AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá contempla escolas e centros educacionais com reparos e reforma geral

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A Prefeitura de Cuiabá, sob a gestão do prefeito Abilio Brunini, mantém serviços de obras visando à melhoria da infraestrutura em 34 unidades escolares.

Há uma reforma geral patrocinada pela Secretaria Municipal de Educação (SME) nas escolas Esmeralda Campos Fortes, Juscelino José Reiners e na creche Santa Inês, localizadas, respectivamente, nos bairros Ribeirão da Ponte, Planalto e Poção.

O secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes, ressalta o compromisso da atual gestão em avançar com obras de qualidade nas unidades educacionais.

“Estamos trabalhando para cumprir rigorosamente os prazos e oferecer uma melhor estrutura aos servidores e professores. É uma ordem expressa do prefeito Abilio Brunini garantir avanços na educação, o que inclui a parte pedagógica e estrutural”, afirma.

A diretora da Escola Osmar José do Carmo Cabral, professora Simone Aparecida da Silva, elogia a iniciativa da Prefeitura de Cuiabá.

“Estamos orgulhosos e satisfeitos em ver essa reforma chegando à escola. Em anos anteriores, tivemos apenas pequenos reparos. Com o ambiente escolar renovado em infraestrutura, teremos mais produtividade. Agradeço ao secretário Amauri e ao prefeito Abilio Brunini por terem disposição de atender e acompanhar nossos pedidos”, disse.

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A diretora do Centro Educacional Maria Nery, professora Iraneiva Paixão, explica que a unidade foi inaugurada no começo dos anos 2000 e somente agora está recebendo a reforma necessária para melhor atender as crianças. Atualmente, são mais de 60 crianças matriculadas nas séries iniciais, Pré I e II.

“Encaminhamos essa demanda à Secretaria de Educação e já somos atendidos com a devida atenção. Estamos há 20 anos aguardando. Graças a essa gestão iluminada, somos atendidos”, destaca.

Execução dos projetos

As unidades escolares recebem melhorias nos telhados, trocas de forros, parte elétrica e pintura, troca de portas, construção de calçada lateral até a base comunitária, reformas da cozinha e outros elementos necessários para a melhoria da infraestrutura.

CEIC (Centro Educacional Infantil Cuiabano)

Amália Curvo de Campos
Inocêncio Leocádio da Rosa
Mariuza do Carmo Ojeda Barros
Padre Armando Cavallo
Wilmon Ferreira de Souza
Sebastião Tolomeu
Santa Inês – reforma geral
Marechal Rondon
Maria Nery
São Francisco de Assis – ampliação

Escolas Municipais de Educação Básica

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Cândido Mariano da Silva Rondon
Jesus Criança
Nossa Senhora Aparecida
Osmar José do Carmo Cabral
Juscelino José Reiners
Casa do Conselho
EMEB Maximiano
Moacyr Gratidiano Dorileo
Maria Tomich Monteiro
Rafael Rueda
Zeferino Santa Inês
Glaucia Maria Borges
Raimundo Pombo
Tereza Lobo
Orzina de Amorim Soares
Octacílio Sebastião da Cruz
Joana D’Arc
Rita Caldas
Maria da Glória
Fábio Firmino Leite
Tancredo Neves
Esmeralda Campos Fortes

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

El Niño ameaça oferta global de trigo e óleo de palma e pode elevar preços das commodities agrícolas

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A confirmação de um novo episódio de El Niño para o segundo semestre de 2026 recoloca o clima no centro das atenções do mercado agrícola internacional. O fenômeno poderá alterar o equilíbrio entre oferta e demanda de importantes commodities, especialmente trigo e óleo de palma, ampliando a volatilidade dos preços e exigindo atenção redobrada dos agentes do agronegócio.

Análise da Hedgepoint Global Markets aponta que os impactos climáticos tendem a ser distintos entre os principais países produtores. Enquanto a Austrália poderá enfrentar perdas significativas na produção de trigo, Estados Unidos e Argentina podem registrar ganhos produtivos. Já no mercado de óleo de palma, os maiores riscos permanecem concentrados na Indonésia e na Malásia, responsáveis pela maior parte da produção mundial.

Austrália concentra os maiores riscos para o trigo

Entre os grandes exportadores mundiais de trigo, a Austrália é considerada a região mais vulnerável aos efeitos do El Niño.

