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São Paulo lidera cultivos de Cannabis no Brasil, indica levantamento

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Um recente levantamento realizado pela Kanna Coin revelou que São Paulo é o estado brasileiro com o maior número de cultivos de Cannabis, totalizando 11 locais dedicados ao cultivo da planta. O mapeamento também destacou que 82% desses cultivos são destinados ao uso medicinal da Cannabis, refletindo o crescente interesse e importância da planta para tratamentos de saúde no país.

Distribuição e finalidades dos cultivos

Além de São Paulo, o relatório identificou cultivos significativos no Rio de Janeiro (05), Pernambuco (04) e Santa Catarina (03), além de 16 outros estados que somam mais plantações pelo país. No total, foram registrados 39 cultivos, sendo a maioria voltada para a produção medicinal da Cannabis.

Impacto e potencial do mercado

Segundo Luis Quintanilha, CEO e cofundador da Kanna, os cultivos como Accura e THSer exemplificam o impacto direto da Cannabis na saúde, atendendo dezenas de pacientes com áreas de cultivo modestas, como 24m² e 8m², respectivamente. Esses projetos, para Luis, representam modelos inspiradores para futuras iniciativas no campo da Cannabis medicinal.

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Expansão e diversidade do setor

O mapeamento também destacou novos nomes no mercado, como Regenera, CANNAPE, Abracuca, Agape e Flor da Mantiqueira, refletindo a diversidade e o crescimento contínuo do setor no Brasil. Com um mercado de cannabis medicinal estimado para movimentar até R$ 1 bilhão em 2024, a regulamentação abrangente poderia potencialmente criar 328 mil empregos, conforme estudo da Kaya Mind.

Este panorama dinâmico e em expansão evidencia o potencial significativo da Cannabis no Brasil não apenas como recurso terapêutico, mas também como impulsionador econômico e gerador de empregos no setor agrícola e de saúde.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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