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Prefeito e primeira-dama cobram agilidade em obras do novo Centro Médico Infantil

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O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini, a primeira-dama e vereadora Samantha Iris, visitaram neste sábado (8) a obra do novo Centro Médico Infantil, que está sendo instalado no antigo Pronto-Socorro de Cuiabá. Acompanhado pelos engenheiros responsáveis, eles verificaram o andamento dos trabalhos e cobraram agilidade na execução.

Brunini determinou que a empresa responsável amplie a equipe de trabalhadores ainda nesta semana para acelerar a conclusão do espaço. Durante a visita, o prefeito também destacou a importância da obra da Policlínica do Planalto, que será transformada em outra unidade de atendimento infantil.

Formado em Arquitetura, Brunini solicitou ajustes no projeto do Centro Médico Infantil, redesenhou algumas áreas e reorganizando alguns pontos para melhorar a circulação de pacientes e a funcionalidade do espaço. O local contará com nove consultórios, sala de exames de imagem completa, sala de coleta de exames, setor de medicação, duas salas de triagem, espaço para internação, UTI infantil, sala vermelha e box de emergência.

Ao todo serão investidos R$ 5 milhões, entre obras de reforma do antigo Pronto-Socorro, Atendimento Infantil e aquisição de equipamentos. A nova ala, que está sendo totalmente modelada para a parte da frente do antigo hospital, irá oferecer serviços especializados em pediatria, se tornando referência no atendimento de saúde infantil na capital.

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A visita ao hospital ainda foi acompanhada pelo vereador Dilemário Alencar.

#PraCegoVer

A imagem mostra o prefeito Abilio, de camisa cinza ao lado de Samantha, de rosa, e um engenheiro. Eles observam uma planta de obra em uma pesa ampla.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Fertilizantes sobem até 63% e levam relação de troca do produtor ao pior nível em anos

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A escalada dos preços dos fertilizantes no mercado internacional, impulsionada pelas tensões no Oriente Médio, tem deteriorado de forma significativa a relação de troca do agricultor brasileiro. Altamente dependente de importações, o Brasil sente de forma direta os impactos desse choque externo, com forte valorização dos insumos no mercado interno.

De acordo com a StoneX, os fertilizantes nitrogenados lideram as altas mais intensas desde o início do conflito. A ureia, principal insumo da categoria, acumula valorização de cerca de 63% nos preços CFR no país. Já o sulfato de amônio (SAM) registra alta próxima de 30%, enquanto o nitrato de amônio (NAM) avança cerca de 60% no mesmo período.

Relação de troca atinge níveis críticos

A disparada da ureia tem impacto direto sobre a rentabilidade, especialmente no milho. Atualmente, são necessárias aproximadamente 60 sacas do cereal para a aquisição de uma tonelada do insumo — um dos piores níveis de troca dos últimos anos.

Segundo o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomas Pernías, o cenário exige cautela redobrada por parte dos produtores.

“Observamos uma deterioração relevante nas relações de troca, o que pressiona as margens e torna as decisões de compra mais complexas neste momento”, afirma.

Soja também enfrenta pressão nos custos

O ambiente adverso não se restringe ao milho. Produtores de soja também lidam com condições pouco atrativas para aquisição de fertilizantes fosfatados. Com custos elevados, a tendência é de uma demanda mais seletiva, com foco na redução de despesas operacionais.

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Esse comportamento já começa a impactar o ritmo de negociações no país, com produtores adotando uma postura mais defensiva diante da volatilidade dos preços.

Janela de compra impõe limite à cautela

Apesar da retração momentânea, o calendário agrícola brasileiro limita o adiamento das decisões. A principal janela de compra de fertilizantes ocorre no segundo semestre, antes do plantio da safra de verão.

Nas últimas semanas, parte dos agricultores optou por postergar aquisições, aguardando maior definição do cenário global. No entanto, essa estratégia tende a perder força com o avanço da temporada.

Decisão inevitável no radar do produtor

Diante desse contexto, os produtores brasileiros devem, em breve, tomar decisões estratégicas. As alternativas passam por absorver os custos mais elevados — com impacto direto nas margens — ou reduzir o uso de insumos, o que pode comprometer o potencial produtivo das lavouras.

“Em algum momento, o produtor terá que decidir entre pagar mais caro pelos fertilizantes ou ajustar o pacote tecnológico. Ambas as opções têm implicações relevantes. A evolução do conflito será determinante para o comportamento da demanda no Brasil”, conclui Pernías.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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