AGRONEGÓCIO

Prefeitura convoca enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos e outros reforços na Saúde

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá informa aos candidatos convocados no Concurso Público n° 001/2022/SMS, que abrange profissionais como farmacêuticos, enfermeiros, fisioterapeutas, motoristas, entre outros, que em virtude de instabilidades no sistema eletrônico de convocação, será necessário o comparecimento presencial à sede da Secretaria para garantir a continuidade do processo de posse.

A medida foi tomada visando evitar prejuízos aos candidatos e garantir a transparência e a organização do certame. Todos os convocados que ainda não receberam o termo de posse devem comparecer ao prédio da Secretaria Municipal de Saúde, localizado em Cuiabá, a partir das 08h da manhã desta terça-feira (13), munidos dos documentos originais exigidos no edital, para a retirada da senha de atendimento.

Além disso, os candidatos que já realizaram a inserção de documentos no sistema, mas não tiveram o termo de posse emitido, também devem se apresentar. O atendimento será feito por distribuição de senhas. Serão distribuídas 60 senhas por dia, sendo: turno da manhã (08h às 11h): senhas de 01 a 30 e turno da tarde (14h às 17h): senhas de 31 a 60.

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Caso a demanda ultrapasse o limite diário de senhas, o atendimento será reagendado para os dias seguintes, de forma a garantir o bom andamento do processo e evitar transtornos aos participantes.

“Estamos empenhados em manter a lisura e a organização deste processo seletivo, mesmo diante das dificuldades técnicas. Por isso, pedimos a compreensão e colaboração de todos os convocados. Esta convocação presencial visa garantir que nenhum candidato seja prejudicado por falhas do sistema”, afirmou Elionay Ribeiro, diretor de Gestão de Pessoas da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá.

A publicação também será veiculada na Gazeta Municipal de Cuiabá, garantindo a publicidade oficial conforme determina a legislação vigente.

#PraCegoVer

A foto ilustra a fachada da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Trata-se de um prédio de cor bege com vidros na parte superior.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

STF valida mudança em parque nacional e libera avanço da Ferrogrão com exigências ambientais

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O Supremo Tribunal Federal decidiu pela constitucionalidade da Lei 13.452/2017, que alterou os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir o avanço da Ferrogrão (EF-170), projeto ferroviário considerado estratégico para o escoamento da produção agrícola brasileira entre o Mato Grosso e os portos do Pará.

A decisão foi tomada no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6553, apresentada pelo Partido Socialismo e Liberdade. O processo teve relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Construção da Ferrogrão dependerá de licenciamento ambiental

A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator e concluiu que não houve irregularidade no processo legislativo que resultou na aprovação da lei.

Apesar de validar a norma, o STF estabeleceu que a construção da Ferrogrão permanece condicionada ao cumprimento de todas as exigências legais e ambientais, incluindo a obtenção de licenças ambientais e medidas de proteção às terras indígenas localizadas na área de influência do empreendimento.

A decisão também autoriza o Poder Executivo Federal a editar decreto para compensação ambiental da área retirada do parque nacional.

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Lei retirou área do Parque Nacional do Jamanxim

A Lei 13.452/2017 excluiu aproximadamente 862 hectares do Parque Nacional do Jamanxim para implantação dos leitos ferroviários e das faixas de domínio da Ferrogrão e da BR-163.

O projeto ferroviário prevê ligação entre importantes regiões produtoras do Mato Grosso e os corredores logísticos do Pará, ampliando a capacidade de transporte de grãos destinados à exportação.

AGU destaca avanço logístico e redução de emissões

Durante o julgamento, a Advocacia-Geral da União destacou que os estudos relacionados ao empreendimento foram atualizados, incluindo análises de viabilidade técnica, econômica e ambiental.

A AGU argumentou ainda que, respeitadas as exigências legais, a Ferrogrão pode representar avanço relevante para a infraestrutura logística nacional, com potencial de geração de empregos, aumento da competitividade do agronegócio e redução de custos no transporte de cargas.

Outro ponto defendido pela União foi a possibilidade de diminuição do fluxo de caminhões na BR-163, fator que poderia reduzir impactos sobre a malha rodoviária e contribuir para menor emissão de gases de efeito estufa.

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Ferrogrão segue no centro do debate ambiental e logístico

Considerada uma das principais obras de infraestrutura planejadas para o setor agropecuário, a Ferrogrão continua cercada de debates envolvendo desenvolvimento econômico, preservação ambiental e impactos sobre comunidades indígenas.

O projeto é visto pelo setor produtivo como peça estratégica para ampliar a eficiência logística do corredor de exportação do Norte do país, especialmente para soja, milho e farelo produzidos no Centro-Oeste brasileiro.

Ao mesmo tempo, organizações ambientais e representantes indígenas seguem cobrando garantias relacionadas à preservação da floresta amazônica e ao cumprimento rigoroso da legislação socioambiental.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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