AGRONEGÓCIO

Prefeitura chega à 29ª quadra revitalizada e mantém ritmo intenso de melhorias em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, manteve o ritmo intenso de trabalho em fevereiro e contabilizou 36 ações de manutenção e revitalização em espaços esportivos da capital. O balanço mensal confirma a continuidade da política pública de cuidado com campos, miniestádios e quadras, garantindo ambientes mais seguros, organizados e acolhedores à população.

De acordo com o relatório oficial da pasta, foram executados 32 serviços de corte de grama e quatro revitalizações de quadras ao longo do mês, alcançando diversas regiões da cidade.

A maior parte das intervenções concentrou-se na zeladoria dos campos e miniestádios. Entre os locais atendidos estão o Miniestádio São João dos Lázaros, Miniestádio do Pascoal Ramos, Miniestádio Jardim Cuiabá, além dos campos do Mossoró, Nova Esperança, Residencial Coxipó, Del Rey, Santa Laura, Tijucal, Pedregal, Osmar Cabral, Morada do Ouro, Pedra 90, Chácara dos Pinheiros, Parque Ohara, Botafogo, Araés, Jardim Vitória, Santa Isabel, CPA III, CPA IV, Vila Nova, Passaredo, Itapajé, Moinho, Voluntários da Pátria, Recanto do Sol, Rotam, Profeta, Parque Atalaia e o campinho do Araés

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A manutenção periódica dos gramados é essencial para reduzir riscos de acidentes, melhorar as condições de jogo e estimular a ocupação contínua dos espaços por crianças, jovens e praticantes do futebol amador. Além de preservar o patrimônio público, o serviço contribui para fortalecer a rotina esportiva nas comunidades.

Funcionalidade

Fevereiro também foi marcado por quatro revitalizações de quadras esportivas, nos bairros Parque Cuiabá, Porto, CPA IV e São Sebastião. As intervenções envolveram pintura, ajustes estruturais e melhorias que devolvem identidade visual, organização e mais segurança aos espaços.

Durante a entrega de uma das quadras revitalizadas, o secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, destacou a importância do trabalho contínuo nas comunidades, a exemplo do bairro Porto.

“Que satisfação de estar no bairro e ver esse colorido do jeito que está aqui. Já completamos a revitalização de 30 espaços, e são quadras muito importantes, sempre movimentadas. Em dois dias conseguimos fazer essa revitalização em espaços muitas vezes históricos e emblemáticos para nossa capital. E vamos continuar durante a semana para concluir detalhes, como colocar o aro do basquete e o alambrado na lateral, mas já demos vida para esse lugar”, afirmou.

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A fala do secretário traduz o espírito das ações realizadas: compromisso com o esporte e respeito com a comunidade.

O balanço de fevereiro reforça que as ações não são pontuais, mas integram um planejamento permanente da Secretaria. Assim como em janeiro, quando foram registradas 28 intervenções, o mês de fevereiro mantém a média elevada de atendimentos e consolida uma agenda contínua de zeladoria esportiva.

A presença das equipes técnicas nos bairros fortalece o vínculo entre poder público e moradores, além de assegurar que campos e quadras permaneçam aptos para treinos, campeonatos amadores e atividades recreativas.

Com novas intervenções previstas para os próximos meses, a Prefeitura segue investindo na qualificação dos equipamentos esportivos e reafirma que cuidar dos espaços públicos é investir diretamente na qualidade de vida, na inclusão social e na construção de uma cidade mais ativa e participativa.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Santa Catarina consolida 5º maior agronegócio do Brasil e lidera agroindustrialização nacional, aponta estudo da FACISC

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Santa Catarina reforçou sua posição entre os principais protagonistas do agronegócio brasileiro. Dados inéditos do Mapa do Agro Catarinense 2026, divulgado pela FACISC, mostram que o estado ocupa atualmente a quinta colocação entre os maiores agronegócios do país, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

O levantamento foi apresentado nesta quinta-feira (28), em Florianópolis, e aponta que o agronegócio catarinense movimenta cerca de R$ 144 bilhões, equivalente a 6% de toda a produção agropecuária nacional. O setor responde por 35% da economia estadual, reúne aproximadamente 470 mil empresas, gera 1,6 milhão de empregos e contribui com R$ 12 bilhões em arrecadação.

Segundo o presidente da FACISC, Elson Otto, o desempenho catarinense ganha ainda mais relevância diante da comparação com estados de maior extensão territorial e agrícola.

“O estado disputa espaço com gigantes do agronegócio brasileiro e se destaca pela força da agroindústria, pela produtividade e pela capacidade empreendedora do produtor rural catarinense”, afirmou.

Santa Catarina lidera agroindustrialização no Brasil

Um dos principais diferenciais apontados pelo estudo é o elevado nível de industrialização do agro catarinense. Santa Catarina possui hoje a maior participação da agroindústria entre os principais estados produtores do país.

Enquanto outras regiões concentram grande parte da força econômica na produção primária, Santa Catarina tem 40% do agronegócio diretamente ligado à indústria de transformação, agregando valor à produção rural.

De acordo com o diretor de Agronegócio e Ferrovias da FACISC, Lenoir Broch, o modelo catarinense fortalece a competitividade do setor.

“O estado construiu uma cadeia baseada em industrialização, exportação, tecnologia e geração de empregos. Isso torna o agronegócio mais diversificado e resiliente frente às oscilações do mercado”, destacou.

O estudo também revela que Santa Catarina possui a sexta maior força de trabalho do agronegócio brasileiro, com 1,6 milhão de pessoas ocupadas no setor. Na última década, o número de empregos cresceu 19%, terceiro maior avanço do país.

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Quando o indicador é proporcional à população, o estado lidera o ranking nacional, com 195 trabalhadores do agro para cada mil habitantes.

Estado lidera produção nacional em 12 segmentos

O Mapa do Agro Catarinense 2026 evidencia a liderança do estado em diferentes cadeias produtivas estratégicas. Santa Catarina responde atualmente por:

  • 50% da produção brasileira de maçã;
  • 23% da produção nacional de carne suína;
  • 86% da produção de ostras, vieiras e mexilhões;
  • 44% das conservas de peixe;
  • 64% do alvejamento e tingimento de fios e tecidos.

Além das cadeias tradicionais, o estado também amplia participação em segmentos de maior valor agregado, como maracujá, pêssego, ovos de codorna, alevinos, máquinas para alimentos, papel, confecção e indústria têxtil.

Exportações do agro catarinense batem recorde

O comércio exterior também aparece como um dos pilares da expansão do setor. Santa Catarina encerrou 2025 com recorde histórico de US$ 8,4 bilhões em exportações do agronegócio.

O estado ocupa a oitava posição entre os maiores exportadores do agro brasileiro e figura entre os cinco maiores exportadores nacionais quando considerada apenas a agroindústria.

Mesmo diante de desafios internacionais, como tarifas impostas pelos Estados Unidos e embargos chineses sobre proteínas animais, o agronegócio catarinense ampliou presença em mercados estratégicos da América do Sul, Oriente Médio, Europa, África e Oceania.

Santa Catarina também se destaca como um dos principais polos importadores do setor, com US$ 7,3 bilhões em compras internacionais, principalmente de fertilizantes e insumos industriais. O estado responde por cerca de 13% das importações nacionais desses produtos.

Para a economista da FACISC, Mariana Guedes, a diversidade produtiva explica parte da competitividade catarinense.

“O diferencial está na capacidade de industrialização e na variedade de cadeias produtivas presentes em todas as regiões do estado, permitindo atender mercados exigentes e diferentes ciclos econômicos simultaneamente”, avaliou.

Tecnologia fortalece competitividade no campo

O avanço tecnológico também ganha espaço no estudo. Santa Catarina possui atualmente 85 startups agtechs e ocupa a sétima posição nacional no segmento.

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No recorte específico de empresas desenvolvedoras de softwares voltados ao agronegócio, o estado sobe para a quarta posição no país, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco.

O ecossistema de inovação está distribuído em diferentes regiões catarinenses, com destaque para Florianópolis, Chapecó, Concórdia, Lages e Joinville.

Segundo a FACISC, o crescimento das agtechs está diretamente ligado à capacidade de desenvolver soluções práticas para aumentar produtividade, eficiência e sustentabilidade no campo.

Logística e clima seguem como desafios

Apesar do desempenho recorde, o estudo alerta para gargalos estruturais que ainda limitam o crescimento do agronegócio catarinense.

Eventos climáticos extremos, custos elevados de produção e dificuldades logísticas provocaram perda de competitividade em algumas culturas, como cebola, alho, milho, tomate, uva e pêssego.

A entidade também defende maior investimento em infraestrutura, inovação logística, acessibilidade a insumos biotecnológicos e políticas de apoio ao pequeno produtor rural.

Mesmo diante desses desafios, o estudo aponta que Santa Catarina mantém potencial de crescimento acima da média nacional, sustentado pela diversidade produtiva e pela forte presença da agroindústria.

“Mesmo com limitações estruturais e climáticas, Santa Catarina segue ampliando produção, empregos e exportações. O estado ainda possui amplo espaço para crescer com investimentos em logística, infraestrutura e inovação”, concluiu Lenoir Broch.

Mapa do Agro Catarinense 2026

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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