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Prefeitura de Cuiabá forma 770 crianças em curso de combate às drogas

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Um total de 770 alunos matriculados no 3º ao 4º ano das escolas públicas de Cuiabá, com idades de 9 a 10 anos, receberão, na segunda (15) e terça-feira (16), certificados pela formação no Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd).

Trata-se de um programa que atua em defesa de crianças e adolescentes na prevenção ao uso de drogas e é oferecido nas escolas públicas a partir de uma parceria da Secretaria Municipal de Educação (SME) com a Polícia Militar (PM).

Na segunda-feira (15), serão certificadas pela formação 140 estudantes da EMEB (Escola Municipal de Educação Básica) Prof°. Ranulpho Paes de Barros, localizada no bairro Santa Isabel.

Na terça-feira (16), será a vez da formação de 630 estudantes matriculados nas seguintes escolas: Ana Tereza Arcos Krause, Maximiano Arcanjo da Cruz, Professor Zeferino Leite de Oliveira e Senador Gastão Mattos Muller.

O secretário de Educação da Prefeitura de Cuiabá, Amauri Monge Fernandes, considera o PROER essencial ao desenvolvimento das crianças, servindo ainda de alerta aos pais e responsáveis. “A função primordial de uma escola é o cuidado. Esse programa desperta a conscientização das crianças que passa a ter o acompanhamento das famílias em atividades educacionais de combate às drogas. A união escola e família é essencial para combater o mal das drogas”, ressalta.

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Entenda

O Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) trabalha com a prevenção primária, visando instruir jovens a controlar seus impulsos e refletir a respeito dos riscos e consequências das drogas.

Pelo programa social, questões relacionadas às drogas e bullyings são incluídas na tarefa escolar que deverão ser respondidas pelas crianças em conjunto com os pais ou responsáveis.

Essa é uma forma de conscientização a respeito do risco que as drogas oferecem aos jovens e a necessidade de construção de um ambiente de convívio social saudável nas unidades escolares.

PraCegoVer

A foto ilustra o secretário de Educação Amauri Monge Fernandes no centro, vestido com camisa social azul clara, que abraça uma criança vestida com uniforme escolar. Do lado direito, está um mascote do Proerd que usa uma fantasia de leão.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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