Historicamente, o fenômeno provoca redução das chuvas e temperaturas acima da média durante fases decisivas do desenvolvimento das lavouras, especialmente nas regiões produtoras do oeste e do sudeste australiano.

Esse cenário aumenta o risco de déficit hídrico, compromete o enchimento dos grãos e reduz tanto a produtividade quanto a qualidade da safra.

Como a Austrália ocupa posição estratégica nas exportações globais de trigo, qualquer redução relevante na produção costuma repercutir rapidamente nas bolsas internacionais, influenciando os preços e as expectativas do mercado.

Estados Unidos e Argentina podem compensar parte das perdas

Enquanto o clima tende a dificultar a produção australiana, o El Niño normalmente proporciona condições mais favoráveis em outras regiões produtoras.

Nos Estados Unidos, principalmente nas áreas produtoras de trigo de inverno das Grandes Planícies, o aumento da regularidade das chuvas favorece a recuperação da umidade do solo, reduzindo o risco de estiagens durante o ciclo da cultura.

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Embora ocorram episódios isolados de excesso de precipitação, o histórico indica que o impacto líquido costuma ser positivo para a produção norte-americana.

A Argentina também figura entre os países que tradicionalmente se beneficiam do fenômeno.

A maior frequência das chuvas melhora o estabelecimento das lavouras, favorece o desenvolvimento vegetativo e contribui para o enchimento dos grãos, elevando o potencial produtivo do cereal.

Após temporadas marcadas por seca, o El Niño costuma impulsionar a recuperação da safra argentina, ampliando sua capacidade de exportação e fortalecendo sua participação no comércio internacional.

Produção de óleo de palma pode sofrer impactos mais fortes em 2027

Além do trigo, o mercado acompanha atentamente os possíveis efeitos do El Niño sobre o óleo de palma.

A commodity apresenta elevada sensibilidade às condições climáticas do Sudeste Asiático, onde Indonésia e Malásia concentram aproximadamente 80% da produção mundial.

O fenômeno normalmente provoca redução das chuvas, temperaturas mais elevadas e aumento do estresse hídrico nas áreas produtoras.

No entanto, diferentemente das culturas anuais, os impactos sobre as palmeiras costumam aparecer de forma gradual.

A seca compromete a formação dos cachos e o desenvolvimento fisiológico das plantas, fazendo com que as maiores perdas de produção sejam observadas entre seis e doze meses após o pico do fenômeno climático.

Por esse motivo, os efeitos mais relevantes sobre a oferta mundial de óleo de palma deverão ocorrer ao longo de 2027.

Mercado de óleos vegetais pode sentir reflexos da menor oferta

Uma eventual redução na produção de óleo de palma tende a provocar efeitos em toda a cadeia global de óleos vegetais.

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Com menor disponibilidade da commodity, indústrias e consumidores normalmente intensificam a demanda por produtos substitutos, como:

  • óleo de soja;
  • óleo de canola;
  • óleo de girassol.

Esse movimento pode elevar os preços de todo o complexo de óleos vegetais, aumentando a competição entre os segmentos de alimentos, biocombustíveis e aplicações industriais.

Intensidade do El Niño será decisiva para os preços internacionais

De acordo com Luiz Fernando Gutierrez Roque, coordenador de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do mercado dependerá da intensidade do fenômeno e do equilíbrio entre as perdas registradas na Austrália e os ganhos produtivos nas Américas.

Segundo o especialista, eventos de El Niño mais intensos costumam sustentar as cotações internacionais do trigo devido à relevância da Austrália nas exportações globais. Já no caso do óleo de palma, os maiores riscos permanecem concentrados no Sudeste Asiático, onde a redução da oferta poderá se tornar mais evidente ao longo de 2027.

Clima seguirá como principal fator para os mercados agrícolas

A perspectiva de retorno do El Niño reforça que as condições climáticas continuarão sendo um dos principais direcionadores dos mercados agrícolas nos próximos meses.

Além de influenciar a produção mundial de trigo e óleo de palma, o fenômeno poderá alterar fluxos comerciais, estoques globais e estratégias de comercialização, aumentando a volatilidade das commodities e exigindo monitoramento constante por parte de produtores, exportadores e investidores do agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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