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Prefeitura de Cuiabá inaugura escola Prof.ª Esmeralda de Campos Fontes nesta terça

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A Prefeitura de Cuiabá inaugura, nesta terça-feira (10), às 19h, a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Prof.ª Esmeralda de Campos Fontes, localizada na Rua Bolívia, s/n, no bairro Ribeirão da Ponte. A cerimônia contará com a presença do prefeito Abilio Brunini e do secretário municipal de Educação, Amauri Monge. A nova unidade reforça os investimentos da gestão municipal na ampliação da rede pública de ensino e na melhoria da estrutura destinada a estudantes e profissionais da Educação.

A escola foi construída em um terreno de 2.509,24 metros quadrados, com área edificada de 1.619,76 metros quadrados. O espaço foi planejado para oferecer mais conforto, segurança e condições adequadas de aprendizagem para os alunos da rede municipal.

A unidade contará com oito salas de aula e terá capacidade para atender até 265 estudantes do pré 1 ao 5° ano (11 anos). A estrutura inclui biblioteca, sala de apoio pedagógico, sala multifuncional, cozinha completa com despensas para alimentos secos e refrigerados, lavanderia, Depósito de Material de Limpeza (DML) e sala de apoio aos funcionários. As aulas terão início imediato.

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A escola também dispõe de sanitários acessíveis para funcionários, e sanitários acessíveis para alunos, além de dois sanitários coletivos, sendo um masculino e outro feminino. O refeitório foi projetado para acomodar até 100 alunos sentados simultaneamente.

Outro destaque da unidade é a quadra poliesportiva, que passou por reforma e recebeu cobertura, garantindo melhores condições para a prática de atividades esportivas e recreativas.

Serviço: Entrega da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Prof.ª Esmeralda de Campos Fontes

Quando: Terça-feira (10), às 19h

Local: Rua Bolívia, s/n, no bairro Ribeirão da Ponte.

Segunda entrega de escola no mês

A inauguração da EMEB Prof.ª Esmeralda de Campos Fontes ocorre poucos dias após a entrega de outra unidade escolar pela atual gestão. Na quinta-feira (5), o prefeito Abilio Brunini inaugurou a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Jescelino José Reiners, localizada no bairro Jardim Novo Horizonte.

A nova escola passou a atender 560 alunos do ensino fundamental nos períodos matutino e vespertino. A unidade possui 18 salas de aula, incluindo duas destinadas a atividades pedagógicas multifuncionais para estudantes com neurodivergências, como o autismo, além de banheiros adaptados para Pessoas com Deficiência (PCDs), quadra poliesportiva com vestiários e espaços adequados para práticas esportivas como futsal, vôlei e handebol.

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Construída em uma área de 2.729,10 metros quadrados, a escola aguardava conclusão havia mais de oito anos. Durante a cerimônia, o prefeito destacou que a atual gestão conseguiu finalizar a obra em oito meses.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Café robusta cresce no Brasil, dobra produção em 9 anos e reduz distância para o arábica

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Produção de robusta deve chegar a 22,1 milhões de sacas em 2026, enquanto arábica segue liderança com 44,1 milhões; cenário indica diversificação e reconfiguração da cafeicultura brasileira.

Café robusta deixa de ser coadjuvante e avança na produção nacional

O café robusta, também conhecido como conilon ou canéfora, vem ganhando protagonismo na cafeicultura brasileira e ampliando sua participação na produção nacional.

Em nove anos, a produção praticamente dobrou: passou de 10,4 milhões de sacas em 2016 para 20,8 milhões de sacas no ano passado, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa recorde histórico da variedade.

Para 2026, a expectativa é de novo crescimento, com projeção de 22,1 milhões de sacas, alta de 6,4% em relação ao ano anterior e possibilidade de novo recorde.

Arábica mantém liderança, mas crescimento do robusta muda equilíbrio do setor

Apesar da expansão do robusta, o café arábica segue como principal variedade produzida no país.

