AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá convoca 37 candidatos aprovados em seletivo da Educação

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, publicou nesta quinta-feira (17), o 41º edital de convocação de candidatos aprovados no Processo Seletivo Simplificado nº 12/2024/GS/SME. O certame, voltado para contratação temporária e formação de cadastro reserva, foi divulgado na Gazeta Municipal nº 937, de 27 de agosto de 2024.

Nesta etapa, estão sendo convocados 37 aprovados para atuação em unidades educacionais da rede pública municipal no ano letivo de 2025. As funções incluem:

– Pedagogo

– Técnico em Desenvolvimento Infantil (TDI)

– Técnico em Manutenção e Infraestrutura – Auxiliar de Serviços Gerais (TMIE – ASG)

– Técnico em Nutrição Escolar (TNE)

– Professores de Arte, Educação Física e Pedagogia

As vagas são distribuídas entre unidades das quatro Regionais Administrativas da capital, incluindo também unidades do campo.

Comparecimento obrigatório

Os convocados devem comparecer à Secretaria Municipal de Educação, localizada na Rua Diogo Domingos Ferreira, nº 292, bairro Bandeirantes, nesta sexta-feira (18), conforme data e horário estabelecidos nos editais, para entrega de documentação e atribuição de vagas.

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A Secretaria reforça que a ausência no dia e horário previstos ou a não apresentação da documentação completa acarretará na eliminação do candidato, sem possibilidade de nova chamada. Nesses casos, será convocado o próximo classificado.

Documentos exigidos

Os candidatos devem apresentar originais e/ou cópias dos seguintes documentos:

– RG

– CPF

– Título de Eleitor

– PIS ou PASEP

– Certificado de Reservista (quando aplicável)

– Comprovante de residência

– Diploma ou certificado de conclusão de curso com histórico escolar (Ensino Médio ou Superior, conforme o cargo)

– Exame admissional

– Certidões negativas

– Dados bancários – conta corrente no Banco do Brasil (se houver)

O exame admissional pode ser realizado em clínica de livre escolha, desde que conste o cargo e o parecer de aptidão para a função.

A Secretaria destaca ainda que o candidato que chegar atrasado e tiver seu nome já chamado será realocado ao final da lista. O comparecimento fora do horário convocado resultará em eliminação, conforme disposto no item 13.3 do edital.

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Histórico

O Processo Seletivo nº 12/2024 ofertou 2.015 vagas para contratação temporária e formação de cadastro reserva em cargos de níveis médio e superior, com o objetivo de suprir a ausência temporária de servidores efetivos nas unidades da rede municipal de ensino.

Desde a primeira convocação, já foram chamados 6.101 candidatos em 40 etapas anteriores. Esta é a 41ª convocação.

Confira o edital de convocação em anexo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Superávit no comércio exterior cresce, mas pressão sobre margens exige novas estratégias das empresas brasileiras

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O Brasil mantém, nos últimos anos, uma sequência de superávits expressivos na balança comercial, impulsionados principalmente pelo desempenho do agronegócio e de commodities. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam resultados positivos recorrentes no comércio exterior.

No entanto, esse cenário de crescimento agregado convive com um desafio crescente para as empresas: a redução das margens de lucro, pressionadas por custos logísticos elevados, instabilidade cambial e mudanças nas regras do comércio global.

Superávit da balança comercial não reflete ganho real das empresas

Apesar do saldo positivo nas exportações, especialistas apontam que o resultado macroeconômico não reflete necessariamente maior rentabilidade para as companhias exportadoras.

Segundo Murillo Oliveira, especialista em investimentos e estruturação financeira internacional e Head of Treasury da Saygo, muitas empresas estão vendendo mais, mas com margens menores.

“O superávit não significa que as empresas estão ganhando mais. Muitas estão vendendo mais, mas com margens comprimidas por custos que não aparecem na leitura macro dos dados”, afirma.

Custos logísticos e barreiras globais pressionam competitividade

O ambiente internacional tem sido marcado por fatores que elevam o custo das operações. Entre eles estão juros elevados em economias centrais, oscilações frequentes do câmbio e o avanço de políticas protecionistas.

Medidas como a imposição de tarifas adicionais por grandes economias também impactam diretamente a competitividade dos exportadores brasileiros, reduzindo previsibilidade e ampliando riscos.

Além disso, gargalos logísticos e tributários continuam pesando sobre o setor. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que custos logísticos e fiscais podem representar cerca de 30% das operações de comércio exterior no Brasil.

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Gestão financeira se torna fator decisivo para manter margens

De acordo com o especialista, a sustentabilidade das margens depende cada vez mais da estruturação financeira e da eficiência operacional das empresas.

“Hoje, margem não se protege só com preço ou volume. Ela depende de gestão financeira, estratégia cambial e eficiência operacional integrada”, destaca Oliveira.

Esse cenário tem levado empresas a revisar processos, buscar novos mercados e investir em inteligência financeira para reduzir riscos e melhorar previsibilidade.

Diversificação de mercados e integração de operações ganham força

Entre as principais respostas das companhias está a diversificação geográfica das exportações, reduzindo a dependência de poucos destinos comerciais.

A entrada em mercados da Europa e da Ásia tem sido uma alternativa para diluir impactos de tarifas e instabilidades geopolíticas. No entanto, essa estratégia exige maior maturidade operacional e planejamento financeiro mais sofisticado.

Também cresce a demanda por soluções que integrem câmbio, logística e tributação em uma única visão estratégica, permitindo maior controle das operações internacionais.

Falta de visibilidade aumenta riscos nas operações internacionais

A ausência de integração entre dados financeiros e operacionais é apontada como um dos principais riscos para empresas exportadoras.

“A empresa que opera no exterior sem visibilidade de ponta a ponta está exposta. Pequenas variações de custo ou câmbio já são suficientes para transformar lucro em prejuízo”, afirma Oliveira.

Cinco estratégias para proteger margens no comércio exterior

Especialistas destacam um conjunto de decisões estruturais adotadas por empresas que conseguem preservar rentabilidade mesmo em cenários de pressão:

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1. Gestão cambial estruturada

A volatilidade do dólar segue como um dos principais riscos do comércio exterior. O uso de instrumentos como hedge, contratos a termo e contas em moeda estrangeira ajuda a reduzir exposição e aumentar previsibilidade.

“O câmbio não pode ser tratado como uma variável passiva”, afirma o especialista.

2. Diversificação de mercados e moedas

A concentração em poucos destinos aumenta riscos comerciais. A ampliação para diferentes regiões reduz impactos de barreiras comerciais e instabilidades geopolíticas.

3. Revisão de custos logísticos e tributários

Frete internacional, armazenagem e carga tributária continuam entre os principais fatores de pressão. Regimes especiais e estratégias fiscais podem reduzir custos operacionais.

4. Integração de dados financeiros e operacionais

A centralização de informações permite melhor leitura de riscos e decisões mais rápidas, especialmente em operações globais complexas.

5. Uso de assessoria especializada

O suporte técnico contribui para negociações mais eficientes, acesso a incentivos fiscais e estruturação adequada das operações internacionais.

Reorganização global abre oportunidades, mas exige eficiência

Apesar dos desafios, o processo de reorganização das cadeias globais de comércio cria novas oportunidades para países exportadores como o Brasil.

No entanto, especialistas reforçam que o aproveitamento desse cenário depende de controle operacional e estratégia financeira.

“A oportunidade existe, mas não é automática. Quem tiver controle, inteligência financeira e capacidade de adaptação vai capturar valor. Quem operar no automático tende a perder margem, mesmo com crescimento de vendas”, conclui Oliveira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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