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Prefeitura cria canal de denúncias e sugestões para o Mercado do Porto

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (SMATED) abriu um canal para ouvir a opinião das pessoas, tanto com sugestões como denúncias, refentes ao Mercado Municipal Antônio Moisés Nadaf, conhecido como Mercado do Porto.

O número disponibilizado para ligações é gratuito 0800 645 01 56. E ainda tem os canais da ouvidoria e e-mail que também podem ser utilizados. O registro pode ser feito de forma anônima se a pessoa preferir.

O Mercado Municipal Antônio Moisés Nadaf, conhecido como Mercado do Porto é tradicionalmente um espaço de todos e para todos. E a voz do cidadão faz a diferença no local. Localizado na região do bairro Porto, recebe clientes e visitantes diariamente por seus atrativos na comercialização de uma variedade de frutas, verduras, legumes, carnes, temperos e muito mais. Além de bares e restaurantes que servem pratos típicos da culinária regional.

Através dos canais, qualquer cidadão que presenciar algo que não lhe agradou ou que a legislação não permite, entre elas uma prática de aluguel, venda inadequada, serviço mal prestado, problema de infraestrutura pode denunciar. Isso possibilitará a correção e melhora nos serviços e contribuir para a construção de um ambiente cada vez mais agradável.

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Da mesma forma, os canais devem ser usados para sugerir. “Alguém pode ter uma ideia genial para tornar o Mercado do Porto ainda mais incrível. Então, que compartilhe suas sugestões, novos serviços, eventos e o que acredita que seria interessante para incrementar ao espaço”, destacou o diretor de Agricultura e Abastecimento, da Secretaria Municipal de Agricultura Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Renildo França.

O cidadão pode compartilhar o hashtag #MercadoDoPortoMelhor nas redes sociais e ajudar a divulgar o canal de denúncias e sugestões.

Como funcionam os canais

É simples e rápido. Basta acessar o portal http://ouvidoria.cuiaba.mt.gov.br ou enviar um e-mail para a Ouvidoria, pelo endereço [email protected]. ou através do formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScedfUjUaTmRQxC-6FnAgj9WMsRbsfp26Xw1PPwrveE0wx1dw/viewform?usp=header e registrar sua mensagem.

Se preferir ligar, o telefone é 0800 645 01 56, sendo que o atendimento é de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h.

“A identidade será mantida em sigilo, com a garantia de anonimato das mensagens, caso a pessoa não deseja ser identificada. Juntos podemos construir um Mercado do Porto cada vez mais acolhedor, seguro e completo para todos”, frisou o secretário de Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Felipe Corrêa.

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#PraCegoVer

A imagem mostra a entrada do Mercado do Porto, um grande centro comercial localizado em Cuiabá. A entrada tem uma estrutura moderna com um grande portal amarelo e verde, onde está escrito o nome “Mercado do Porto – Antônio Moises Nadaf”. Abaixo do portal, há uma guarita branca com portão verde.

Ao fundo, observa-se um amplo estacionamento repleto de carros e caminhonetes. Algumas barracas e estruturas temporárias podem ser vistas na área externa, indicando a presença de feirantes e comerciantes.

O ambiente é movimentado, com muitos veículos estacionados e pessoas transitando.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Sudeste supera Centro-Oeste em custo alimentar e confinamento registra lucro recorde em 2026

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O custo alimentar do confinamento bovino no Brasil apresentou uma mudança inédita na dinâmica entre as principais regiões produtoras em março de 2026. Pela primeira vez no ano, o Sudeste registrou custo inferior ao Centro-Oeste, segundo dados do Índice de Custo Alimentar Ponta (ICAP).

O indicador, baseado em dados reais de confinamentos que representam cerca de 62% das cabeças confinadas no país, evidencia uma nova configuração de competitividade regional, ao mesmo tempo em que a atividade atinge níveis recordes de rentabilidade.

Sudeste registra menor custo alimentar e quebra padrão histórico

Em março, o ICAP no Centro-Oeste fechou em R$ 13,23 por cabeça/dia, alta de 11,93% em relação a fevereiro, pressionado principalmente pelo encarecimento de insumos energéticos e volumosos.