Em 2024, a produção foi de 35,7 milhões de sacas, abaixo das 43 milhões registradas em 2016. Para 2026, a Conab projeta recuperação, com 44,1 milhões de sacas.

Segundo o head da Ascenza Brasil, Hugo Centurion, o cenário não representa substituição entre as variedades, mas sim uma mudança estrutural na cafeicultura brasileira.

“O robusta não está tomando o lugar do arábica, mas o Brasil vive um movimento de diversificação da cafeicultura nacional”, afirma.

Robusta já responde por mais de um terço da produção brasileira

Na safra mais recente, a produção total de café no Brasil foi de 56,5 milhões de sacas. Desse volume, o robusta respondeu por 37%, participação considerada histórica.

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O avanço é explicado por fatores como:

  • Alta produtividade por hectare
  • Maior resistência ao calor e à seca
  • Menor custo de produção
  • Crescente demanda industrial

“O arábica continua muito importante, especialmente nas exportações, mas o robusta ganha espaço pela sua estabilidade produtiva”, destaca Centurion.

Produtividade do robusta supera em mais de 100% a do arábica

Os dados de produtividade reforçam a vantagem competitiva do robusta no campo.

  • Robusta: 400 mil hectares → 20,8 milhões de sacas (52 sacas/ha)
  • Arábica: 1,5 milhão de hectares → 35,7 milhões de sacas (24 sacas/ha)

Ou seja, o robusta apresenta produtividade mais que o dobro da registrada no arábica, com menor área cultivada.

Nova configuração da cafeicultura brasileira

Especialistas avaliam que o crescimento do robusta reflete uma mudança estrutural no setor, com maior foco em eficiência, previsibilidade e redução de riscos climáticos.

Segundo Centurion, o movimento não substitui o arábica, mas amplia a competitividade do Brasil.

“O que estamos vendo é uma reconfiguração da cafeicultura, com o robusta assumindo papel estratégico, sustentado por produtividade e pela demanda global por cafés industriais”, explica.

Expansão do robusta abre novas fronteiras agrícolas

O mapa da produção de café no Brasil também está em transformação.

O arábica se concentra principalmente em:

  • Minas Gerais (Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Zona da Mata)
  • São Paulo
  • Paraná
  • Bahia (Chapada Diamantina e Oeste)
  • Já o robusta tem forte presença em:
  • Espírito Santo (maior produtor nacional)
  • Rondônia
  • Expansão na Bahia e Mato Grosso
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Enquanto o arábica exige clima ameno e altitude, o robusta avança em regiões mais quentes e de menor altitude, abrindo novas fronteiras agrícolas.

Café robusta atende demanda crescente da indústria global

O crescimento do robusta também está ligado ao aumento da demanda por cafés industriais, como:

  • Café solúvel
  • Cápsulas
  • Blends comerciais

Além disso, o robusta possui maior teor de cafeína e perfil mais intenso, sendo amplamente utilizado em formulações industriais e misturas com arábica.

Mudanças no consumo global reforçam importância da variedade

No mercado internacional, o arábica ainda lidera com cerca de dois terços do consumo global, enquanto o robusta representa pouco mais de um terço.

Segundo a Conab, o Brasil exportou cerca de 40 milhões de sacas de café no último ano. Deste total:

  • 75% a 80% foram de arábica
  • 20% a 25% foram de robusta

Os principais compradores incluem Estados Unidos, Alemanha, Itália, Japão e Bélgica.

Robusta ganha papel estratégico na competitividade do café brasileiro

Além de ampliar a oferta para a indústria, o robusta também contribui para estabilizar preços no mercado interno, especialmente em momentos de alta do arábica.

Com maior produtividade e menor custo, a variedade ajuda a sustentar a cadeia produtiva e manter o café mais acessível ao consumidor final.

“O robusta funciona como elemento de equilíbrio do setor e contribui para a competitividade do café brasileiro”, conclui Centurion.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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