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Prefeitura de Cuiabá limpa mais de 100 km em 12 avenidas

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realizou em agosto uma grande operação de limpeza que alcançou mais de 100 quilômetros de vias da capital. A ação integra o cronograma permanente de manutenção urbana, que busca garantir ruas mais limpas, seguras e bem iluminadas para a população.

Entre os corredores viários contemplados estão algumas das principais avenidas da cidade, como Fernando Corrêa da Costa, Miguel Sutil, Palmiro Paes de Barros, Jurumirim, Historiador Rubens de Mendonça (CPA), Dante Martins de Oliveira (dos Trabalhadores), Jornalista Archimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), Monte Líbano, Juliano Costa Marques, André Maggi, Contorno Leste e Beira Rio.

Para atender a essa demanda, cerca de 250 colaboradores foram mobilizados, divididos em três frentes de trabalho com atuação diária. Os serviços realizados incluem varrição, capinagem, roçagem, poda de árvores, pintura de meio-fio e manutenção da iluminação pública.

No setor elétrico, as equipes realizaram a substituição de lâmpadas e reparos em equipamentos danificados, como fusíveis, fios de cobre, bocais, braços de iluminação e postes atingidos por acidentes ou quedas. Essas ações têm impacto direto na segurança viária e na qualidade de vida dos moradores.

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Além da limpeza e manutenção, a operação também tem caráter preventivo, contribuindo para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Durante o trabalho, são retirados entulhos, pneus, latas e outros materiais que poderiam acumular água parada.

O reforço contou ainda com o uso de maquinário pesado, como retroescavadeiras hidráulicas, tratores, caminhões tipo bobcat, caçambas e veículos do programa Cata-Treco, que coleta móveis, eletrodomésticos e outros inservíveis descartados irregularmente pela população.

O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, destacou que a iniciativa faz parte de uma estratégia permanente de cuidado com a cidade.
“Nosso compromisso é manter Cuiabá limpa e organizada, oferecendo mais qualidade de vida e segurança para todos. Esse trabalho vai além da estética: ele previne doenças, melhora o tráfego e ajuda a construir uma cidade mais acolhedora. Seguiremos intensificando as operações em todas as regiões, de forma contínua e planejada”, afirmou.

As ações terão sequência nos próximos meses, ampliando o alcance para bairros e comunidades, com a meta de garantir maior eficiência na limpeza urbana.

#PraCegoVer

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A imagem mostra os colaboradores da Limpurb durante força-tarefa de limpeza.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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