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Prefeitura de Cuiabá entrega 250 lixeiras para comerciantes e ambulantes do Centro Histórico

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realizou nesta segunda-feira (10) a entrega de 250 lixeiras de 60 litros a comerciantes e vendedores ambulantes que atuam no Centro Histórico da capital.

Confeccionadas em plástico e equipadas com pedal, as lixeiras foram distribuídas entre trabalhadores de barracas, trailers e pontos de venda de alimentos e bebidas, com o objetivo de fortalecer as ações de limpeza urbana e incentivar o descarte correto dos resíduos.

De acordo com a Limpurb, a iniciativa integra um conjunto de medidas da Prefeitura para manter Cuiabá limpa e organizada, especialmente nas áreas com maior circulação de pessoas. Além de promover a conscientização sobre a preservação dos espaços públicos, a ação contribui diretamente para a redução do descarte irregular de lixo nas vias da cidade.

O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, destacou que a manutenção da limpeza é uma responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A entrega dessas lixeiras é uma forma de apoiar os comerciantes e ambulantes, que têm papel essencial na conservação dos espaços onde trabalham. Com atitudes simples, como o descarte correto do lixo, conseguimos garantir uma cidade mais limpa e agradável para todos”, afirmou.

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A Prefeitura reforça que, para participar das próximas entregas e demais ações voltadas ao comércio de rua, os trabalhadores precisam estar regularizados junto ao município. Os comerciantes devem apresentar o Termo de Permissão de Uso (TPU), especialmente no caso de trailers e barracas que comercializam alimentos.

Conforme explicou o diretor da Limpurb, o responsável deve procurar o protocolo da Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (SMATED) para realizar o cadastro e apresentar a documentação necessária para obter a autorização. Após o registro, a Secretaria de Ordem Pública (Sorp) será responsável pela emissão e fiscalização do TPU.

A Prefeitura de Cuiabá segue desenvolvendo ações de zeladoria, educação ambiental e apoio aos trabalhadores do comércio de rua, reafirmando o compromisso com uma cidade mais limpa, organizada e acolhedora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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