AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá confirma caso de intoxicação por metanol em paciente internado em Pronto-Socorro

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que recebeu, na noite desta quarta-feira (22), a confirmação de um caso de intoxicação por metanol em um paciente de 24 anos, internado no Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC). O laudo confirmatório foi enviado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde de Mato Grosso (CIEVS-MT), serviço vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (SES).

O paciente foi transferido na última sexta-feira (16) do município de Várzea Grande e recebeu tratamento com o antídoto Fomepizol. De acordo com a Secretaria, ele recebeu a primeira dose do medicamento no domingo (19) e a segunda na manhã de segunda-feira (20). O Fomepizol atua como inibidor da enzima álcool desidrogenase, impedindo que o metanol seja metabolizado pelo organismo e prevenindo complicações graves.

O paciente segue sendo acompanhado pelas equipes médicas da unidade. A possibilidade de uma Amaurose (lesão óptica irreversível) ainda não foi confirmada, os médicos oftalmologistas estão realizando exames complementares e acompanhando o caso desde a transferência do paciente para o hospital.

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A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destacou que o caso está sob monitoramento e que, até o momento, não há registros de novos pacientes com suspeita de intoxicação por metanol nas unidades municipais.

“As equipes do Hospital e Pronto-Socorro de Cuiabá seguem acompanhando o caso com toda a atenção necessária. Reforçamos que não há outros pacientes internados com suspeita de intoxicação por metanol em nossas unidades, sejam elas o HPSMC, o HMC ou o Hospital Municipal São Benedito”, afirmou a gestora.

A Prefeitura de Cuiabá reforça ainda que não divulga estado de saúde, laudos, diagnósticos ou evoluções clínicas de pacientes atendidos ou internados nas unidades de saúde do município. Essa medida segue as normas de sigilo e proteção de dados pessoais previstas em lei, garantindo o direito à privacidade e à confidencialidade das informações dos cidadãos.

A orientação é válida para todas as unidades sob gestão municipal, incluindo os Programas de Saúde da Família (PSFs), Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Policlínicas, além dos hospitais geridos pela Secretaria Municipal de Saúde.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Energia solar no agronegócio reduz custos e transforma a produção rural no Brasil

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Energia solar avança no agronegócio e se consolida como ferramenta estratégica no campo

A energia solar tem ganhado espaço no agronegócio brasileiro e vem transformando a gestão de custos e a operação de propriedades rurais de diferentes portes. A tecnologia, cada vez mais presente no campo, já é aplicada em atividades como irrigação, bombeamento de água, resfriamento de leite, armazenagem de grãos e climatização de estruturas agrícolas.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o agronegócio representa cerca de 29% da energia renovável consumida no Brasil, reforçando o papel do setor na transição energética nacional.

Com isso, a energia fotovoltaica passa a ser vista não apenas como alternativa sustentável, mas como solução estratégica para aumentar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais.

Redução de custos e previsibilidade financeira impulsionam adoção no campo

Um dos principais fatores que explicam a expansão da energia solar no meio rural é a redução significativa das despesas com energia elétrica, que representam uma parcela relevante dos custos operacionais do agronegócio.

De acordo com especialistas do setor, a geração própria de energia permite maior previsibilidade financeira, reduzindo a exposição às variações tarifárias e melhorando o planejamento da produção.

“O produtor que consegue reduzir essa despesa de forma consistente ganha competitividade, melhora o fluxo de caixa da propriedade e consegue investir mais em produtividade e tecnologia”, afirma Raphael Brito, CEO da Solarprime.

Irrigação e armazenagem de grãos lideram aplicações da energia solar no agro

Entre as principais aplicações da energia solar no campo, os sistemas de irrigação se destacam pelo alto consumo energético. Em culturas que dependem de bombeamento constante de água, especialmente em períodos de estiagem, a tecnologia pode reduzir os custos com energia em até 90%, dependendo do sistema adotado e do uso de armazenamento.

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Além disso, a energia fotovoltaica tem sido amplamente utilizada em silos, câmaras frias, galpões e sistemas de ventilação, estruturas que exigem fornecimento contínuo de energia durante o ciclo produtivo.

Essas aplicações contribuem diretamente para a redução de perdas pós-colheita e para a melhoria da eficiência logística dentro das propriedades rurais.

Tecnologia amplia autonomia energética e fortalece a operação rural

Segundo especialistas, a energia solar deixou de ser apenas uma solução ambiental para se tornar uma ferramenta de gestão dentro das propriedades rurais.

“O produtor busca eficiência, previsibilidade e mais autonomia energética para sustentar o crescimento da operação”, explica Raphael Brito.

Na pecuária, a tecnologia também vem sendo adotada em sistemas de ordenha, resfriamento de leite e abastecimento de água para o rebanho. Em regiões mais afastadas dos centros urbanos, onde o fornecimento de energia pode ser instável, a geração própria garante maior segurança operacional.

Energia solar ganha espaço como investimento de longo prazo no agronegócio

Além da economia direta na conta de luz, fatores como longa vida útil dos equipamentos e baixa necessidade de manutenção reforçam a atratividade da energia solar no campo.

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Para o setor, a tecnologia se consolida como um investimento de longo prazo, alinhado à busca por maior eficiência e sustentabilidade econômica.

“O produtor rural brasileiro está cada vez mais atento à gestão do negócio. A energia solar entra como uma ferramenta importante para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e tornar a operação mais sustentável economicamente no longo prazo”, finaliza o CEO da Solarprime.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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