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Preços do Milho Caem em Chicago Após Relatório de Exportação do USDA

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Nesta sexta-feira (16), o mercado futuro do milho apresentou queda na Bolsa Brasileira (B3), com as principais cotações oscilando entre R$ 59,72 e R$ 68,18 por volta das 10h21 (horário de Brasília).

No contrato de setembro/24, o milho era negociado a R$ 59,72, registrando uma alta de 0,91%. O vencimento para novembro/24 estava cotado a R$ 63,05, com valorização de 0,61%. Para janeiro/25, o preço era de R$ 65,80, um ganho de 0,45%, e março/25 registrava R$ 68,18, uma elevação de 0,37%.

Mercado Internacional

Na Bolsa de Chicago (CBOT), o cenário foi negativo nesta manhã, com os preços futuros do milho em queda. Por volta das 09h44 (horário de Brasília), o contrato de setembro/24 era cotado a US$ 3,70, uma baixa de 4,25 pontos. Para dezembro/24, a cotação era de US$ 3,92, com queda de 4,75 pontos. O contrato de março/25 registrava US$ 4,11, com uma desvalorização de 4,50 pontos, e o de maio/25, US$ 4,21, com perda de 4,75 pontos.

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De acordo com o site internacional Farm Futures, a queda nos preços reflete o impacto dos dados fracos de exportação divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quinta-feira (15). O relatório mostrou que exportadores dos EUA venderam apenas 4,7 milhões de bushels de milho para embarque na temporada 2023/24 na semana encerrada em 8 de agosto, o menor volume registrado no ano comercial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtividade da soja cai 14,8% no Rio Grande do Sul após irregularidade das chuvas na safra 2025/26

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A colheita da soja da safra 2025/26 foi concluída no Rio Grande do Sul, encerrando um ciclo marcado pela forte irregularidade das chuvas e por perdas significativas de produtividade. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, restam apenas áreas pontuais de soja de segunda safra, sem representatividade estatística para o resultado estadual.

Os dados consolidados mostram que o desempenho das lavouras ficou abaixo das expectativas iniciais, refletindo os impactos do déficit hídrico registrado em diferentes momentos do ciclo produtivo.

Produtividade estadual fica quase 15% abaixo da estimativa inicial

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a produtividade média da soja no Rio Grande do Sul foi revisada para 2.707 quilos por hectare, resultado 14,8% inferior à projeção inicial de 3.180 quilos por hectare, divulgada antes do início do plantio.

A área cultivada com a oleaginosa no Estado foi estimada em 6.697.172 hectares, consolidando o Rio Grande do Sul entre os principais produtores nacionais de soja.

Segundo o levantamento, a redução da produtividade está diretamente relacionada à distribuição irregular das chuvas durante o desenvolvimento da cultura. Enquanto algumas regiões receberam precipitações suficientes para manter o potencial produtivo, outras enfrentaram longos períodos de estiagem justamente nas fases mais sensíveis da lavoura, comprometendo o enchimento de grãos e o rendimento final.

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Chuvas irregulares provocaram grandes diferenças entre regiões

A Emater destaca que a variabilidade climática resultou em diferenças expressivas de produtividade entre regiões, municípios e até mesmo entre propriedades vizinhas.

Esse comportamento evidencia como a distribuição das chuvas, mais do que o volume total precipitado, foi determinante para o desempenho das lavouras na safra.

Região de Ijuí registra contrastes no rendimento das lavouras

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a colheita também foi totalmente finalizada, confirmando a forte disparidade entre os municípios.

Os menores rendimentos foram registrados em áreas de Augusto Pestana, Coronel Barros e Jóia, onde a escassez de chuvas durante os períodos críticos do desenvolvimento da soja limitou significativamente o potencial produtivo.

Em contrapartida, o município de Santa Bárbara do Sul apresentou um dos melhores desempenhos da região, alcançando produtividade média superior a 3.600 quilos por hectare, favorecido por condições climáticas mais adequadas ao longo do ciclo.

Clima reforça desafios para a produção gaúcha

O encerramento da colheita confirma mais uma safra em que o comportamento climático foi determinante para os resultados da soja no Rio Grande do Sul.

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As diferenças observadas entre as regiões reforçam a vulnerabilidade da produção agrícola aos eventos climáticos extremos e evidenciam a importância de estratégias de manejo, planejamento e tecnologias capazes de reduzir os impactos da variabilidade das chuvas sobre a produtividade das lavouras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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