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Preços da Carne Suína Sobem com Expectativas de Melhor Consumo; Frigoríficos Mantêm Cautela

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Na última semana, os preços da carne suína registraram um aumento tanto no quilo vivo quanto nos principais cortes no atacado. Segundo o analista Allan Maia, da Safras & Mercado, as negociações envolvendo o animal vivo estão ocorrendo em um ambiente equilibrado, apesar de os frigoríficos manterem uma postura cautelosa.

“Há sinais de melhora no escoamento da carne, com expectativas positivas para o consumo final devido à entrada da massa salarial na economia. Os suinocultores indicam que a oferta de animais deve continuar ajustada no curto prazo, o que favorece a elevação dos preços”, explica Maia.

Além disso, o analista destaca o bom desempenho das exportações, um fator positivo que contribui para o ajuste da disponibilidade doméstica. “O preço do milho, principal componente da ração, recuou em alguns estados, o que é favorável para as margens dos suinocultores”, acrescenta.

Análise dos Preços

De acordo com levantamento da Safras & Mercado, a média de preços do quilo do suíno vivo no país teve um aumento de 1,55% na semana, encerrando em R$ 6,04. Os preços pagos pelos cortes de pernil no atacado subiram de R$ 10,36 para R$ 10,50 (+1,38%) e a média da carcaça teve um avanço de 1,09%, atingindo R$ 9,82.

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A análise semanal da Safras & Mercado revelou que a arroba suína em São Paulo subiu de R$ 125,00 para R$ 130,00. No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração manteve-se em R$ 5,40 e no interior do estado passou de R$ 6,15 para R$ 6,25.

Em Santa Catarina, o preço do quilo na integração permaneceu em R$ 5,40 e no interior subiu de R$ 6,05 para R$ 6,10. No Paraná, o preço do quilo vivo aumentou de R$ 6,10 para R$ 6,25 no mercado livre, mantendo-se estável em R$ 5,35 na integração.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande subiu de R$ 5,90 para R$ 5,95, com os preços na integração permanecendo em R$ 5,35. Em Goiânia, os preços aumentaram de R$ 6,20 para R$ 6,40. No interior de Minas Gerais, os preços subiram de R$ 6,60 para R$ 6,70, com o mercado independente avançando de R$ 6,70 para R$ 6,90. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis foi de R$ 5,85 para R$ 5,90, enquanto na integração estadual as cotações permaneceram estáveis em R$ 5,30.

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Desempenho das Exportações

As exportações brasileiras de carne suína “in natura” renderam US$ 210,066 milhões em maio (21 dias úteis), com uma média diária de US$ 10,003 milhões. A quantidade total exportada no período foi de 91,629 mil toneladas, com uma média diária de 4,363 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.292,60 por tonelada.

Comparando com maio de 2023, houve uma queda de 10,7% no valor médio diário, um aumento de 0,8% na quantidade média diária exportada e uma retração de 11,4% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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