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Prefeitura convoca mais 30 aprovados no concurso público da Assistência Social realizado em 2019

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, convocou mais 30 aprovados no concurso público realizado em setembro de 2019. O ato de convocação foi publicado na edição da Gazeta Municipal desta quarta-feira (27). Os convocados têm o prazo de 30 dias, contados a partir da data de publicação, para apresentar a documentação exigida.

Os cargos convocados são: Nível Médio: oficial administrativo: 07 vagas; técnico em Desenvolvimento Social – Cuidador Social: 04 vagas; técnico em Desenvolvimento Social – Orientador Social: 09 vagas; Nível Superior: especialista em Desenvolvimento Social – Assistente Social: 06 vagas; especialista em Desenvolvimento Social – Educador Físico: 01 vaga; especialista em Desenvolvimento Social – Pedagogo: 01 vaga; especialista em Desenvolvimento Social – Psicólogo: 02 vagas.

Os candidatos convocados deverão atender aos requisitos previstos no Edital nº 001/2019 – SMASDH, incluindo: idade mínima de 18 anos até a data da nomeação; ser brasileiro ou, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade com reconhecimento de direitos políticos; apresentação documentação pessoal como RG, CPF, comprovantes de quitação eleitoral e militar (para homens), declaração de não acúmulo ilícito de cargos e atestado de aptidão para o cargo. Além de estar em pleno gozo dos direitos políticos e civis e não exercer atividade incompatível com a função pública.

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O certame foi destinado à contratação de servidores efetivos e formação de cadastro reserva, com um total de 288 vagas (185 para nível médio e 103 para nível superior).

A validade inicial do concurso era até 2 de setembro de 2023, mas foi prorrogada até 31 de agosto de 2025. Essa extensão não altera as condições originais do edital, e os aprovados dentro do período inicial continuam aptos para convocações futuras.

Os servidores nomeados serão lotados conforme a necessidade da Administração Municipal e estarão sujeitos ao Regime Estatutário e ao Estágio Probatório de 3 anos, de acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Cuiabá.

“Com este novo chamamento, o trabalho realizado pela assistência social continuará avançando, garantindo maior qualidade no atendimento da rede municipal. As unidades descentralizadas poderão completar seus quadros de funcionários, otimizando ainda mais o fluxo de atendimento”, destacou a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Manejo de pastagens antes da seca pode reduzir custos e garantir ganho de peso na pecuária

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Manejo antecipado das pastagens é decisivo para enfrentar a seca

A aproximação da estação seca exige atenção redobrada dos pecuaristas no manejo das pastagens. Com a redução das chuvas, há queda na produção e na qualidade da forragem, o que impacta diretamente o desempenho dos rebanhos.

Esse período de transição é considerado estratégico, pois ainda permite a formação de reserva de pasto e ajustes no sistema produtivo para reduzir perdas ao longo dos meses de menor crescimento das plantas.

Oferta de forragem pode cair até 70% na seca

De acordo com o técnico em agricultura e vendedor externo da Nossa Lavoura, Robson Luiz Slivinski Dantas, o manejo adequado nesse momento é determinante para evitar prejuízos.

Segundo ele, a redução das chuvas desacelera o crescimento das pastagens e compromete sua qualidade nutricional.

“Um manejo adequado pode garantir uma oferta de matéria seca entre 2% e 3% do peso vivo dos animais, evitando déficits que comprometem o ganho de peso e geram perdas econômicas importantes”, explica.

Além da redução na oferta, a qualidade da forragem também cai significativamente, com aumento da fibra e redução de proteína e digestibilidade.

Falta de planejamento aumenta custos e degrada pastagens

Entre os principais erros cometidos por produtores nesse período estão:

  • Superlotação das áreas
  • Ausência de pastejo rotacionado
  • Falta de adubação estratégica
  • Não monitoramento da altura do pasto
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Essas práticas aceleram a degradação das áreas e reduzem a capacidade de suporte.

“Quando o produtor não mede a oferta de pasto e mantém a lotação elevada, ele consome a reserva antes do período crítico. O resultado é aumento dos custos e menor produtividade”, alerta Dantas.

Ajuste de lotação é chave para preservar forragem

Uma das principais estratégias recomendadas é o ajuste gradual da taxa de lotação.

A redução planejada do número de animais por hectare ajuda a preservar a reserva de forragem para a seca.

“É possível preservar até 50% a mais de pasto quando a lotação é ajustada de forma estratégica”, afirma o especialista.

O manejo também deve priorizar áreas de descanso e organização do pastejo rotacionado.

Adubação no fim das águas ainda traz ganhos produtivos

Mesmo no fim do período chuvoso, a adubação pode contribuir para aumentar a produção de forragem.

A aplicação de nitrogênio, em áreas com bom potencial produtivo, pode elevar a produção entre 20% e 40%, favorecendo a formação de reservas.

Essa prática melhora o aproveitamento da área e ajuda a sustentar o rebanho durante a seca.

Planejamento garante desempenho e reduz perdas na seca

Com planejamento adequado, é possível manter ganhos de peso entre 0,5 kg/dia e 0,8 kg/dia, mesmo com suplementação mínima.

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Segundo Dantas, a antecipação das decisões reduz impactos produtivos e reprodutivos no rebanho.

Quando não há planejamento, os prejuízos podem ser significativos, incluindo queda de desempenho e aumento de custos operacionais.

Boas práticas ajudam a atravessar o período crítico

Entre as recomendações práticas para o produtor estão:

  • Monitoramento semanal da altura do pasto
  • Planejamento da lotação futura
  • Adubação nitrogenada em áreas prioritárias
  • Implantação de pastejo rotacionado

Essas medidas ajudam a preservar tanto a quantidade quanto a qualidade da pastagem.

Falta de manejo pode gerar perdas de até R$ 500 por hectare

A ausência de planejamento pode resultar em perdas econômicas expressivas, incluindo:

  • Redução do ganho de peso
  • Maior necessidade de suplementação
  • Aumento da mortalidade
  • Queda na produtividade do abate

“Sem planejamento, os prejuízos podem chegar a R$ 500 por hectare”, destaca o especialista.

Soluções para manejo eficiente das pastagens

A Nossa Lavoura oferece insumos e soluções voltadas ao manejo estratégico, incluindo:

  • Adubos NPK balanceados
  • Sementes de pastagens mais resistentes
  • Corretivos de solo

Segundo Dantas, o uso combinado dessas ferramentas permite ampliar a reserva de forragem e reduzir custos.

“Com planejamento e tecnologia, o produtor atravessa a seca com mais segurança e produtividade”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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