortes no decorrer do ano. “Não existe seguro eficiente sem previsibilidade orçamentária. Produtores, seguradoras e resseguradoras precisam saber quanto estará disponível e quando a subvenção será liberada. Proteger a lavoura custa menos ao País do que socorrer repetidamente o produtor depois que a perda já ocorreu”.

O exercício realizado pela FGV Agro mostra o tamanho da diferença. Com base no desempenho do PSR em 2025, uma dotação de R$ 3,6 bilhões permitiria proteger 20,47 milhões de hectares, contratar cerca de 398 mil apólices e gerar R$ 10,16 bilhões em prêmios de seguro.

No ano passado, o programa alcançou somente 3,3 milhões de hectares e pouco mais de R$ 18,1 bilhões em importância segurada. A subvenção federal ficou em R$ 581,1 milhões. Em 2021, quando atingiu seu maior alcance, o PSR protegeu 14,23 milhões de hectares.

Leia Também:  Crédito rural em alerta: possível restrição do BB a produtores em recuperação judicial preocupa o agronegócio

Os pesquisadores ressalvam que a expansão não ocorreria automaticamente. Seria necessário ampliar a capacidade de seguradoras e resseguradoras, garantir recursos no Orçamento e estimular a contratação pelos produtores. O custo fiscal da renegociação também pode variar ao longo do tempo, conforme o pagamento das parcelas.

Apesar dessas limitações, o estudo sustenta que políticas de valores semelhantes produzem resultados diferentes. A renegociação age depois da perda, reduzindo o peso do passivo. O seguro atua antes do choque e evita que parte do prejuízo se transforme em inadimplência, recuperação judicial, perda de garantias ou pressão por novo socorro público.

Além das mudanças na MP, a FPA trata como prioridade o Projeto de Lei 2.951/2024, que moderniza o seguro rural. A proposta impede o bloqueio dos recursos destinados à subvenção, oferece estímulos para produtores segurados e reformula o Fundo de Estabilidade do Seguro Rural, que passaria a funcionar como Fundo de Catástrofe.

Para a bancada, a saída da crise depende das duas frentes. A renegociação precisa chegar rapidamente aos produtores que perderam capacidade de pagamento, enquanto o fortalecimento do seguro deve reduzir a exposição das próximas safras. O objetivo é evitar que o País apenas adie o passivo atual e tenha de discutir, em poucos anos, uma nova renegociação das mesmas dívidas.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA