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Prefeito vistoria Aquário Municipal e reforça legado com o turismo da cidade: “Espaço é encantador”

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, realizará na próxima semana uma série de entregas à população cuiabana. Dentre elas, o revitalizado Aquário Municipal, o maior complexo turístico da capital, localizado na Orla do Porto I. Na manhã de hoje, 29, o prefeito de Cuiabá, Emanuel PInheiro, acompanhado pelo secretário de Turismo, Lincon Sardinha, além da equipe técnica, e do vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa, vistoriaram as obras, que estão em ritmo final para apreciação da população. Além do Aquário, Cuiabá contará com um novo espaço para lazer, praça de alimentação e a Vila Cuiabana.

O espaço foi completamente reformado e agora conta com mais de 14 mil metros quadrados. O novo Aquário Municipal possui uma área de mais de 1,2 mil metros quadrados dedicada à apreciação de peixes típicos das Bacias Amazônica e do Prata.

Além disso, o complexo inclui 3,6 mil metros quadrados de áreas verdes, bosques, fontes de água e praças de alimentação, que oferecem restaurantes, quiosques e espaços para pequenos empreendedores. Outros 3,7 mil metros quadrados foram destinados ao estacionamento, que comporta 106 vagas para carros, 7 para ônibus e 26 para motos, garantindo acessibilidade e conforto aos visitantes.

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“Há todo um cuidado com o PH da água, do cuidados aos aos animais, com a temperatura da água, a iluminação, uma infinidade de detalhes. O espaço é uma grandiosa obra de arte, mais um legado que deixarei à população”, asseverou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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