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Prefeito prestigia cerimônia de troca de comando da 13ª Brigada do Exército

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O prefeito de Cuiabá participou, nesta semana, da solenidade que marcou a passagem de comando da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, realizada na capital mato-grossense. O evento simboliza um importante momento para o Exército Brasileiro e reforça a parceria histórica entre as instituições militares e o Município.

A cerimônia contou com a inauguração da fotografia do general Luiz Duarte na galeria de ex-comandantes da Brigada. Cuiabano, Duarte encerra seu ciclo à frente da estrutura militar em Mato Grosso e seguirá para Brasília, onde assumirá a Diretoria de Assistência ao Pessoal (DAP). Sua gestão foi marcada pelo fortalecimento das ações conjuntas, pela valorização da tropa e por iniciativas que aproximaram ainda mais a Brigada da sociedade cuiabana.

O comando da 13ª Brigada passa agora ao general Claudio Gadelha, oriundo de Fortaleza (CE). Ao desejar êxito ao novo comandante, o prefeito destacou a relevância estratégica da Brigada para o Estado e reafirmou o compromisso do Município em manter um diálogo contínuo e construtivo com as Forças Armadas.

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O prefeito também ressaltou que a cooperação entre o poder público municipal e o Exército Brasileiro é fundamental para o desenvolvimento de projetos em áreas como defesa civil, ações sociais, formação profissional e apoio às comunidades. Agradeceu ao general Duarte pelo trabalho desempenhado e deu as boas-vindas ao general Gadelha, reforçando a confiança na continuidade de uma relação institucional sólida e pautada pelo respeito mútuo.

A cerimônia reuniu autoridades civis e militares, reafirmando o espírito de integração e colaboração que caracteriza a atuação conjunta entre o Município e o Exército Brasileiro em Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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