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Prefeita em exercício destaca valorização e fortalecimento da economia local em festival gastronômico

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Acontece em Cuiabá, até sábado (1º), o 1º Festival Gastronômico e Turístico do Vale do Rio Cuiabá, no Centro de Eventos do Sindicato Rural. A iniciativa reúne gastronomia, turismo, cultura e produtos da agricultura familiar da região, com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e fortalecer as cadeias produtivas locais.

A programação inclui diversas atividades, como atrações culturais, exposição de fotos de pontos turísticos históricos de Cuiabá, curso de hidroponia, rodas de conversa, palestras, o 1º Encontro dos Secretários Municipais de Agricultura do Vale do Rio Cuiabá e a 2ª Feira de Agricultura Familiar do Vale do Rio Cuiabá, entre outras.

A abertura, realizada na noite de sexta-feira (29), contou com a presença da prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, além de representantes do setor produtivo, como o presidente do Sindicato Rural, Celso Nogueira; o vice-presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Edu Pascoski; a secretária de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Andreia Fujioka; o secretário adjunto de Agricultura, Vicente Falcão; o secretário adjunto Especial de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Gustavo Vandoni; o chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Cultura, Leandro Presa, representando o secretário Johnny Everson; o secretário municipal de Orçamento, Nivaldo de Almeida Carvalho Junior; vereadores e demais convidados.

A prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, destacou a importância de valorizar o trabalho dos produtores e feirantes, que representam a força da economia local.

“É bonito ver essa fartura toda e saber que tudo isso vem de tanto trabalho. As feiras são espaços de convivência, de sustento e de lazer para as famílias. Precisamos incentivar cada vez mais esses eventos, que fortalecem a economia e a vida comunitária”, afirmou.

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No espaço, o público encontra uma grande variedade de produtos típicos cuiabanos e opções para todos os gostos: comidas regionais, estrogonofe, bobó, parmegiana, risoto, kebab, yakisoba, pastel, hambúrguer, chope artesanal, doces, bolos e biscoitos, além de bijuterias, artesanato, crochê e sabonetes artesanais veganos com extrato de ervas que relaxam e revitalizam a pele. Também há distribuição de mudas frutíferas, diretamente do Horto Florestal Tote Garcia.

Participa do evento o Grupo Gastronômico do Jardim das Américas, formado exclusivamente por mulheres do projeto “Mulheres Inspiradoras”, criado em 2020, durante a pandemia da Covid-19, por iniciativa de Raysa Paniago. Desde então, o grupo se fortaleceu, adquiriu conhecimento e se tornou referência em empreendedorismo feminino. Nesta edição, 14 integrantes participam do festival, além da tradicional feira realizada na Praça do Jardim das Américas.

“A nossa expectativa é enorme, porque agora estamos saindo da praça e participando de um festival de gastronomia. É uma grande oportunidade para mostrar nosso trabalho e divulgar nossas delícias para todo Cuiabá. Tem para todos os gostos. Estamos muito felizes em participar e estaremos aqui todos os dias”, afirmou Alessandra Gomes Ferreira, que apresenta variedades de estrogonofe entre outras delícias.

O secretário adjunto Especial de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Gustavo Vandoni, representando o secretário Fernando Medeiros, ressaltou a importância da integração entre os setores.

“Um evento como esse mostra que turismo, desenvolvimento econômico e agricultura estão interligados. Turismo é movimento. O festival atrai visitantes, movimenta a economia e valoriza os produtores locais. Nosso trabalho na Secretaria é exatamente esse: atuar de forma transversal para que um setor potencialize o outro”, destacou.

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Vandoni também elogiou a iniciativa do Sindicato Rural em aproximar o produtor do mercado consumidor.

“Muitos pequenos produtores não têm acesso direto ao público. Criar essa ponte é essencial, e iniciativas como essa precisam acontecer mais vezes, com o apoio da Prefeitura”, completou.

O secretário adjunto de Agricultura, Vicente Falcão, destacou que o evento une quatro pilares fundamentais: gastronomia, cultura, conhecimento e comercialização.

“Aqui é possível adquirir conhecimento, trocar experiências, realizar negócios e apreciar a gastronomia típica da nossa região. É uma grande oportunidade para que toda a população do Vale do Rio Cuiabá venha prestigiar”, afirmou.

O presidente do Sindicato Rural, Celso Nogueira, explicou que o festival faz parte de um projeto maior de ocupação e valorização do Parque da Acrimat, que pertence à Prefeitura e é administrado pelo Sindicato.

“Nosso objetivo é criar um calendário permanente de eventos para que o parque seja utilizado semanalmente. É uma área pública que precisa ser aproveitada pela população, e estamos trabalhando junto com a Prefeitura e a Secretaria de Agricultura para oferecer mais opções de lazer e desenvolvimento para a Baixada Cuiabana”, concluiu.

#PraCegoVer

A foto que ilustra a matéria mostra o dispositivo de autoridades sentadas e a prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, em pé, no momento em que fazia uso da palavra durante a abertura do evento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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