Já no Sudeste, o índice foi de R$ 12,19, com recuo de 3,64% no mesmo período. O resultado consolidou a tendência de queda iniciada em fevereiro e marcou a inversão regional, com diferença de R$ 1,04 a favor do Sudeste.

Na comparação anual, ambas as regiões apresentam redução de custos. O Centro-Oeste acumula queda de 4,89%, enquanto o Sudeste registra recuo mais expressivo de 8,14% frente a março de 2025.

Insumos pressionam custos no Centro-Oeste

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o Centro-Oeste encerrou março acima da média do período, refletindo a pressão concentrada no último mês.

Os principais movimentos foram:

  • Volumosos: alta de 21,02%
  • Energéticos: alta de 12,35%
  • Proteicos: estabilidade (-0,30%)

O aumento foi impulsionado principalmente pelos energéticos, com destaque para o milho grão seco (+2,2%) e o sorgo (+6,9%), em meio à transição entre a safra de verão e a expectativa da safrinha.

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Nos volumosos, a elevação foi puxada pela silagem de capim (+30,4%), mesmo com recuos em itens como a silagem de milho (-8,1%).

Sudeste reduz custos com maior oferta de insumos

No Sudeste, o custo alimentar encerrou março 1,79% abaixo da média trimestral, influenciado principalmente pela queda nos insumos energéticos e proteicos.

Os destaques foram:

  • Energéticos: queda de 8,74%
  • Proteicos: queda de 5,11%
  • Volumosos: alta de 43,75%

Entre os energéticos, houve recuo no preço do sorgo (-15,3%) e do milho (-1,5%), reflexo da maior disponibilidade e competitividade de coprodutos agroindustriais.

Nos proteicos, a redução foi puxada pela torta de algodão (-8,2%) e pelo DDG (-2,1%). Apesar da forte alta nos volumosos, especialmente silagem de cana (+65,1%) e bagaço de cana (+23,3%), o custo total da dieta foi reduzido na região.

Rentabilidade do confinamento atinge níveis recordes

A relação entre custo alimentar e preço da arroba manteve o confinamento em um dos melhores momentos de lucratividade da série recente.

No mercado físico:

  • Centro-Oeste
    • Custo da arroba produzida: R$ 192,76
    • Preço da arroba: R$ 345,00
    • Lucro: R$ 1.278,79 por cabeça
  • Sudeste
    • Custo da arroba produzida: R$ 193,50
    • Preço da arroba: R$ 350,00
    • Lucro: R$ 1.267,65 por cabeça

As duas regiões registraram crescimento superior a 24% na rentabilidade em relação a fevereiro, com margens acima de R$ 1,2 mil por animal.

Convergência de custos e competitividade entre regiões

Outro destaque foi a forte aproximação no custo por arroba produzida entre as regiões. A diferença caiu para apenas R$ 0,74 em março, ante mais de R$ 17 no mês anterior.

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Esse movimento indica uma equalização da competitividade entre Centro-Oeste e Sudeste, reforçada também por um empate técnico na lucratividade — com diferença inferior a R$ 12 por cabeça.

No mercado de exportação, o Sudeste apresenta leve vantagem, com lucro estimado em R$ 1.324,35 por animal, impulsionado por preços mais elevados do boi destinado à China.

Inversão de custos levanta dúvidas sobre tendência para 2026

A mudança no padrão regional de custos, considerada atípica para a pecuária brasileira, levanta questionamentos sobre sua continuidade.

Enquanto o Centro-Oeste foi pressionado pela alta dos energéticos (+16,55%) e volumosos (+15,18%), o Sudeste se beneficiou da queda nos energéticos (-9,56%) e proteicos (-7,71%), favorecida pela maior oferta de coprodutos.

A consolidação ou não desse novo cenário dependerá, principalmente, do desempenho da safrinha de milho ao longo do ano.

ICAP se consolida como ferramenta estratégica no confinamento

O ICAP é calculado com base em dados de confinamentos monitorados por tecnologias de gestão, incluindo sistemas amplamente utilizados no Brasil.

O índice reúne milhões de registros de alimentação animal e permite acompanhar mensalmente a evolução dos custos nas principais regiões produtoras.

Segundo especialistas, a ferramenta tem se consolidado como apoio estratégico para decisões de compra de insumos, análise de viabilidade econômica e planejamento da atividade de confinamento.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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